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Friday, May 16, 2014

Livro IV - Capítulo XXIII - Christian e Anastasia FanFiction

CAPÍTULO XXIII
Tradução e revisão:  Neusa Reis
Nunca interrompa seu inimigo quando ele está cometendo um erro.

Napoleão

HANNAH




O som suspenso no ar da voz do capitão sacode Hannah de seu sono inquieto em seu assento de classe executiva. John a olha sorrateiramente na penumbra da aeronave.

"...Estamos nos aproximando do Aeroporto John F. Kennedy. Fazem no momento - 4 graus no nosso destino e a hora local é 1:10 da tarde. Nós sabemos que você teve suas opções de companhias aéreas quando se trata de viagens aéreas. Agradecemos a você por voar com a American Airlines e esperamos vê-los em breve...” o piloto continua dando instruções para os comissários de bordo.  John já arrumou seus pertences, e o último item, o seu iPad,  cuidadosamente colocado na bolsa da frente de sua mochila acolchoada. Ele coloca seu assento na posição vertical se preparando para o desembarque do avião.

O choramingado dos bebês pode ser ouvido na parte de trás do avião e John mal tem paciência com eles. Felizmente ele está sentado na frente e não terá que encontrá-los. Quando o avião pousa e desacelera através da pista, ele liga seu iPhone e o sincroniza com o seu iPad. Vários outros passageiros estão ligando seus telefones e informando seus entes queridos, amigos ou membros da família de sua chegada. Ele espera Hannah embalar seus poucos pertences e ligar seu smartphone. Uma vez que ela está on-line, o telefone aparece como um ponto em seu mapa e ele intimamente sorri.

'Porta estabelecida’ ele pensa consigo mesmo.  Quando o avião para completamente no portão, ele recolhe lentamente a jaqueta, pega sua mochila e sua única bagagem, a pequena maleta de mão. Ele dá a Hannah um sorriso deslumbrante, e indica com a mão que ela pode passar em primeiro lugar. Hannah sorri de volta, esmagada. Ambos saem para a calçada onde não há táxis para pegar  já que outros retardatários os pegaram ou o sinal de "fora de serviço" está aceso.

John dá um passo para fora da calçada e caminha na frente de um táxi com "Fora de Serviço" aceso. O motorista relutantemente para e abre a janela do motorista para gritar com ele.  John pega três notas de cem dólares segurando-as entre o indicador e o dedo médio, tornando-se evidente que ele está indo fazer valer a pena. O motorista imediatamente fecha a boca.

"Plaza Athenee Hotel,” ele diz alto apenas o suficiente para que Hannah possa ouvi-lo. Ela está segurando o casaco com força e as pernas estão congelando em suas meias de seda e saia lápis. Esse é o seu hotel!

"Espere, espere, espere! Por favor,“ ela grita. John levanta a cabeça com um olhar surpreso, como se isso fosse totalmente inesperado.

"Eu vou compartilhar o taxi com você. Eu estou indo para este hotel também!" Hannah diz, correndo para o táxi, já perdendo a sensação de seus dedões do pé e chutando a si mesma por não estar totalmente preparada para o clima de Nova York.

O condutor levanta as mãos para cima em sinal de rendição. "Por mim tudo bem, meu jovem!” diz ele e abre o porta malas. Ele coloca a bagagem de Hannah e fecha o porta-malas. John abre a porta do táxi para a muito grata Hannah. O calor do taxi a acolhe do penetrante vento gelado.

"Não tem alguém buscando você?" Hannah pergunta uma vez que John entra no táxi.

"Eu sou perfeitamente capaz de ir de um lugar para outro. Ninguém está buscando você tampouco,“ observa ele.

"Eu não tive tempo para planejar me apanharem. Eu estava com pressa,“ diz Hannah, tentando verificar seus e-mails no smartphone e envia uma resposta rápida a Ana informando que ela está em Nova York e com os manuscritos e que ela está a caminho de seu hotel. Elas veriam uma à outra amanhã. Em seguida, ela enfia seu telefone de volta na bolsa. Ela então vira seu olhar cansado para o perfil bonito, que está olhando para fora do taxi. Nariz reto, lábios ligeiramente curvados, mandíbula tensa. Por quê? Estressado? Aborrecido. A curva de seu lábio diz que está satisfeito com alguma coisa, mas ele também parece tenso. Ela limpa a garganta, e se vira para ele.

"Obrigado... Mais uma vez,” diz ela. "Eu fui rude mais cedo."

"Mais cedo? Teria sido quando você estava pegando o táxi ou mais atrás no aeroporto em Seattle?“ Pergunta ele.

"Eu sinto muito. Ambos,“ diz ela envergonhada. "Eu ia congelar meu traseiro se você não compartilhasse seu táxi, e você me ajudou a sair do aeroporto. Eu fui grosseira. Então,“ diz ela levantando as mãos para cima, "eu peço desculpas... John."

"Eu vou aceitar o pedido de desculpas, se pudermos tomar uma bebida juntos,” ele responde.

"Uhm... eu tenho que trabalhar... Eu tenho uma conferência, um simpósio” ela corrige a si mesma, "para participar."
"Todo o dia e toda a noite?" John pergunta levantando uma sobrancelha intrigado, com uma ligeira curvatura de seu lábio.

"Eu não sei se o meu chefe quer que eu a acompanhe à noite. Eu não poderia prometer,“ ela responde.  John zomba como se não importasse para ele uma forma ou a outra.

"Então, você não pode certamente esperar que eu aceite um pedido de desculpas não sincero. Palavras não significam nada se não forem apoiadas com ações,“ diz ele e vira o queixo determinado para a fria escuridão da cidade, com as luzes da rua tentando romper o descendente nevoeiro. Ele é bonito, ele foi útil em mais de uma ocasião, e ela tem sido uma idiota com ele. Hannah se sente envergonhada. Ela pega um cartão de visitas.

"Meu celular está nele. Eu tenho que estar preparada para a conferência durante todo o dia de amanhã. Chame-me depois de sete horas,“ diz ela estendendo o cartão. Quando ele não se vira, ela acrescenta: "Por favor. Estou disposta a apoiar o meu pedido de desculpas com ações. Eu realmente sinto muito por ser uma idiota. Eu fui ingrata e rude. Por favor! Será um prazer! "

"Desculpas aceitas,” diz ele voltando-se para ela com um sorriso deslumbrante e pega o cartão, tocando-lhe ligeiramente a mão.

'Atraída e apanhada,’ diz ele internamente, sorrindo. 'Eu vou enrolá-la tão rápido, que a cabeça dela vai girar!"




ESTADO DE ESPÍRITO DE NEW YORK
 Estado de Espírito de  New York - Billy Joel

Algo se mantém suavemente batendo em minha palma da mão, primeiro, ritmicamente, depois impacientemente. Certamente não é doloroso, mas insistente o suficiente para me acordar. Eu ligeiramente abro os olhos; ainda está escuro. A única luz no quarto é a da dança bruxuleante do fogo na lareira. Ana está dormindo em meus braços; minhas pernas estão emaranhadas com as dela. Um dos meus braços está embalando sua cabeça, enquanto o outro braço está em sua barriga. A batida continua sob minha palma. Não está batendo. O bebê está chutando. O bebê está chutando? Ele está chutando minha mão! Meu filho está chutando. Excitação e ansiedade imediatamente correm através de mim, jogando uma descarga de adrenalina em minhas veias.  Sento-me imediatamente, sacudindo Anastasia no processo. Ela geme e se deita de costas e, em seguida, entreabre os olhos.





"Oi,” ela sussurra, mas, em seguida, a sua luz fraca mostra a mudança em sua expressão, enquanto o sono lentamente se vai de seu rosto. "O que há de errado?” ela pergunta quando ela vê a expressão de choque no meu rosto.

"Nada está errado. Nosso bebê me acordou. Ele está chutando. Sinta isso," eu digo com espanto e trago sua mão sobre sua barriga. "Nosso pequeno Blip está acordado e quer brincar com seus pais,” eu sussurro reverentemente.

"Teddy,” Anastasia me corrige. "Teddy quer brincar,” ela sorri.

"Oi, Teddy” eu digo de repente pairando sobre minha linda esposa. Eu me inclino para baixo para sua barriga saliente, e empurro suavemente a camisola de gaze. Eu esfrego a barriga grávida da minha esposa e beijo o local que ele está chutando sem parar. Eu não tinha me dado ao trabalho de colocar a calcinha depois do tango na cama da última noite para, possivelmente, um sexo de manhã. Mas, agora, nosso bebê tem a minha atenção.



"Você está jogando futebol aí dentro?" Pergunto sorrindo.

"Ele é filho de seu pai. Provavelmente kickboxing como seu papai,“ Ana sorri maliciosa.

"Você está rindo de mim, Sra. Grey?"

"Sim, eu estou, Sr. Grey, mas em um bom sentido. Nosso filho tem sido muito ativo e ele parece se manter até altas horas. Pelo que me lembro, você costumava fazer isso. Levantava-se no meio da noite para causar um tumulto tocando seu piano terrível,“ diz ela em tom de provocação. Minha cara mostra um falso horror.

"Eu não tinha nenhuma idéia de que você pensasse que meu piano era terrível. Como posso puni-la por esse insulto?" pergunto fazendo cócegas nela. Ela começa a rir.

"Oh, Christian! Por favor!" Então ela ri forte quase até às lágrimas.

"Retiro o que disse! Retiro o que disse! Você toca maravilhosamente!" Grande risada... Como eu amo esse som. "Eu estava apenas brincando com você!" Sua risada continua.

"Eu adoro esse som," eu digo totalmente enamorado de minha esposa enquanto eu paro minhas ministrações. "Eu vou parar, mas só porque eu não quero que meu filho decida sair e se juntar a sua mãe para me provocar antes da hora dele." Eu me inclino para baixo novamente e beijo sua barriga. E continuo a beijá-la, enquanto eu faço o meu caminho para cima em direção a seu peito. Ela engasga arqueando seu pescoço quando minhas mãos chegam a seus seios.

"Ana!” eu exclamo. "Eles estão macios?" Pergunto preocupado.

"Não, eles não estão macios, mas excessivamente sensíveis juntamente com os toques do meu amado marido, ele pode me fazer gozar só olhando para eles..."



"Eles estão mais cheios, maiores, saborosos, femininos..." Eu sussurro e os meus lábios trancam em seu mamilo rosado, puxando-o em minha boca. Quando ela geme seu prazer, eu o chupo profundamente e raspo a ponta com os dentes. Meus dedos deslizam entre seus seios lentamente, em seguida, arrastam-se para baixo para o pico da sua barriga e, finalmente, até o topo de seu osso púbico. Eu cubro o peito abandonado com minha outra mão, embalando-o possessivo, rolando o mamilo entre o polegar e o dedo indicador, provocando seu seio com dedos capazes. Sua respiração cresce mais acelerada com as minhas ministrações. Presto homenagem ao outro seio com o calor úmido da minha boca. Enquanto eu mergulho meu dedo entre as dobras de sua flor com a minha mão direita, eu libero o mamilo, abusado dentro da minha boca e depois arranho seu bico, agora molhado e sensibilizado, com a minha barba de um dia.
A sensação seria possivelmente sentir como passando uma centena de Rodas de Wartenberg (N.T. Foi projetado por Robert Wartenberg para testar reações nervosas na pele. É feita com uma roda preenchida com espinhos) sobre seus ávidos montes sensibilizados. Eu recuo e olho para os mamilos, que agora se destacam como contas deliciosas e firmes. Eu me inclino para baixo novamente e raspo minha barba por fazer em toda a sua pele hipersensível, em círculos, primeiro lenta e suavemente, em seguida, mais rápido e mais forte, e para frente e para trás, deixando-a louca. Sua excitação doce de seu sexo, em troca, enche minhas narinas, me deixando louco, insanamente lascivo. Nossa grande suíte máster, de repente em chamas, engole nossa paixão coletiva. A respiração de Anastasia aumenta, e suas pernas estão em volta do meu tronco. Minha ereção está lutando contra o meu pijama de seda, mas eu vou ter que suportar a dor pulsante um pouco mais para fazer isto mais agradável para ambos.  

Você cantou para mim - Marc Anthony

Eu passo meus lábios e minha barba primeiro corre entre os seios e eu faço o meu caminho até seu umbigo dolorosamente lento. Ambas minhas mãos, com reverência, sensualmente seguram sua barriga. Eu a beijo e então eu mergulho minha mão de volta em seu sexo. Está encharcado. Eu desato o laço da minha calça e chuto-a fora, no chão. Minha ereção brota, buscando a umidade de Ana, um novo prazer arranha seu caminho para a superfície. Eu tomo minha ereção na minha mão e coloco-a na abertura de seu sexo ansioso. Enquanto eu deslizo meu pau em minha esposa até o punho, um gemido baixo reflui de Ana. Eu começo a me mover; deslizando lentamente para fora, em seguida para dentro. Seus músculos internos apertam e eu deixo escapar um gemido profundo da garganta, empurrando a cabeça para trás. Ela está preparada e pronta para gozar. Eu posso sentir as ondas lentamente se acumulando.

"Ainda não! Não goze!" Eu sibilo cerrando meus dentes. "Deixe-o para o fim!"

"Christian!” ela geme. Ela levanta os quadris para cima. "Por favor!"

"Segure!" Eu ordeno. "Segure até que eu deixe!"



Eu empurro profundo nela, suavemente, sentindo a sensação de cada empurrão, mas os movimentos são rítmicos, cronometrados. Eu sinto o puxão de seus músculos internos, a vibração de seu clitóris, e ela implora mais uma vez:

"Por favor, Christian! Eu não posso gozar sem você dizer! Por favor!"

Eu sou impotente quando se trata do puxão inebriante de seu corpo exuberante, sua mendicância, e antes que eu me entregue totalmente ao prazer, eu empurro mais profundo e mais rápido, como um puro-sangue de corrida em direção a uma vitória final. Nossa respiração acelera.

"Você vai esperar! Espere por mim!" Seguro seus quadris, os posiciono apenas para que o prazer se situe um pouco abaixo do cume, mas não pronto para gozar. Ela muda seu ângulo buscando alívio.

"Quando você goza, Ana?"

"Quando você me deixar” ela grita. "Por favor!"

"Está certa, baby! Goze para mim, baby!" Eu rosno com uma profunda voz gutural.  Anastasia grita seu prazer com o meu nome como uma ladainha em seus lábios quando a base do meu pau beija seu sexo. Eu estou perdido em minha esposa;  eu seguro seus quadris e angulo apenas na maneira certa, para empurrar mais duas vezes antes de sucumbir ao completo êxtase e me perder dentro de minha esposa.

Eu a seguro assim mesmo por muitos minutos. Então, quando eu recuo, o som de sucção é ouvido; Ana estremece, aparentando tristeza com a perda da conexão.

"Eu quero ir para a segunda rodada,” diz ela fazendo beicinho.

"Jesus, Ana! Você é insaciável, baby. Dê-me tempo para me recuperar; e eu vou fazer você gozar a noite toda." E eu faço.



*****  ❦   ♡   ❧  *****


"O que você pensa sobre esse?" Ana pergunta adornada em um deslumbrante vestido de cocktail bordô. O decote do vestido mergulha até o topo de sua barriga. A cintura dela começa na base de seus seios fartos. Anastasia gira e a parte traseira é ainda mais reveladora do que a frente. A abertura do vestido vai até sua coxa direita.

"Ana" Eu suspiro. Minha boca fica seca.

"Você gosta?" Ela pergunta olhando para si mesma no espelho alto.

"Eu mais do que gosto; eu amo isso.  Mas," eu digo fazendo um sinal girando, com meu dedo indicador, pedindo para ela se virar. Ela abre os braços e gira mais uma vez. Eu limpo minha garganta.
"É muito revelador... aqui” eu toco entre os seios. "E aqui...” eu sussurro, enquanto eu toco o final de suas costas. "Eeeee, aqui” murmuro tocando a parte superior de sua coxa.




"Esses são meus! Eu não quero a elite mundial salivando atrás de minha esposa como forma de elogio."

"Este é seu também,” diz ela enquanto está segurando a barriga protetoramente.  "Eu posso não ter vindo a Nova York antes, mas eu fui amplamente advertida por um pássaro que não haveria poucas mulheres que estivessem libertando sua cadela interior. Eu gostaria de ter seus olhos em mim, apenas,“ diz ela mordendo o lábio. Eu aperto meu lábio tentando não rir. Ela está com ciúmes.

"Nesse caso Sra. Grey, vamos pegar esse,” eu digo. Nós adquirimos seis indumentárias de gravidez. O ‘personal shopper’ traz sapatos para combinar com os vestidos e o resto das roupas. Só que não são apenas sapatos. Eles são declarações de moda, desenhados para  realçar a elegância de uma mulher, para alongar as pernas, e para acentuar sua beleza. Eles são simplesmente obras de arte. Anastasia parece deslumbrante em cada um deles.

"Ela vai levá-los todos,” eu digo.

"Christian, eu não preciso de todos eles. Apenas um resolveria. "

"Ela quer todos eles," eu ordeno a vendedora. "Nós também precisamos que você traga casacos para combinar com as roupas."

"É claro, Sr. Grey," diz ela e rapidamente se retira.

"Christian!"

"Ana! Não comece, por favor. Você é minha esposa. Eu quero que você os tenha. Você vale muito mais. Eu acho que uma grávida futura mãe precisa ser mimada um pouco. Eu não posso fazer isso por você?" Ela suspira.

"Ok, eu acho."

A vendedora volta com um rack cheio de casacos para combinar com cada vestido e muito mais. Ela se retira, depois de dizer-nos que ela vai estar prontamente disponível, se precisarmos de mais alguma coisa. Eu gosto de um vermelho – com toda a lapela  envolta em lã angorá Lanvin, um branco Nina Ricci, e um preto Donna Karan em minha linda esposa.

"Christian! Eu sei que você gosta deles, e eu também, mas considerando todos os outros itens que compramos, é demais! Eu não quero todos os três. Eu só preciso de um."

"Eu não quero que você tenha alguma coisa porque você precisa dela. Eu quero esbanjar com você em presentes. Você é minha esposa! O que é meu é seu. Nosso. Eu lhe disse isso antes.  Isso não é nada. Apenas pedaços de tecido. Eu só quero agradar a minha esposa. Deixe-me fazer isso por você..." murmuro segurando os topos de seus braços. Ela morde o lábio com a culpa em seu rosto.

"Ana,” eu digo levantando seu queixo para cima. "Eu vou lhe comprar muitas coisas mais. Na verdade, você e eu vamos procurar algumas roupas de bebê, hoje, garantindo que nós terminemos de fazer compras para a mamãe de Teddy,“ eu digo levantando as sobrancelhas.

"Roupa de bebê” ela pergunta se iluminando. "Agora? Podemos comprar agora?"

"Claro! Mas," eu digo correndo os dedos sobre as roupas que temos no cabideiro para ela provar. "Eu tenho uma condição." Ela segue o caminho dos meus dedos e olhos. Em seguida, ela revira os olhos e solta um suspiro frustrado.

"Ok, tudo bem! Mas se eu fizer isso hoje, amanhã... Eu só vou ter um segurança. "

"Trato feito. Você pega ambos, e eu deixo-os fora. Nós concordamos neste presente. Você não vai querer recuar em um negócio já estabelecido, Ana. Lembre-se, eu tenho mais experiência em negociação do que você."

"Você está certo. Mas... "

"Nenhum ‘mas, Ana. Achei que você queria mostrar quem é a senhora do coração de Christian Grey hoje à noite. "

"Eu quero,” diz ela determinada. Então ela se vira para a vendedora que está de pé a uma distância respeitável.

"Sim, senhora?"

"Nós estamos levando todos eles,” Ana responde.

"Envie-os para nosso apartamento, Srta. Palmer. Taylor! Dê as instruções!" Taylor concorda com a cabeça.

"Em que direção é o vestuário infantil?" Ana pergunta excitadamente.

"Sr. e Sra. Grey, se vocês quiserem fazer compras no nosso departamento de vestuário infantil, eu vou atribuir imediatamente um vendedor para vocês nesse departamento. Dessa forma, quando vocês tiverem acabado suas compras, podemos enviar todos os itens juntos."

"Isso vai ser ótimo. Obrigado," Eu concordo e pego a mão da minha esposa. Sawyer e a Srta. Tiber seguem-nos discretamente, mas vigilantes.  

*****  ❦   ♡   ❧  *****

"Eu não sabia que os bebês poderiam ter estes muitos estilos,” comento.

"Sim, mas eu acho que as meninas têm muito mais opções” Ana responde. "Oh, Christian! Estou tão excitada! Obrigada. Primeiras roupas do nosso bebê! Grace, Mia e Kate querem nos fazer um chá de bebê, mas eu gosto da experiência de comprar roupas de nosso primeiro bebê... com você... com o papai dele,“ diz ela sorrindo.

"Eu nunca a vi assim tão feliz a não ser quando está debaixo de mim,” eu sussurro em seu ouvido. Eu nunca posso ter suficiente prazer do que o de fazer minha esposa corar tão profusamente. Seus olhos crescem de tamanho.

"Christian,” ela me repreende, olhando em volta como uma adolescente que é pega fazendo algo que não deveria estar fazendo, mas secretamente feliz com isso. Ela aperta minha mão para completar o mesmo prazer em momento oportuno.

"Na verdade, eu gostaria de mostrar-lhe o quão feliz faria você agora, mas eu tenho um monte planejado para nós, em Nova York. E por mais que eu queira colocar aquele rosto em você de novo,“ eu sussurro lascivamente, "eu tenho uma surpresa planejada para você, baby."

"Que tipo de surpresa?"

"Vamos acabar com nossas compras, e você vai descobrir. Além disso, se eu lhe dissesse, não seria uma surpresa,“ eu sorrio.

*****  ❦   ♡   ❧  *****


"Por que estamos indo para o aeroporto? Christian, nós não podemos voltar, eu tenho a minha conferência amanhã; não podemos ir para casa hoje!“ ela protesta após ter visto o sinal de saída para o aeroporto próximo.

"Baby, relaxe. Nós não estamos indo para casa. Eu quero que você veja a vista aérea da cidade. Temos muita coisa para fazer, e eu quero espalhar a cidade sob seus pés. Nós estamos indo para o heliporto," eu digo.

"A cidade inteira?” ela pergunta excitada.

"Existe alguma outra maneira? Além disso, está frio lá fora e não vamos conseguir ficar fora por muito tempo, se tivéssemos de fazer turismo. Desta forma, eu quero que a primeira viagem da minha esposa a Nova York seja inesquecível,“ murmuro.

"Já é! A cidade inteira?“ ela pergunta novamente. Eu dou uma gargalhada neste momento.
"Sim, toda a cidade."

"Você está indo nos voar?"

"Não, baby. Eu prefiro ver sua reação e desfrutar desta bela cidade com você. Eu não trocaria isso por nada,“ murmuro, então eu levanto sua mão para beijá-la suavemente. "Você está se divertindo até agora?" Pergunto, finalmente, procurando seu rosto.

"Sim. Eu amo estar com você, Christian. Eu amo esses momentos privados. Eu finjo que somos só você e eu,“ ela sussurra, indicando a segurança com os olhos, me fazendo sorrir.

"Se eles estão tão perto de nós, eles têm a minha completa confiança. Eles têm  NDAs férreos e eles são nossos funcionários mais leais. Finja que não estão mesmo aqui. Eu finjo. No que concerne a mim, estamos sozinhos,“ murmuro. Este é o nosso modo de vida. Temos que escolher com que podemos viver para nossa segurança, o bem-estar da nossa família.

Quando o SUV pára no estacionamento, Taylor abre minha porta e Melissa abre a porta de Ana. Eu rapidamente vou para o lado de minha esposa, e seguro seu cotovelo. Ela envolve o cachecol um pouco mais apertado.

"Vamos estar no calor em breve, baby. Vou trazê-la aqui no início do verão, quando é muito mais agradável. Mas o inverno em Nova York, especialmente quando ela está vestida com os brancos, é uma beleza diferente de se ver. Eu quero que você o experimente."

"Obrigada, Christian! Estou tão excitada. Quais são as partes da cidade que nós estaremos vendo?“ ela pergunta.

"Paciência, baby” eu sorrio. "Eu quero algo para ser uma surpresa para você,” eu respondo.

"Sr. Grey, o helicóptero está pronto quando você esteja,“ diz Taylor depois que ele levanta a mão para seu fone de ouvido para ouvir as instruções entrando.

"Esse é um enorme helicóptero, Christian!" Ana exclama.

"Isso é,” eu gesticulo em direção aos degraus.

O piloto, co-piloto e a tripulação estão esperando.

"Sr. e Sra. Grey, bem vindos a bordo. Espero que vocês aproveitem sua visita. Eu sou o seu piloto, Greg Davidson. Este é o meu co-piloto Randy Finnegan. É um prazer atendê-los,“ diz ele estendendo a mão. Eu a aperto e a aeromoça nos mostra o caminho para os nossos lugares.

"Que tipo de helicóptero é esse?" Ana pergunta.

"Você não reconheceu o tipo?" Eu pergunto.

"Não. Deveria? Eu não sou muito proficiente em aeronaves, ainda. Espere... “ diz ela parando a fila. Ela coça a cabeça. "É Sikorsky. Sikorsky alguma coisa, não é?“ ela pergunta esperançosa.

"Sim, boa menina!" eu respondo, satisfeito. Ela lembrou. "É um Sikorsky S-92. Temos também um guia turístico que lhe dirá tudo sobre Nova York,“ eu digo. Quando eu tomo assento em frente a Anastasia, ela protesta.

"Perto de mim, por favor,” ela implora. Eu sorrio.

"O prazer é meu,” eu respondo.

Após a decolagem, o guia turístico se apresenta. Parece que está na casa dos 30 anos, cuja imagem deveria ser colada em um cartaz de cuecas.

"Bem-vindos a bordo, me disseram que esta é a sua primeira vez em nossa bela cidade,” diz ele se dirigindo a Anastasia, depois de decolarmos. "Assim, tenho a honra de apresentar-lhe os destaques da Big Apple. Nós vamos mostrar-lhes as vistas deslumbrantes da Lady Liberty, Ellis Island, e por lá,“ diz ele, indicando com a mão direita ”é o lado oeste de Manhattan." Então ele segue contando a breve história da estátua e da Ellis Island.

"Doze milhões de imigrantes passaram por esta Ilha da Esperança, Ilha das Lágrimas".

"Você viveu aqui toda a sua vida? Harrison?"Ana pergunta olhando para o seu nome no crachá onde ousadamente lê Harrison McAllister.

"Sim, senhora. Muitas gerações atrás, meus antepassados passaram por este ponto turístico que, obviamente, era um porto de desembarque para muitos imigrantes pobres. Estamos aqui desde 1892, o primeiro ano em que este local foi posto em serviço. Minhas raízes estão aqui, nesta cidade,“ diz ele sorrindo.

"Então, você é irlandês?"

"Irlandês e um pouco de Porto Rico do lado da minha mãe, senhora” ele responde.

"Isso deve ser alguma Ação de Graças” Ana responde, e então ela fecha a boca com a mão, como se ela tivesse falado fora de hora. "Oh, me desculpe, Sr. McAllister."

"Você está certa, minha senhora. Lutar e beber correm em ambas as famílias. No entanto, é na forma de boxe e artes marciais agora. E beber é agora uma forma de arte, uma necessidade social,“ acrescenta com um brilho em seus olhos, dando um sorriso radiante para minha esposa, capturado diretamente por seu charme.

"Por mais encantador que seja se familiarizar com sua herança de família,” eu digo por entre os dentes cerrados, "eu acho que minha esposa iria se beneficiar mais das informações que você adquiriu sobre a bela cidade em que você vive, em vez de ouvir sobre os seus antepassados que estão morando nela desde 1892. "O olhar que eu lhe dou é perfurante, proibitivo. Ana segura minha mão e aperta-a bem apertada colocando-a em sua barriga, para me lembrar que ela pertence a mim. Eu viro minha cabeça e levemente fecho os olhos. Em seguida, volto para o nosso guia, finalmente acalmado e aponto a janela: "Isso é a Ponte George Washington?" eu pergunto. Eu posso sentir a mão apertando de Ana relaxar na minha, e sub-repticiamente, ela libera uma respiração que ela estava segurando.

Ele limpa a garganta. "Sim, senhor, é." Então ele fala sobre a ponte nos próximos três minutos.

"O que é o enorme bloco retangular coberto de neve?" Ana pergunta. "É o Central Park? É magnífico!“ ela exclama.

"Sim, Srta. É o Central Park. E os pontos em movimento que você vê são as pessoas que estão patinando no gelo,“ diz ele e todos os três da nossa equipe de segurança viram o olhar para o nosso guia, em seguida, para mim.

"Sra.” digo. Minha voz é baixa, imponente e ameaçadora.

"Desculpe?" Nosso guia pergunta. Será que ele está me cutucando? Olho para ele, incrédulo. Certamente, ele não pode ser tão estúpido. Como se com a deixa, cinco pares de olhos se voltam para mim.
"É Sra. Grey, minha esposa. Ela não é uma Srta,“ eu digo, meus olhos piscando. Os lábios de Ana afinam em uma linha apertada.

"Minhas desculpas, Sr. Grey. Claro. É apenas uma expressão refinada para jovens senhoras, quando é difícil dizer se elas são senhorita ou senhora,“ diz ele concordando. "Não que seja difícil dizer que ela é uma senhora. Quero dizer que ela é jovem e atraente, mas ela está claramente com você e é sua patroa” diz ele afundando-se mais profundamente na merda.

"De qualquer forma, acerca de New York” diz ele ruborizando,  então começa a falar sobre o horizonte perfeito da cidade, Times Square, Madison Square Garden, Chrysler Building. Ele faz todos os esforços para não ficar olho no olho comigo novamente. Na metade do tour, temos o nosso almoço, enquanto observamos os patinadores no gelo abaixo. Quando o tour acaba e nós aterrissamos de volta no heliporto, acho que o guia turístico não-sei-que-nome solta um suspiro de alívio. Ele nos acompanha até a saída e quando ele aperta nossas mãos, ele diz: "Foi um grande prazer servi-la, Sra. E ao Sr. Grey."

Quando estamos firmemente no chão, Anastasia revira os olhos para mim e balança a cabeça, mas ela não diz nada. Ela envolve seu casaco em torno dela mais apertado e como se ela estivesse tentando aquecer-se, ela cruza os braços e caminha em direção ao SUV, sem palavras. Eu a alcanço e me preparo para a discussão a seguir. Taylor, Sawyer e Melissa nos dão um vigilante mas grande espaço, para não obter sua quota de qualquer ira que Ana possa liberar. Ela parece pensativa. Ela pára no meio do caminho e se vira para mim. A expressão em seu rosto é ilegível. Eu visto meu rosto impassível e olho para ela.

"Uhm, Christian,” diz ela, como um preâmbulo para algo que ela quer para expressar sua opinião. O que sai a seguir, e a entonação, não é o que eu esperava.  

"Sim?"

"Seu filho está com fome. Podemos comer alguma coisa?" Eu pisco. Isso não é o que eu esperava que ela dissesse. Quando ela não obtém uma resposta de mim imediatamente, e vendo minha expressão estupefata, ela rapidamente acrescenta.

"Eu sinto muito. Eu acho que eu posso esperar um pouco, se você não está com fome. Eu sei que acabamos de comer, mas de repente eu tenho esse desejo enlouquecedor por batata Rosemary (N.T. delicioso prato de batatas cozidas em infusão com alecrim e alho) e pizza de frango al pesto. Se eles não têm batata Rosemary, eu posso viver com tomate desidratado, rúcula e pizza Portobello de cogumelo com massa fina. Suco de cranberry e baby pickles de endro e talvez cannoli (N.T. Consiste em uma massa doce frita em formato de tubo, recheada com um creme de queijo ricotta ou mascarpone) para sobremesa. Podemos encontrá-los aqui? "

"Ohm..." eu murmuro ainda estupefato, "Claro, com certeza. Estou seguro que há um bom restaurante italiano nas proximidades. Então, você não está zangada?" eu pergunto.

"Sobre o quê?” ela pergunta. Eu balanço minha cabeça.

"Quando eu vi o Central Park de cima, eu pensei que tipo parecia um tabuleiro gigante de tiramisu. Deixou-me com fome...“ diz ela dando de ombros. "E” diz ela, baixando a voz, "eu preciso fazer xixi. O guia continuou falando depois que você o repreendeu e eu estava também envergonhada de perguntar se eles tinham um banheiro a bordo. Então, é uma espécie de culpa sua que eu estou prestes a fazer xixi!" ela sussurra duramente, pressionando as pernas." Eu estava apertando sua mão quando você estava muito ocupado repreendendo o nosso guia, para que você soubesse, mas de qualquer maneira, você pode me encontrar um banheiro, por favor? Para agora!“ Ela pergunta impaciente. Eu sorrio o mais amplo possível e quando eu dou um suspiro de alívio, é difícil de esconder isso de alguém, não importa o quão duro eu tente, quando a respiração sai como uma panela fumegante no tempo frio de Nova York. Anastasia utiliza o banheiro do heliporto enquanto nós três a esperamos sair.

Quando ela sai, ela pergunta: "Você já localizou um restaurante? Estou morrendo de fome!"

"Estou curtindo esses momentos, Ana.  Costumava ser tão difícil fazer você comer.  Tenho que agradecer a nosso filho“ eu digo, enfatizando, "para fazer você ter fome." Então, eu me inclino e sussurro em seu ouvido. "Eu deveria ter engravidado você muito mais cedo, se não por outra razão, para que você começasse a comer."

"Christian” ela me repreende novamente. "Mesmo que eu só consiga pensar em comida agora, não pense que eu não tenha notado ou esquecido seu ataque ciumento lá atrás” ela murmura, indicando a direção do helicóptero.

"Eu não quero que você esqueça, baby. Nunca. Eu não quero que ninguém se esqueça de que você pertence a mim e somente a mim. Aquele filho da puta e qualquer um que tenha olhos para a minha esposa faria bem em lembrar disto."

"Christian! Eu estou grávida. Do seu filho. Os homens não vão dar uma cantada em mim enquanto mulheres solteiras e não-gestantes estão disponíveis. Eu acho que o nosso guia Harrison estava apenas sendo educado. E, além disso, eu já sou sua e somente sua, Sr. Grey. Você faria bem em lembrar disso, também!"

"Por que você acha que estamos tendo essa discussão?" eu pergunto. "Vamos lá, eu preciso alimentar minha esposa e o bebê,” eu digo, enquanto eu a puxo para os SUVs estacionados.




Por favor, esperem duas horas para o Capítulo 24. Vou postá-lo dentro de um par de horas.
Emine Fougner