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Sunday, February 14, 2016

Livro V – Capítulo VI - Christian e Anastasia Fan Fiction



Segunda-Feira, 15 de fevereiro de 2016


CAPÍTULO VI

ANJO AMA O DIABO


Paixão. Encontra-se em todos nós. Adormecida...  esperando... e embora não desejada, espontaneamente ela vai  se agitar... abrir suas mandíbulas e uivar. Ela nos fala... nos guia. Paixão nos dá todas as regras. E nós obedecemos. Que outra escolha temos? A paixão é a fonte dos nossos melhores momentos. A alegria do amor... a clareza do ódio... o êxtase da dor. Às vezes dói mais do que podemos suportar. Se pudéssemos viver sem paixão, talvez nós conheceríamos algum tipo de paz. Mas nós seríamos ocos. Locais vazios, fechados e úmidos. Sem paixão estaríamos realmente mortos.
Tradução: Neusa Reis



Bad Things – Jace Everett

(Para Neusa, 50 Tons de Amizade e todos vocês que estiveram esperando pacientemente...)

O concerto começa a pleno vapor. As luzes são diminuidas por toda parte  exceto no palco, focando em Beyoncé e nos dançarinos. Casais estão dançando, pulando, e se esfregando um no outro na excitação da música. Trinta minutos de concerto, as três primeiras notas me dão a deixa de que meu pedido está prestes a acontecer. Eu estou de pé atrás de Ana e envolvo meus braços em torno dela e beijo seu pescoço.

Ana parece muito feliz e está vibrando de emoção. As primeiras notas da canção me dizem que é 'Crazy in Love'. A multidão fica louca enquanto Beyoncé desfila no palco com a caminhada lenta de uma modelo de passarela. Ela está usando um conjunto transparente com desenhos brilhantes, estrategicamente colocados para deixar a imaginação dos espectadores correr solta. Duas outras dançarinas começam a balançar seus traseiros e a multidão fica ainda mais selvagem.

“Crazy in Love – Beyoncé”

"Ela é incrível!" diz uma voz masculina. As pessoas já estão movendo-se com a batida e murmurando ou cantando as letras em voz alta. Alguém grita: "Eu te amo Beyoncé!"
Antes das primeiras palavras da letra começarem, ela cumprimenta a todos novamente. "Como está todo mundo indo? Vocês estão se divertindo?" Ela grita, enquanto mais duas dançarinas surgem  no palco sacudindo seus traseiros e dançando.

"Hoje é um dia especial para uma pessoa muito especial. Feliz Aniversário, Christian! Esta música é dedicada a você e a todos aqueles que fazem aniversário hoje! Ana ama você! E... Ana... Christian diz..." ela começa a cantar.

"Eu sou loucamente apaixonado por você!"  (I’m so crazy in love with you!”)

"O quê?" Ana exclama, seu rosto assumindo um olhar atordoado.

"Bem, eu sou: Extremamente. Completamente. Irrevogavelmente... Eu sou seu, Sra. Grey." Eu respondo tentando manter as emoções fora do meu rosto. Reticente mesmo.

Sua reação podia ir nos dois sentidos. Eu quero que ela saiba que todo o seu gesto foi amado, apreciado e que eu sou loucamente apaixonado por ela. Ela se vira e me prende no seu abraço e fica na ponta dos pés para me beijar. Primeiro devagar, me testando, sabendo que eu não gosto muito de gestos de afeição públicos, mas está escuro e todo mundo está focado no palco e eles já estão ocupados agarrando e dançando com seus próprios parceiros ou se pegando.

A energia pulsante da música é sentida por todo o palco. Essa realmente deve ser uma canção muito popular entre os fãs porque todo mundo está enlouquecendo com ela. Anastasia está se esfregando toda em cima de mim, excitando minha libido e eu sinto meu pau uma haste de aço empurrando contra minha calça. Ela passa uma mão na minha bunda e a outra no meu pau. Ela é implacável.

"Sra. Grey," eu sussurro inclinando-me. "Continue com isso e eu vou foder você aqui, não importa quem esteja presente." Em resposta, ela envolve seus braços em volta do meu pescoço, beija meus lábios no ritmo da música e suga e belisca meu lábio inferior.



Uma vez que ela termina seus assaltos amorosos, eu pego sua mão e puxo-a para um canto escuro.

"Você acendeu o fusível, baby. Você não pode recuar agora," murmuro.

"Eu não tenho nenhuma intenção de recuar." Seus olhos brilham com uma excitação desconhecida. Eu registro que minha garota tem agora um gosto para o sexo em público sem ser descoberta.

"Quero que você fique diante de mim, seu corpo firmemente contra o meu, e dance." Ela morde seu lábio inferior e começa a se mover com o ritmo da música.



Os fãs enlouquecem com a dança e a maioria dos casais já está se beijando, dançando, cantando e alguns já estão se pegando. Quando os movimentos de Beyoncé e seus dançarinos se refletem nos telões, com foco no balanço de seus corpos de uma forma rítmica, sexual, a multidão fica selvagem, gritando sua adoração pela artista e em uníssono a dança vai ao auge no estádio inteiro.

Anastasia, sendo quem ela é, se vira para mim e salta, pendurando-se em  mim, com os braços no meu pescoço, suas pernas em volta do meu dorso, seus beijos são exigentes, urgentes, poderosos e totalmente intoxicantes. Beyoncé e os bailarinos se movem com a música da banda só de mulheres, luzes pulsantes estrategicamente colocadas focadas no palco despertam a multidão, seduzindo-os a cantar, dançar e fundir-se um no outro. Mas eu estou focado no nosso pequeno mundo fechado na escuridão. A música pulsante reverbera em torno de nós, sacudindo as paredes, pulsando através de nossos corpos. Anna fecha os olhos por um momento. No começo eu não sei se ela gosta da sensação. Mas então eu me lembro que ela gosta de sentir com todos os seus sentidos. De repente, eu percebo o que ela está fazendo. Ela faz o mesmo quando eu vendo seus olhos. Ela está se preparando para me sentir com seus sentidos superiores que só estão disponíveis quando os olhos estão bem fechados.

O estádio e os camarotes privativos são escurecidos para uma simples sugestão de luz e o palco está iluminado com vários flashes de luz enfatizando o cantor, focando Beyoncé e o dançarino. Os brilhos de pseudo fogos de artifício explodem no palco, o ruído culmina dentro e fora do palco. Logo que a multidão vai à loucura dois dos meus dedos chegam dentro de Anastasia e seu súbito suspiro é capturado e selado dentro do meu beijo e seus gemidos engolidos pelos fãs gritando ao redor. Ela se vira para mim cara a cara, envolvendo sua perna direita em torno da minha esquerda. Minha mão viaja para baixo de suas costas para sua perna nua e eu a aperto. Ela sabe o que quero dizer sem palavras e rende-se às minhas exigências abrindo sua perna.

A canção dedicada por nós dois um ao outro leva-nos para longe da multidão, longe da arena e ao nosso próprio mundinho.

"O que eu disse, Sra Grey?"  Minha voz é firme no ouvido dela. "Suas costas na minha frente. Agora. Obedeça-me, ou você não terá nenhum alívio."

Um ofegante, quase inaudível "sim" escapa de seus lábios.

A cabeça de Anastasia repousa no meu ombro. Se qualquer observador casual olhasse, a escuridão iria esconder tudo e ele só iria ver a silhueta de um casal apaixonado abraçando um ao outro, perdidos no momento. Eu coloco minha perna entre as dela para separá-las. Anastasia solta um gemido suave. Em uma nota particularmente alta eu afundo para baixo e pego a concha de sua orelha entre meus dentes, em seguida puxo e a libero, arranhando e roçando seu pescoço longo. O cheiro dela atinge com força minhas narinas.

Urgência incessante e desejo atingindo um novo máximo, eu empurro Ana para o canto, virando rapidamente minhas costas para a parede, eu firmemente mantenho suas costas contra meu peito. Minha mão desliza para cima em suas coxas e alcança sua fenda. Eu deliberadamente deslizo dois dedos algumas vezes entre seus lábios evitando seu clitóris. E os meus dedos finalmente abrandam em sua umidade encharcada e eles sucumbem ao desejo de atingir sua meta. Um suspiro quase sem som escapa de seus lábios, tão sutil, tão perdido em prazer; eu tenho que castigar minha mente para recuperar o controle. Ana joga a cabeça para trás. Para qualquer um olhando para ela, ela aparenta como se estivesse apreciando a música imensamente com seu homem. Mas na escuridão, com todos dançando e se pegando, nós não somos notados. Seu clitóris é um cativo à disposição,  entre meu dedo indicador e o polegar. Eu o massageio exaustivamente até que eu sinto a primeira contração naquela pequena saliência. Imediatamente eu puxo meu dedo para longe de sua umidade gotejante, deixando seu sexo na necessidade desesperada de um alívio e Ana ofegante e arfando.

"Christian!" A simples pronúncia de meu nome em um sussurro a leva a  suplicar para dar-lhe a liberação.

"Você acha que eu deveria permitir-lhe? Aqui e agora?" Murmuro a minha pergunta em seu ouvido provocando, desafiando, mostrando o dominante cuidadosamente controlado em mim.

Seus braços alcançam e acariciam por trás dela meu pescoço, meus braços enquanto ela esfrega as nádegas deliberadamente, animando meu já excitado pau para a ação. Lenta, dança como movimentos giratórios contra meu corpo deixando apenas minhas calças e seu vestido fino entre nós para sentir e deixar nós ambos ansiando ainda mais um pelo outro. Ela torce a cabeça e olha para mim angelicalmente, mas não me escapa o jeito de mulher-demônio por trás desse olhar. Quando ela levanta seu corpo novamente, eu seguro meu braço firmemente contra ela, mantendo-a bloqueada no lugar. Nós nos movemos junto com a música em ritmo perfeito em nosso lugar. Minha mão viaja novamente para chegar a seu sexo e dessa vez dois dos meus dedos entram nela. Meu indicador e o dedo médio se abrem para alargá-la, massageando os músculos internos e a parede frontal de sua vagina. Quando meus dedos encontram esse tecido delicado, eu pressiono até que os músculos se encolhem; eles reagem ao meu toque com espasmos fortes, poderosos. Meus dedos deslizam facilmente ainda mais para baixo em sua umidade natural.

Eu roço meu pau contra seu sexo por trás dela, resultando numa reação suprimida na forma de Ana cravando as unhas em meus braços. Eu sei que nós estamos pensando a mesma coisa: a ponta do meu pau molhado entrando dentro dela. Empurrando dentro dela e esticando-a amplamente para mim. Sexo espetacular começa na mente: não é apenas uma troca física mas uma conquista mútua da mente e da alma, de tal forma que eu quero desaparecer dentro de minha Ana.  Enfio dois dedos dentro dela e escorrego de volta para fora, deslizando por sua umidade obrigatória, fodendo-a com o dedo com longas estocadas precisas ao ritmo da música ao vivo. Ana tenta esconder sua respiração ofegante e segue os movimentos do meu corpo com a música ainda que perdida no momento, empurrando seus quadris contra os meus dedos para fazer-me acelerar seu prazer.
Ela geme um som gutural. Eu não a ouço com a música alta, mas eu sinto os lamentos contra a minha outra mão e um meio sorriso curva meus lábios. Eu giro meus dedos dentro porque eu quero que minha mulher goze descontroladamente quando a canção que ambos escolhemos cante para nós. Eu encontro seu ponto de prazer, torço meu dedo para que o meu polegar possa encontrar e massagear também seu clitóris. Logo seus músculos internos contraem num espasmo descontrolado em torno de meus dedos, tentando puxá-los ainda mais e um subsequente segue de seu clitóris. Ela desaba contra o meu corpo com um gemido.

"A nossa noite está apenas começando," eu sussurro enquanto outra canção começa.

"Como você está certo, Sr. Grey,” ela olha para mim satisfeita e faminta, ambos ao mesmo tempo.

*****      *****

O show leva várias horas e é preciso um pouco mais para conduzir a multidão através do estádio bem como destes camarotes exclusivos. Taylor odeia conduzir através desse hospício com milhares de fã liberados do estádio para voltar para suas casas, embriagados com o incrível concerto e com a bebida. Mas eu acho que a bebida ganha. É por isso que estamos à espera no camarote até a loucura diminuir. Não exatamente esperando. É um hospício, mesmo nesse camarote privado onde as pessoas podem reconhecer quem eu sou. Os espectadores do concerto lentamente escapam para fora. Apenas algumas pessoas permanecem mas ainda parecem ansiosos para chegar a seus carros para desfrutar o resto da noite com a mulher em sua companhia.

"Taylor!"

"Nós estamos estacionados logo atrás do local da chegada, senhor. Eu já estou quase lá!" Este homem sabe o que eu pergunto antes de eu falar. Eu seguro a mão de Anastasia e sigo Taylor logo atrás dele quando alguém me avista, reconhecendo quem eu sou e chama por mim.

"Sr. Grey? Christian Grey?" O que me faz parar de repente não tanto por ouvir meu nome foi o inconfundível ameaçador desprezo nessa voz masculina. Ele me irrita; estou na ofensiva imediatamente. Tanto Taylor como Sawyer estão alertas, prontos para atacar.

O dono da arrogante voz de barítono está envolto em torno da cintura de uma pouco mas luxuosamente vestida loira. Sua respiração exala scotch caro, mas ele não parece ou age como embriagado. Ele está em seus quarenta e poucos anos, alto e pela aparência dele, bastante bem. Embora eu não goste de ser chamado desta forma e isso me irrita regiamente, eu tinha tido um bom momento com minha esposa; eu não posso deixar alguém estragá-lo para qualquer um de nós.

"Quem quer saber?" Giro em meus calcanhares para encará-lo.

"Eu só queria ver como que um bastardo traiçoeiro parece." Seu rosto é grave. Raiva mal controlada marca suas características faciais. Eu tento reconhecê-lo mas eu não tenho lembrança de ter encontrado este homem. Eu não tive quaisquer negócios ou tratativas pessoais com ele. Tendo quase uma memória fotográfica, eu classifico os nomes e as caras que conheci ao longo dos anos, mas eu não posso colocar este homem em qualquer lugar.

"Eu não acredito que eu o conheço. Mas se eu esfaqueio alguém por qualquer razão, você pode estar certo que a outra pessoa seguramente me entregou a faca."

"Isso não é o que eu ouvi," ele me incita e a loira se agita ao lado dele. Taylor chega mais para perto. As restantes pessoas se misturam para fora do camarote ou muito bêbados ou muito envolvidos com a companhia deles para perceber nosso intercâmbio.

"Eu gostaria de colocar a minha 'eu não dou a mínima" cara, mas eu não tenho uma, estranho."

"Andrew, baby..." sussurra a loira para ele, tentando diminuir seu ataque inexplicável.

"Se você for esperto, você vai ouvir sua mulher," eu fico olhando para ele com um olhar intocável não sentindo nenhuma culpa ou o menor sinal de vergonha do que ele pode ter ouvido falar de mim. Eu não dou desculpas por ser eu e eu não reconsidero minhas decisões.

Mas agora eu estou curioso sobre este homem, especialmente quando a minha equipe está no meio de uma investigação para descobrir a identidade do criminoso que tinha estado atacando a mim e a minha família. Isso só pode estar relacionado. Este homem não parece estar saltando nenhuma refeição ou tomando cuidado com os preços de suas compras.

Dando três passos para a frente, ele está prestes a ficar cara a cara comigo. Imediatamente Taylor fica entre nós mas eu o seguro. Vamos ver qual é o problema do filho da puta.

"Eu não recebo ordens de uma mulher." Seu sussurro é tão alto como se ele tivesse gritado. Minha mão serpenteia para fora com a velocidade sutil de uma cobra e o agarra pelo pescoço. O choque com a facilidade com que eu o torno impotente está escrito por todo seu rosto. Eu ainda o deixo respirar, mas mal.
"Andrew... Hmm. Qual é o sobrenome desse filho da puta?" Pergunto friamente para a loira.

"Easley," ela murmura com os olhos arregalados, ficando pálida como um fantasma. "Por favor!"

"Christian!" Ana parece horrorizada. Eu a vejo pela minha visão periférica se aproximando de mim e ela levanta a mão para segurar meu braço.

Eu levanto o dedo para interrompê-la. "Alguém precisa colocar o temor de Deus nele, e mostrar-lhe como ele deve respeitar seus superiores." Os lábios dela tensionam em uma linha fina, as sobrancelhas se juntam e o azul de seus olhos fica mais escuro. Ela está louca de raiva.

"Leve minha esposa para o carro, Taylor!"  Ele está descontente com o desenrolar. Claramente Taylor não quer me deixar sozinho com o criminoso cujo nome alegadamente é Andrew Easley. Mas Sawyer está aqui. Eu preciso de Taylor cuidando de minha esposa e levando-a para a segurança.
  
"Senhor?"

"Christian!" Ambos gritam juntos com um fluxo de emoções e preocupações diferentes. Taylor tem trepidações e Ana está furiosa como de costume. Mas eu não tenho tempo para qualquer um deles.

"Eu vou sair com Sawyer logo que eu acabe de falar com o Easley aqui." Minha voz é baixa e firme, calma e controlada.

Ana tenta me puxar pela minha mão esquerda.

"Taylor!" Minha voz está envolvida com uma ordem inconfundível.

"Sra. Grey, por favor!" Ele suplica para ela. Dando um passo para a frente, ele está pronto para agarrá-la e levá-la para fora.

"NÃO SE ATREVA!" O dedo de Ana aponta para Taylor.

"Sra. Grey," Taylor implora em um sussurro. Sawyer está cuidando de observar a sala esvaziar. A loira olha para Ana com embriagados mas meio suplicantes olhos.

"É isso que você..." Easley tropeça em suas palavras, então sua voz começa a ficar rouca, "faz com aqueles que enfrentam você?" Eu pressiono o dedo apenas o suficiente para silenciar sua caixa de voz, suas mãos estão tentando em vão afastar meu aperto vicioso.

"Christian, por favor!" Ana exige em seu sussurro baixo.

"Baby, eu não quero um cadáver em minha mão hoje." Então eu giro meu bandido e acrescento: "Andrew, quanto mais você se debate, mais meu aperto vai cortar seu suprimento de ar e machucá-lo. Eu sugiro que você pare de lutar," então eu me volto para minha aterrorizada esposa.

"Andrew e eu vamos ter uma conversinha aqui." Eu soo como se nós fôssemos velhos amigos batendo papo. Ana olha para mim com ceticismo.
"Afinal é justo que eu o ouça desde que ele fez tal esforço para ser ouvido. Agora vá para o carro com Taylor!"

Ana desobedece e Taylor não tem certeza do que ele deve fazer diante desses dois delinquentes. Minha mão ainda está na garganta do filho da puta; eu ergo minha cabeça e blasfemo para o teto.

Através da vista periférica da minha linha de visão eu vejo, ao mesmo tempo que Taylor, que a loira mergulhou a mão na carteira. Então ela tira seu celular e levanta-o com a luz vermelha de gravação acesa.

"Tudo bem, filhos da puta! Isso entããão está indo para o YouTube!" Enquanto Taylor assim como Sawyer reagem automaticamente às palavras e ações da loira, com um fervor inesperado minha esposa Anastasia Rose Grey atira a cadela loira de costas para a mesma parede onde Andrew está pregado e agarra o smartphone dela, esmagando-o no chão com os calcanhares pontiagudos de seus Louboutins. Então ela pula nele por segurança, enquanto cinco pares de olhos a olham surpreendidos.

"Quem ameaça meu marido ameaça a mim, cadela!" Então ela se vira para mim. "Você não é o único interessado nas MMAs." Minha esposa e meu treinador tem estado ocultando esse tipo de surpresa inesperado contudo ‘eu estou fodidamente excitado com isso’. Vou ter que ter uma conversa com Bastille sobre isso. Mas eu não estou descontente. Na verdade, a maneira como ela se transformou em uma leoa é absolutamente fascinante.

Black Magic Woman - Santana

"Eu só quero levar meu marido para casa em seu aniversário. Você fica, eu fico. Você vai, eu vou. Eu pertenço a você, lembra-se?" A determinação atada com sua preocupação torna difícil para mim engolir o nó formado na minha garganta.

Uma conversa silenciosa se passa entre mim e Taylor. Ele pega seu telefone e tira uma foto tanto do bandido como da loura com ele.

"Identificação!" Ele ordena. A loira pega a sua com as mãos trêmulas e a estende para Taylor, que então tira uma foto dela e sem se preocupar em pedir ao bastardo debatendo-se sob minha mão, ele revista-o de forma eficiente e também tira uma foto da sua identificação bem como de seu cartão de visita. Taylor mostra o cartão para mim com uma sobrancelha ligeiramente levantada. O filho da puta está no negócio de fabricação de papel. Sem uma palavra Taylor coloca o cartão no bolso. Sua raiva bem contida reflete a minha com narinas dilatadas.

Quando eu retiro minha mão as visíveis impressões vermelhas dos meus dedos são evidentes em seu pescoço, logo abaixo de seu queixo. Tendo sido um Dom por anos você aprende a machucar deixando ou não marcas. Elas vão desaparecer antes de sairmos do estacionamento. Mas não a dor nem  seu orgulho e masculinidade feridos.

Ele tenta recuperar seu ego e grita com voz rouca incitando-me para um confronto. "É fácil lutar por trás de seus homens!" Eu me viro, vindo de igual para igual e invado seu espaço pessoal; ele é forçado a dar um passo atrás. No entanto, eu dou mais um passo em direção a ele. Nossos rostos estão a apenas um sopro de distância. Minha voz tem mesmo uma sugestão inconfundível de ameaça. Ela sai em um sussurro ameaçador.

 "Quando eu luto, eu sempre ganho. Mas se você foder comigo, eu vou trazer o inferno tão fundo no seu rabo que você vai desejar nunca ter me chamado!" O medo o faz engolir em seco. Seu pomo de Adão balança para cima e para baixo. Ele finalmente pisca como se acabasse de romper um feitiço que eu joguei em cima dele. Uma série de emoções horrorizadas cruzam seu rosto.

"Você realmente quer fazer um inimigo de um homem como eu que nunca se esquece de um inimigo?" Seus olhos finalmente desviam-se de mim.

Enquanto eu me viro para sair, ele encontra sua língua.

"Você afastou o maior fornecedor de madeira e desmantelou-o para satisfazer seu ego enorme, fazendo com que os fabricantes despencassem e reposicionassem outros. Os preços saltaram para duas vezes mais e a margem de lucro ficou diminuída até que eles baixassem. A maioria de nós perdeu milhões de dólares. Fabricantes menores fecharam, tudo graças a você! "

"Isso deve ter sido uma lição aprendida então. Não foda comigo!"

Quando eu pego a mão de Ana, eu posso sentir seus músculos ficando rígidos e eu sinto o olhar penetrante de Easley em mim enquanto nós saímos.

"Talvez eu não, mas alguém irá..." Eu não sei se ele disse isso ou eu imaginei. Uma sensação desconfortável se instala em nosso grupo de quatro. Eu tenho uma necessidade urgente de dar uma surra nele. Mas eu não posso voltar a meus impulsos. Eu preciso manter o controle.

"Sr. Grey, Sawyer vai levá-lo para o carro. Eu preciso de três minutos," Taylor murmura.

"Muito público," eu sussurro, com uma sobrancelha arqueada.

"Não para o que eu preciso fazer."

"Três minutos e nem um minuto mais." Ele se vira nos calcanhares e imediatamente sai enquanto Ana olha para mim questionando. Seus olhos seguem Taylor, preocupada.

"Vamos baby."

"Onde Taylor está indo?"

"Recadinho." Ana fica em silêncio. Não é o bom tipo de silêncio, mas o de quando ela está meditando silenciosa sobre fazer algo.

"O que quer que você esteja pensando em fazer,” eu digo virando-a para mim enquanto eu seguro ambos os seus ombros, "não faça."

"Christian, um estranho apenas acusou você de alguma coisa e você o sufocou!"

"Baby, se eu quisesse sufocá-lo, eu o teria sufocado. Eu nem mesmo estava segurando-o com força suficiente para contrair suas vias aéreas."

"Eu podia ver que ele estava aterrorizado com você! Eu estava preocupada com o que eu sentia, você poderia feri-lo gravemente..." Não são as palavras dela, mas seu comportamento, o que ela não diz, que me preocupa. O incidente está finalmente chegando a ela. Ela está tremendo.

"Você estava com medo de mim?" Ela não responde. Mas ela não precisa. Seu corpo inteiro está tenso.

"Você ainda está?"

Ela fecha os olhos e respira fundo.

Antes que ela possa responder, Taylor nos alcança. Eu seguro a mão da minha esposa apertada e nós caminhamos para o SUV. Taylor abre a porta e eu deixo Anastasia entrar no veículo e a sigo dentro do carro. Quando o SUV começa a se mover, eu me viro para ela.

"Ana?"

"Estou preocupada que você ainda tenha suas antigas tendências. Talvez você tenha a necessidade de machucar alguém. Talvez porque você não libera esse aumento de pressão desse seu lado, o estresse acumula-se e eu estou preocupada que você pode apenas explodir de uma forma prejudicial." Eu posso ver suas velhas inseguranças crescendo. Seus olhos estão arregalados e ela está tremendo. Eu estou boquiaberto com sua declaração. Estou sem palavras. É isso que eu estou aparentando? Eu estou muito estressado com este criminoso à solta ultimamente?

"Você quer infligir dor a alguém?" Ela pergunta com uma voz trêmula.

Eu não afasto meus olhos dela. Eu não pisco por um longo momento. Eu estou com medo de que se eu fechar meus olhos ela irá desaparecer. Um lado de mim quer dizer a minha esposa o que eu penso, o outro quer permanecer reticente. Mas eu tenho que dizer alguma coisa para ela colocar suas preocupações para descansar. Eu exalo a respiração que eu estive segurando e falo depois de tomar outra respiração profunda.

"Eu sou muito fluente em um idioma universal: Dor. Levei anos para dominar a arte de inflingir dor e não causar danos. Eu não estava lhe causando qualquer dano. Ele me atacou publicamente. Lembra-se?" Ela balança a cabeça e segue em frente com seu interrogatório.

"Eu vi isso nos seus olhos. Diga-me, você realmente queria machucá-lo? "

Eu não abaixo minha cabeça ou me afasto dela. Eu olho em seus olhos sem piscar.

"Sim,” eu sussurro com firmeza. Decididamente. "Eu queria machucá-lo. Muito. Mas não o fiz. Não mais do que eu fiz apenas para mantê-lo sufocado.” Na verdade, eu tive que me conter porque Ana apenas não ia embora. Mas daí eu não queria forçá-la mais porque eu não sabia o que e se alguma coisa estava esperando por ela do lado de fora em um lugar lotado, ou se esta era apenas uma distração para ter nosso grupo separado por este casal.

"Por quê?" A única palavra reflete os muitos pensamentos cruzando sua mente. Sua inquietação, torcendo as mãos, os olhos arregalados e sua respiração rápida são sinais indicadores de tempestades fermentando em sua mente.

"Quando se trata de você e nosso filho eu estou protegendo o que é meu,” eu digo olhando profundamente em seus olhos, "nada vai me impedir. Eu faria qualquer coisa para proteger você e Teddy. Sem negociação."

Então eu me lembro como ela reagiu à cadela loira. Meus lábios se curvam na aparência de um sorriso. "Eu não acho que você é muito diferente do que eu sou. Você estava quase punindo a loira, como um guerreiro," digo com um sorriso malicioso, lembrando como ela saltou sobre o smartphone quebrando-o.

"Bem,” diz ela em um tom calculado, "escusado será dizer que eu também protejo o que é meu. E você é meu marido. Quem quiser machucá-lo vai me encontrar diante deles."

"Eu realmente aprecio o seu esforço,” eu digo. Isso é algo que eu não teria feito antes e que seria castigo merecido com qualquer um outro. Porque ela estaria se colocando no caminho do perigo diretamente. Este era o trabalho de Taylor e Sawyer. Não de Ana. Mas eu vou lidar com eles mais tarde. Ana no entanto optou por agir por instinto. Atualmente, eu não estou muito certo se eu estou mais excitado devido a isso ou zangado. Talvez partes iguais.

"Você acha que sua esposa ajudando você era apenas um esforço?" Ela arranca sua mão para longe de mim. "Você qualifica isso como um esforço?" Ela está fodidamente irritada.

"Ana!" Minha voz é calma como confrontando um animal selvagem. "Eu tenho muitos rivais que podem ou não ser inimigos. Todos os homens em minha posição tem."

"Christian, aqui não é Seattle. Aqui é São Francisco. Taylor e eu conseguimos manter este segredo de você para surpreendê-lo. Supostamente ninguém saberia que estamos aqui. Eu estou um pouco assustada. Se esse homem soube que estaríamos vindo para cá, como é que ele soube? Se foi uma coisa aleatória quantos inimigos você tem? Eu vou me preocupar cada vez que você sair de que alguém está lá fora para pegar você." Sua voz falha no final.

Eu desato seu cinto de segurança e a puxo para o meu colo.

"Baby, todos esses medos são infundados." Eu tenho uma grande suspeita de que tudo o que tem acontecido ultimamente está ligado.

"Eu não penso assim," ela balança a cabeça com firmeza, medo e preocupação enlaçando sua voz.

"Este não pode estar ligado. Eu peguei o bilhete na última hora. Na verdade era tudo em nome de Taylor. Quero dizer tomamos todas as precauções necessárias que você esperaria de nós que tomássemos,” diz ela acenando na direção de Taylor, que deve ter sido muito insistente. Eu preciso falar com Taylor para ver o que ele descobriu. O percurso até o hotel é em silêncio, com pensamentos gritando na minha cabeça em plena velocidade, como dez estações de rádio diferentes detonando ao mesmo tempo. Eu agarro Ana apertado como se alguém fosse arrancá-la de mim. Eu finalmente a sinto relaxar em meus braços desde que deixamos o edifício. Ela passa a mão pelo meu cabelo esfregando suavemente para me acalmar, mas nada menos do que pegar o criminoso e aquele ou aqueles por trás dele iria difundir o pesado desconforto assentado nas minhas entranhas.

"Nós devemos chamar mamãe para ver se Teddy está indo bem," murmuro, distraído.

"São quase duas horas. Eu vou mandar uma mensagem para Mia. Ele deve estar dormindo agora,” ela se vira para agarrar sua carteira e tirar seu Blackberry. Rapidamente corre os dedos sobre as teclas virtuais e antes de eu dizer algo mais, ela enviou sua mensagem.

"Sua mãe e Mia queriam mantê-lo esta noite então teríamos algum tempo sozinhos."

"Eu não iria dizer boa noite para ele?" A decepção e a ligeira pontada na minha voz que me diz que eu sinto falta do meu filho, tanto me surpreende como me alivia.

"Christian, você sabe que ele está dormindo e se ele acorda vendo você, ele nunca vai querer voltar a dormir." Logo o texto de Mia ding no telefone de Ana.

* Tudo está bem aqui. O Pequeno Príncipe foi um perfeito anjinho & está dormindo como deveríamos todos estar fazendo. Quem disse que bebês eram difíceis devia estar mentindo. *

Eu reviro os olhos para a mensagem de minha irmã. Ana sorri pela primeira vez desde que deixamos o concerto.

"Diga algo reconfortante para mim," Ana sussurra de repente me abraçando apertado. Eu a abraço de volta com mais força.

"Eu quero o seu tom para me confortar; na verdade, eu não quero saber o que você está dizendo. Apenas... me conforte com palavras suaves."

Ela coloca a cabeça na dobra do meu pescoço e me viro para beijá-la ligeiramente.

"Tu es à moi. Tu es à moi..." Eu sussurro suavemente e ela treme em meus braços. Meus dedos correm em suas costas. 'Você é minha. Você é minha... " Eu repito minhas palavras suavemente até que ela sinta o que estou querendo transmitir em seu corpo inteiro. Quando eu paro seus dedos desenham meu rosto.

"Diga isso de novo,” ela murmura.

"Tu es à moi et je suis à toi. J'ai toujours été à toi. Toujours. Toujours. Toujours..."  Você é minha e eu sou seu. Eu sempre fui seu. Sempre. Sempre. Sempre... Eu sussurro isso uma e outra vez em seu ouvido até que cada músculo em seu corpo relaxe. Eu preciso sentir que o que é meu está seguro e ela sente isso em cada fibra do seu ser. Um mundo onde minha esposa e meu filho não estão seguros é aterrorizante. É um lugar vulnerável. Eu não fico vulnerável. Quando o SUV entra no estacionamento subterrâneo, os olhos de Ana, finalmente, fecham, exaustos. Quando Taylor abre a porta para nós, eu puxo Ana para mim.

"Eu posso andar Christian," ela murmura meio adormecida. Taylor e eu bloqueamos os olhos brevemente e ele acena uma vez concordando para responder minha pergunta silenciosa. A viagem de elevador para o nosso andar não é longa e eu abro a porta para a nossa suite. Eu pego minha esposa e a levo para o nosso quarto.

"Christian, eu queria que essa noite inteira fosse especial,” ela começa agora totalmente desperta.

"Oh, baby, não se preocupe com isso. Vai ser uma noite muito especial. Eu preciso dar instruções ao Taylor e eu volto logo, ok?" Eu relembro a ela.

Ela revira os olhos e me deixa fora enquanto ela entra no banheiro com sua pequena bolsa a reboque.

"Eu preciso de você dormindo ou pelo menos na cama no momento em que eu voltar."

"Basta ir, por favor!" É sua resposta abafada, bocejando.

Taylor está esperando por mim na sala de estar.

"Bem?" Eu sondo com os braços cruzados.

"Eu verifiquei os bilhetes deles," ele diz misturando as imagens em seu telefone. Ele levanta os canhotos dos ingressos.

"Isso quer dizer alguma coisa?" Eu levanto uma impaciente sobrancelha.

"A data de compra mostra várias semanas atrás. A Sra Grey e eu compramos o bilhete para o concerto apenas recentemente. A menos que ela tenha falado com alguém mais sobre sua intenção de comprar o bilhete, eles nunca saberiam quem estava comprando um outro bilhete. Além disso, não poderia ter sido na mesma sala."

"Há outra possibilidade," Eu elaboro. "E se eles trocaram com alguém que tinha os bilhetes na mesma área onde estávamos?"

"Plausível mas improvável, Sr. Grey."

"Explique!"

"O homem está no negócio de papel e no caminho para o hotel eu coloquei Sawyer para fazer uma pequena pesquisa on-line. Adivinhe quem era seu fornecedor de madeira?"

"Lincoln?" Eu digo boquiaberto.

"Sim, senhor! Deve ter conseguido um bom negócio ou tinha um longo relacionamento de negócios com a empresa do Sr. Lincoln. Aparentemente a empresa de Andrew Easley perdeu vários milhões de dólares em ganhos e perdeu alguns contratos. Não fazia as primeiras páginas claro."

" Chame Welch e o tenha cavando mais fundo."

"Já está feito, senhor. Sawyer lhe enviou uma mensagem de texto. Eu vou estar falando com ele, tão logo terminemos aqui. O homem não representa uma ameaça imediata.”

"Você está absolutamente certo?"

"Estou bastante certo." Eu respiro fundo e ritmado. Então eu viro para encarar Taylor.

"Quero relatório completo de suas descobertas sobre este filho da puta e seu relacionamento com Lincoln ou Madereira Lincoln. Se quaisquer outros filhos da puta estão lá fora como aquele bastardo, eu preciso saber isso."

"Sim, senhor."

Todas as preocupações têm de ser deixadas de lado por esta noite. Eu só quero ficar perdido em minha esposa. Durante toda a noite, até que, os demônios de nós dois sejam exorcizados.

28 comments:

Thais Meire Pires Rocha said...

Só tenho a agradecer a Emine fougner e Neusa reis ,vocês são muito especiais.

Gorette Cavalcanti said...

lindo capitulo Emine. continue esta historia que amo muito.

Silvia Ligieri said...

Lindíssimo capítulo! Nosso CG possessivo! Magnânimo com Ana! Amoroso para Ana! Sempre!
Palavras de tirar o fôlego:
"Você é minha e eu sou seu. Eu sempre fui sempre. Sempre. Sempre. Sempre..."
Possessivo e encantador!
Obrigada, Emine!
Obrigada, Neusinha!
Mande mais CG para nós!

Jeanine said...

Que maravilha! Estava com saudades !!! 😍😍😍 Obrigada Emine e Neusa por nos proporcionar essa linda leitura.

Mónica Alexandra Martins Alves Pernadas said...

Simplesmente lindo Christian no seu melhor e Ana a defender o seu homem,sem palavras obrigado Emine e que querida Neusa.e continuem............... beijocas grandes

Cláudia Regina Neves said...

Obrigada,estava ansiosa por esses capítulos em Português,obrigada Emine e Neusa :)

Cláudia Regina Neves said...

Obrigada! :)

Anonymous said...

Ebaaaaaa! Estava com muitas saudades...

Pipa Ferreira said...

Nem acredito que tem capitulo novo. Amo esse casal

Cacau Monteiro said...

Show de capítulo, e o melhor de tudo Ana cuida deste homem, com a mesma intensidade dele. E parabens minha,querida Emine pelo seu retorno, Obrigado

50loucuras said...

Até que fim.. Já estava com suadados. Não suma de novo emine. Capítulo maravilhoso...

Roberta Alencar said...

Ai meu Deus! não acredito! Dois capítulos. Eu te amo Emine e Neusa. Deus as abençoe.

Anonymous said...

Oi Emine, q capitulo maravilhoso, ver esse amor do CG com Ana com tanta intensidade é fabuloso.
Quem sera esse q vem confrontar Christian, ele e Ana não tem sossego, q já aparecem inimigos para confronta-lo.
Obrigada Emine, estava com saudades dos capítulos. E Neusa parabéns pela tradução como sempre impecável.
Obrigada YaraSuzana

Rosangela Maria Cabral Corvalan said...

Capítulo maravilhoso!
CG sempre surpreendendo Ana com demonstração de amor eterno!

Mais um inimigo? Mais uma armação de Lincon?

Obrigada, Emine pelo capítulo maravilhoso e obrigada, Neusa por tua dedicação!

Vamos ao cap. VII

Beijos

Joelma Franco said...

Obrigada por mais um capítulo maravilhoso!!!

Joelma Franco said...

Obrigada por mais esse capítulo maravilhoso!!!

Lary said...

Capítulo novinho em folha!
Obrigada, Emine, por esse capítulo lindo!
Muitíssimo obrigada, Neusa, por sua dedicação incansável!

Aldalúcia Pompeu said...

Lindo D +!!! UMA TRAMA SURPREENDENTE COM DIÁLOGOS BEM ARTICULADOS. CONCLUSÃO : DEIXOU UM GOSTINHO DE QUERO MAIS. PARABENS! BEIJOS...

Jacira said...

Obrigado Neusa! Estava com saudades de vcs e nossos personagens favoritos.

Chobeluka said...

Maravilhoso, adoro, cada linha e fica desesperada sempre esperando o prõximo capitulo. bjs

Anonymous said...

Maravilhoso, adoro, cada linha e fica desesperada sempre esperando o prõximo capitulo. bjs

Daniela Martins said...

Boa tarde, Emine!
Olá, meninas do cafezinho!
O que dizer desse capítulo?!?!? Que toda essa espera valeu a pena!
Fico imaginando nosso casal indo ao show da Diva! E Ana defendendo Grey: foi demais!
Obrigada, Emine! Obrigada, Neusinha!
Bjks

Gabriela Vieira said...

obrigada, obrigada, obrigada!!!! Adorei, sou sua fã...por favor, se puder dê notícias das sequências da série Pella...bjoss

KELLY MORAES said...

Apesar da ansiedade por esta leitura maravilhosa, foi um prazer esperar para retoma-la. Vocês são incríveis!!! Parabéns!!! Só tenho a agradecer pela oportunidade sem igual. Beijos

KELLY MORAES said...

Apesar da ansiedade por esta leitura maravilhosa, foi um prazer esperar para retoma-la. Vocês são incríveis!!! Parabéns!!! Só tenho a agradecer pela oportunidade sem igual. Beijos

Deise said...

Queridas Emine e Neusa, q surpresa para o aniversário de CG linda... Ana se mostrando cada dia mais confiante e admirável.... Parabéns pelo trabalho lindo de vcs... saudades de seus comentários...

Anonymous said...

Alguem Por Favor, Pode Me Dizer Quando Vai Sair O Capitulo 8, E Neusa Eu Admiro Seus Esforços Para Traduzir Os Capítulos, Me Respondam Por Favor ....

Dani Soares said...

Nem fala...
Acho que ela nunca deu tanto espaço de tempo, as suas publicações!