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Monday, July 1, 2013

LIVRO III - CAPÍTULO IX – Christian e Anastasia FanFiction

 

LONDRES

Above, the fair hall-ceiling stately set

Many an arch high up did lift,

And angels rising and descending met

With interchange of gift.

Alfred, Lord Tennyson, “The Palace of Art”

CAPÍTULO   IX
Tradução: Neusa Reis

"Boa noite, Sr. e Sra. Grey," Geoffrey, o mordomo pessoal nos cumprimenta depois que eu entro em nossa cobertura com Anastasia em meus braços, cruzando outro limiar, Taylor me seguindo com a nossa bagagem.

"Benvindos ao Sheraton Park Tower Hotel. Espero que você tenha uma estadia agradável. Como posso servi-los esta noite?” Ele pergunta com os olhos brilhantes, expectante. Eu não queria o mordomo hoje à noite, mas ele já está aqui.

Anastasia olha para mim depois que eu a deixo ficar em seus pés, divertida. Ela já sabe que eu queria que ficássemos sozinhos, logo que possível.

"Geoffrey, não vamos precisar de seus serviços esta noite," eu digo, e seu rosto cai, ele estava esperando para fazer algo por nós.

"Mas, você pode cuidar das necessidades de Taylor hoje à noite,” eu digo apontando para Taylor, cujos olhos se arregalam. Ele não tem certeza se ele me ouviu corretamente.

"Senhor?" Taylor consegue pronunciar.

"Geoffrey, atenderá suas necessidades, esta noite, e eu acho que nós vamos nos recolher, uma vez que tivemos um dia muito longo,” eu respondo, com um rosto impassível. Ele cora carmesim. Taylor nunca teve ninguém o servindo, além da Sra. Jones, e eu não quero saber a extensão do serviço. Isso é entre os dois.

"Sim, senhor. Vamos, Geoffrey,” diz ele aquiescendo, e apressa o mordomo fora da cobertura.

"Bem, Sra. Grey," eu digo olhando para minha esposa com olhos escuros. "Estamos sozinhos por fim."

"Aqui nós  estamos, Sr. Grey. Agora que estamos sozinhos, o que você pretende fazer comigo?” Ela pergunta timidamente.

"Você está flertando comigo, Sra. Grey?"

"Eu com certeza estou, Sr. Grey,” diz ela, olhando para mim através de seus longos cílios.





"Venha,” eu pego a mão dela, "vamos encontrar o quarto e o banheiro. Acho que precisamos de um banho." Sua respiração prende  e ela olha para mim desejosa; sua resposta me excita ao máximo. Nós entramos em um quarto grande, com janelas de parede a parede, com vista para o London Eye e Hyde Park.

Anastasia dá uma olhada na vista cintilante e ela está hipnotizada. "Wow! É completamente incrível,” ela exclama, seus olhos paralisados ​​com a vista à sua frente. Eu a deixo olhando para fora da janela enquanto eu encontro o grande banheiro de mármore; despejo um pouco de óleo de banho na água e deixo correr a água do banho. Uma vez que a água lentamente começa a encher a banheira, ela começa a formar espuma e um cheiro muito doce de jasmim enche o banheiro, enquanto a espuma cresce, eu espalho pétalas de rosas vermelhas da cesta, na água do banho. Acendo as velas perfumadas novas, criando um clima. Eu finalmente volto para a minha esposa, que está de pé e olhando o horizonte de Londres diante dela, completamente hipnotizada com sua beleza. Venho por trás dela e envolvo meus braços ao redor de sua cintura e acaricio seu pescoço, puxando seu corpo para o meu. Este é o céu!



"Parece que você está apreciando a vista, Sra. Grey," eu digo mordiscando seu lóbulo da orelha. Ela inclina a cabeça para o lado para me dar acesso fácil.

"Sim. Estou amando isso! Para o que eu estou olhando, Christian? Eu reconheço o London Eye e Hyde Park a partir das imagens que eu vi. Mas quais são os outros edifícios?” ela pergunta.

Sem soltá-la, eu aponto com a minha mão direita, com meu braço esquerdo ainda envolto em torno dela, e a minha frente alinhada com suas costas, eu aponto para o lado esquerdo do panorama: "Vê aqueles arranha-céus na esquerda, para lá?” Eu pergunto, e ela confirma com a cabeça.

"Isso é Gherkin. É o principal distrito financeiro de Londres. Sua Wall Street,” eu digo, e ela aponta para o London Eye.


"Essa roda gigante é o London Eye. O que é isso por trás dela?”

"Bem, essa roda gigante está situada nas margens do famoso rio Tâmisa."




"Oh, sim, eu gostaria de ver o Tâmisa. Eu sempre amei o poema de Kipling descrevendo o rio.

Twenty bridges from Tower to Kew,
Wanted to know what the River knew,
Twenty Bridges or twenty-two,
For they were young, and the Thames was old
And this is the tale that River told...*(N.T. poema integral no final do capítulo)

"Sra. Grey, você nunca deixa de me surpreender. Estou muito feliz que você goste de Londres. Eu teria o maior prazer de mostrar-lhe tudo o que você sempre quis ver,” eu digo, animado com a perspectiva de colocar a cidade de Londres diante de minha esposa.

"O prédio atrás da London Eye é a famosa Catedral de St. Paul."



"É uma catedral anglicana?” ela pergunta me fazendo sorrir.

"Bem, sim, eu diria que na Inglaterra a maioria das igrejas é. Fica na Ludgate Hill, que é o ponto mais alto de Londres, e eu acredito que é a sede do Bispado de Londres,” eu explico.

"Eu acho que a família real tem a maioria de seus eventos importantes, como casamentos, funerais e batizados na Abadia de Westminster. Podemos, por favor, por favor, visitá-la? Eu quero ver lá o Canto do Poeta!” Ela pede.

"Anastasia, você me surpreende a cada esquina. Sim, eu não vejo por que não podemos fazer isso amanhã, mas, primeiro, eu quero levá-la para aquela banheira de mármore lá, e me perder em você! Venha!" E eu, levantando-a em meus braços, a levo para o banheiro de mármore pálido.


O banheiro está repleto com os aromas de frésia e rosa. Quando Anastasia entra comigo, sua boca está aberta, com a vista à sua frente. Eu estou diante dela e a olho com olhos escuros. E seu lábio vai para o cativeiro de seus dentes. Eu me inclino para frente e puxo o lábio com o meu e o chupo, fazendo-a gemer. Eu inclino seu queixo para cima, e o seguro no lugar, e começo a beijá-la. O desejo desperta nela  e ela retribui totalmente, enfiando a língua na minha boca com força, e suas mãos começam a desabotoar a camisa de linho branco. Incapaz de desabotoar os dois últimos botões, ela puxa-os, para além de frustrada, espalhando os botões ao redor do chão do banheiro, que rolam e finalmente param. Sua paixão me faz sorrir, enquanto eu continuo a devorar seus lábios.

"Marido, eu quero você!" Ela respira em minha boca.

Eu quebro nossa conexão, e pego a bainha de seu vestido e o retiro. Ela está diante de mim em seu sutiã e calcinha rendada. Os topos de seu peito estão aparecendo e empurrados para cima com seu sutiã, tornando-os do tamanho perfeito para caber em minhas mãos. Eu puxo a copa do sutiã para baixo e capturo seu mamilo entre os dentes, fazendo-a ofegar. Enquanto eu o seguro entre meus dentes, suavemente, a minha língua brinca com ele, rolando-o. Ele se estende e se alonga sob meu assalto. Minha mão esquerda puxa a outra copa do sutiã e eu preciso de seu outro mamilo e seio sob meus dedos. Ela inclina a cabeça para trás e geme, eu sorrio e chupo mais.

"Agh!" Ela geme, e ambas suas mãos mergulham no meu cabelo, empurrando-me em seu peito. Minha boca percorre por entre seus seios, para seu umbigo, para a barriga, e acima de seu osso púbico. Ela suspira e geme.

"Silêncio agora, baby,” eu digo, e eu mergulho um dedo em seu sexo e depois dois. Ela está completamente molhada, e empurrando sua pélvis na minha mão. "Como você está pronta para mim, baby!" Eu digo, minha voz reverente.

Eu me levanto imediatamente e deslizo a calcinha dela, e ela cai a seus pés; eu a faço sair dela. Eu puxo-a para mim, minhas mãos enroladas ao seu redor para encontrar o fecho de seu sutiã, enquanto minha excitação escava através do tecido grosso da minha calça jeans. Ela esfrega sua pélvis em mim avidamente, a fim de ter uma idéia de minha ereção.

"Você tem muitas roupas..." ela se queixa.

"Eu não vou parar você, baby. Você pode tirá-las,” eu digo com o meu olhar cheio de desejo por ela. Suas mãos descem, e habilmente desatam o primeiro botão da minha calça jeans, e eu ouço o ruído do zíper, sem afastar o meu olhar dela. Sem tirar minhas calças e a boxer fora, ela mergulha sua mão na minha calça, num gesto ousado, agarrando minha ereção e acariciando minhas bolas, para cima e para baixo, para cima e para baixo, em um movimento rítmico. Meus lábios fazem a forma de um 'o'  com seu ataque repentino. Embora seja inesperado, é quente como o inferno. Sua  outra mão mergulha e viaja para trás, primeiro acariciando e, em seguida, apertando minha bunda. Finalmente, ela  move ambas as mãos, patinando em volta da minha cintura, e deixa meus jeans e a boxer caírem para o chão, ao mesmo tempo.

O meu olhar está bloqueado nela, e eu sei o que ela quer fazer a seguir. Ela olha para mim através de seus longos cílios. Eu nunca vou me satisfazer com esta visão, Anastasia no chão diante de mim, como uma deusa, e seus lábios em torno de minha masculinidade. Seus lábios embainham meu pau lentamente, sua língua rodando em torno da ponta, ligeiramente chupando, concentrando-se na ponta, então ela mergulha a cabeça, e leva-me todo, enquanto a língua viaja no meu comprimento, dando-me a mais deliciosa sensação de formigamento que eu já experimentei. Quando ela puxa a boca para trás, ela ligeiramente roça meu pau com os dentes enquanto a língua fornece a sensação de prazer. Ela está aprendendo a dar os dois, dor e prazer ao mesmo tempo.

Eu não quero gozar assim, e fazer desta uma curta experiência. Eu lentamente, mas com relutância, puxo Anastasia, e mezclo seus lábios com os meus. Primeiro lentamente, moldando um ao outro, então o desejo toma conta de mim, e eu a beijo ardentemente, sugando, e mergulhando a minha língua em sua boca, se debatendo com a dela, deixando ambos sem fôlego e querendo mais.

"Baby, enrole as pernas em volta de mim,” eu digo, enquanto eu a levanto do chão. Ela faz o que lhe é dito. Guiando minha ereção para dentro dela, eu a abaixo lentamente, e nós nos fundimos profundamente, até o punho e começamos  a nos mover. Ela envolve seus braços em volta de meu pescoço, e seus lábios encontrando os meus, ela se levanta e se abaixa no ritmo dos meus impulsos, certificando-se que ela recebe o atrito máximo. Minhas mãos estão segurando-a abaixo de sua bunda, e enquanto ela desce no meu pau, eu bato forte na bunda dela, perto de seu sexo, e ela geme de prazer. Eu troco as mãos, e bato nela com a mão direita em sua nádega esquerda, ainda perto de seu sexo, durante sua descida. Ela morde meu lábio inferior ligeiramente.

"Eu vou nos mover para a banheira,” murmuro em sua boca, e quando ela diminui seus movimentos para cima e para baixo, ando alguns passos para a banheira de mármore, e coloco um pé e depois o outro e, finalmente, lentamente, afundo na água quente com sabão, com minha esposa ainda montando meu pau. Quando na água, minhas mãos se movem para os seios, cobrindo-os e os meus lábios descem em um deles, capturando-o na minha boca, sugando e girando minha língua nele. Ela inclina a cabeça para trás, e o movimento empurra o peito ainda mais na minha boca, e seu rabo de cavalo atinge a espuma, se molhando. Ela continua a montar, para cima e para baixo e gira os quadris para esfregar em um local particularmente especial, me fazendo sorrir.

Minhas mãos viajam para suas nádegas, orientando-a em seus movimentos, e eu começo a empurrar nela com força, enquanto ela desce em cima de mim. Nossos lábios se encontram novamente, e desta vez as línguas duelando, e nós dois estamos gemendo, alcançando nosso auge juntos. Quando ela cai no meu peito, eu empurro nela três vezes mais, encontrando minha própria satisfação, perdido no momento, e perdido em minha esposa.

"Oh, Anastasia! Eu amo você demais!” Eu digo com fervor, enquanto eu a seguro perto de mim.

"Eu também amo você, Christian,” ela responde, e se aconchega no meu peito, derramando água, sem quebrar nossa conexão. Eu sorrio para ela.

"Deixe-me lavar você,  baby,” eu digo, e lavo minha esposa, seco-a e a levo para nossa cama, onde logo adormecemos.

*****

Eu acordo antes de Anastasia, como de costume. Eu não preciso de tanto sono. Eu olho para sua figura dormindo encostada no meu cotovelo, com os cabelos espalhados sobre o travesseiro. Enquanto ela ainda está dormindo, eu alcanço o meu Blackberry e mando um texto para Taylor, em seguida, coloco-o de volta na mesa de lado e viro e olho para minha garota dormindo. Ela parece tão jovem, tão inocente. Quando eu tento me mover, sua mão procura por mim em seu sono. Ela me quer na sua proximidade. Tomo a mão procurando por mim e beijo-a e prendo em meu coração. Seus olhos se abrem em pequenas fendas e um pequeno sorriso preguiçoso se arrasta sobre seus lábios.

"Bom dia, Sra. Grey," eu sussurro.

"Bom dia, Sr. Grey. Há quanto tempo você acordou?” Ela pergunta.

"Não faz muito tempo, há poucos minutos. Você está com fome?” Eu pergunto.

"Na verdade, esfomeada depois dos esforços da noite passada, Sr. Grey,” diz ela, ainda grogue.

"Sra. Grey, se assim o desejar, podemos revivê-los novamente esta manhã. Então, café da manhã ou sexo?”

"Sexo,” ela responde com uma voz ofegante, e um sorriso malicioso,  trazendo seus lábios até encontrar os meus.

"Eu estava esperando que você dissesse isso," eu digo e empurrando-a para baixo no colchão, eu cubro o corpo de Anastasia com o meu.

Eu decido tomar café da manhã servido na nossa suíte porque eu quero dar o meu presente para Anastasia, na privacidade. Nós nos duchamos e vestimos, e voltamos para a sala, e Geoffrey está de pé num terno completo, com uma toalha branca pendurada em seu braço. Ele também está usando luvas brancas.

"O café da manhã está servido, Sr. e Sra. Grey," ele diz com uma voz culta. Ele nos dirige para as cadeiras da sala puxando a cadeira de Anastasia em primeiro lugar, e sentando-a e empurrando sua cadeira, em seguida, puxa minha cadeira e empurra.  Anastasia está comendo panquecas, bacon e omelete, chá Twinings English Breakfast, preto e saco fora, e eu, claras de ovos, torradas, frutas e café. Agradeço a Geoffrey e o dispenso.

"Isto é como ter uma Sra. Jones britânica e masculina," exclama Anastasia me fazendo rir.

"O que vamos fazer hoje, Christian?” Ela pergunta entusiasmada. "Há muuuuuitas coisas que eu quero ver em Londres! Eu nem sei por onde começar!”

"Que tal terminar primeiro o nosso café da manhã,” eu digo. O presente que eu quero dar para Anastasia está queimando um buraco em meu bolso. Depois que ela termina de comer suas panquecas,  limpando o prato dela, estou plenamente satisfeito.

"Sra. Grey! Eu deveria exercitar você com mais rigor na parte da manhã para garantir que você vai comer,” eu digo lascivamente. Ela me dá o seu sorriso de mil megawatts em resposta e toma um gole de seu chá.

"Eu tenho algo para você,” eu digo, minha voz rouca, meu rosto impassível.

"Oh,” ela pergunta. Eu pego o pequeno pacote embrulhado para presente do meu bolso, e dou a ela, sem quebrar o meu olhar. Seus olhos brilham.

Ela rasga a embalagem do pacote e encontra a caixa do Omega dentro. Abrindo-a, ela descobre o relógio Omega de platina alojado no interior da caixa. Ela olha para mim piscando.

"Isso é absolutamente lindo!” Ela sussurra.

"Vire-o e olhe atrás dele,” murmuro, e ela faz. Seus olhos se arregalam, e ela pisca várias vezes para empurrar as lágrimas.


Anastasia
Você é o meu mais
Meu Amor, Minha Vida
Christian

Ela diz em um tom suave. "Oh, Christian!” Incapaz de segurar suas lágrimas, e empurrando sua cadeira para longe, rapidamente ela corre para o meu lado e eu mal tenho tempo de me levantar e pegá-la, quando ela atira-se sobre mim.

"Você, marido, diz e escreve as coisas mais românticas que qualquer garota poderia desejar! Você é meu Mais, você é meu Amor, e você é minha Vida! Eu te amo demais!” Ela soluça em minha camisa de linho branco e funga.

"Hey! Eu não quero fazer você chorar! Silêncio agora..." Eu a acalmo e, segurando-lhe o queixo com o dedo indicador, eu beijo seus lábios, enquanto minha mão suavemente corre sobre seu cabelo.

"Seus lábios são sempre mais suaves depois de chorar, baby,” eu digo, e as lágrimas continuam a escorrer. "Eu te amo! Não chore... "

"Eu estou chorando porque eu estou muito feliz,” diz ela chorando.

"Sim, eu estou me acostumando com a idéia de que a felicidade às vezes provoca as lágrimas das mulheres,” eu digo sorrindo. "Mas, vamos lá, sem mais lágrimas hoje. Tenho muito planejado para nós,” eu digo sorrindo e tentando distraí-la. Ela enxuga os olhos com minha camisa.

"Para onde estamos indo?” Ela pergunta.

"Oh, mas um bom guia nunca iria divulgar seus segredos de comércio, baby,” eu digo. "Deixe-me mostrar-lhe Londres."

O primeiro lugar que eu instruo Taylor a nos levar é a Abadia de Westminster. Eu sei que ela iria adorar lá!


Nosso guia pessoal, Fredrick, nos encontra do lado de fora da Abadia. Ele é um homem jovem, provavelmente em torno de minha idade, com cabelos escuros e olhos azuis brilhantes. Ele é alto, e ele parece malhar regularmente e tem um comportamento amigável. Ele está vestido com uma camisa branca e gravata, e vestindo slacks com mocassins nos pés, provavelmente para andar o dia todo.

"Estou positivamente muito feliz em conhecê-los, Sr. e Sra. Grey. Meu nome é Fredrick Lovelace,” ele nos recebe com um sorriso genuíno, estendendo a mão.

Os olhos de Anastasia brilham com um olhar surpreso, e ela tenta reprimir seu sorriso depois de ouvir o seu último nome. Ela limpa a garganta, enquanto eu aperto a mão do guia.

"Mr. Lovelace, que grande  prazer em conhecê-lo,” diz ela, e aperta sua mão.

"O prazer é todo meu, senhora. Por favor, me chame de Fredrick,” diz ele, já encantado com a minha mulher,  segurando a mão dela um pouco mais do que o necessário. Ok, pare com isso! Ela é minha! Eu coloco meu braço em torno do seu ombro territorialmente e puxo-a para perto de mim, olhando para ele incisivamente.

Ele, então, volta-se para Taylor e diz: "Sr. Taylor,” em saudação. Inclino-me no ouvido de Anastasia e sussurro, "Mantenha-se chamando-o Sr. Lovelace." Não há necessidade de ser amigável com ele. Ela olha para mim estreitando os olhos. Eu sorrio para ela inocentemente.

"Vocês vieram para Londres em um momento muito agradável do ano,” diz ele em seu sotaque muito britânico, em um tom encantador. Eu seguro a mão de Anastasia, e aperto-a com força, fazendo-a sorrir. Situando-se a uma distância razoável da entrada, ele aponta grandiosamente com as mãos em direção a Abadia. "Por favor, observe o grande edifício que está se elevando diante de você. Abadia de Westminster, com suas grandes torres góticas subindo magnificamente e quase tocando o céu. O arco de alvenaria que você está vendo, se estendendo fora do exterior do edifício, ao longo do comprimento da nave da catedral, é arcobotante da Abadia de Westminster,” ( N.T. Arcobotante é uma construção em forma de meio arco, erguida na parte exterior dos edifícios  na arquitetura gótica para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas) ele explica e Anastasia ri.


Eu olho para ela com curiosidade. Ela sussurra em voz baixa: "Eu só pensava no odioso Sr. Collins."

"Quem?" Eu pergunto. Quem é o Sr. Collins, como ela o conhece, e por que ela está pensando nele agora - na nossa lua de mel?

"O primo de Elizabeth Bennett, que ficou tão encantado com a propriedade Rosings Estate de Lady Catherine de Bourgh que ele disse que, 'uma peça da chaminé sozinha custou 800 libras',” diz ela em um forte falso sotaque britânico. "Eu apenas pensei que era engraçado que ele está falando sobre o núcleo duro dos arcobotantes da Abadia de Westminster," ela sussurra, com um olhar malicioso, enquanto Lovelace ainda está discursando sobre a grandeza dos contrafortes. Só Anastasia para fazer tudo excitante.

Lovelace fala sobre a história da Abadia, e para minha surpresa, Anastasia devora toda a informação que ele está dando, com avidez. Quando finalmente entramos no edifício, encontramos a abadia banhada na luz do sol. A Abadia está aberta aos turistas e vários grupos estão fervilhando dentro e fora das portas gigantes,  com seus livros guia e guias turísticos estão proferindo suas palavras memorizadas. Anastasia gira 360 graus ao seu redor pegando tudo, e a enormidade da Abadia a deixa admirada ela. Ela respira fundo.

"Tem cheiro de metal e pedra fria, por algum motivo,” diz ela.

"Eu não sabia que pedra fria tinha um cheiro,” eu respondo brincando.

"Claro que sim. Eu acho que ela cheira como congestionamento e também como um velha alvenaria sem uso, tem gosto de agulhas, se sente como rigidez, e se parece com um real,  antigo prédio sem idade,” ela resume seus sentimentos.

"Sra. Grey, você nunca deixa de me surpreender,” eu digo, puxando sua mão. "Venha, quero lhe mostrar uma coisa especial, depois que  Lovelace terminar o seu discurso,” eu sussurro.

"A Abadia de Westminster pertence à Rainha e é independente do resto da Igreja da Inglaterra. Reis e rainhas foram coroados e enterrados aqui, desde 1066. Além da realeza, muitos dos heróis e eventos nacionais da Inglaterra são celebrados e relembrados aqui. Na verdade, porque tem a maioria dos reis e rainhas enterrados aqui, vou mostrar-lhes o poema de Francis Beaumont sobre os túmulos na Abadia de Westminster,” diz ele e começa a recitar em um tom muito poético, soando como um trovador.

MORTALITY, behold and fear
What a change of flesh is here!
Think how many royal bones
Sleep within these heaps of stones;
Here they lie, had realms and lands,
Who now want strength to stir their hands,
Where from their pulpits seal'd with dust
They preach, "In greatness is no trust."
Here's an acre sown indeed
With the richest royallest seed
That the earth did e'er suck in
Since the first man died for sin:
Here the bones of birth have cried,
"Though gods they were, as men they died!"
Here are sands, ignoble things,
Dropt from the ruin'd sides of kings:
Here's a world of pomp and state
Buried in dust, once dead by fate.”

Anastasia bate palmas de excitação. "Eu sempre quis ver esse poema aqui!"

"Está no Canto dos Poetas, senhora. Vou levar seu grupo lá agora,” diz Lovelace. Ele caminha lentamente, nos apontando vários artefatos e maravilhas arquitetônicas da igreja e finalmente, nos  encaminhamos para o canto sudeste da igreja. Luz solar flui através das janelas rosa acima.


"Sr. Grey pensou que este seria um local favorito para você,  senhora. O Canto dos Poetas é um santuário nacional para os escritores mais famosos da Grã-Bretanha. Na verdade, veio a ser por acaso,” diz ele parando, “através da presença da sepultura de Chaucer que é,  claro...” diz ele e Anastasia o interrompe.

"... O pai da Literatura Inglesa,” ela exclama fazendo todos nós olharmos para ela com admiração.
  

"Sim senhora! Precisamente! Você é muito inteligente! De fato. O túmulo está no transepto sul da Abadia, por aqui, Srta. Grey,” diz ele.

"Minha senhora Grey!" Eu  o corrijo.

"Minhas desculpas. Sra. Grey," ele se corrige. Cale a boca e pare de flertar com a minha esposa! Anastasia estreita os olhos sobre mim.

"Chaucer foi enterrado aqui em 1400. Então, seguiu-se o enterro de Edmund Spenser e assim começou a tradição de enterrar ou homenagear poetas, escritores ou dramaturgos neste canto da Abadia de Westminster."

 "Você está realmente andando sobre as sepulturas,” ele aponta para o chão.

"Eu pensei que Shakespeare não tinha sido enterrado aqui...” comenta Anastasia, depois de ver seu nome em uma placa.

"Ele não foi, minha senhora. Ele foi enterrado em Stratford-upon-Avon em 1616. O que você está vendo aqui é apenas uma homenagem,” diz ele, em seguida, então,  mudando de assunto, ele acrescenta:  "O único escritor americano homenageado no Canto dos Poetas é Henry Wadsworth Longfellow. Este belo busto,” diz ele apontando para um busto de mármore, “foi instalado em 1884."

"Coleridge, Samuel Johnson, Chaucer, Edmund Spenser, Robert Burns... Oh Deus! Christian, você pode imaginar o que esses gênios literários iriam falar uns com os outros, se eles pudessem sair diariamente! Simplesmente incrível! Obrigado por tornar meu sonho realidade, Christian,” ela exclama, e beija-me casta nos lábios, na companhia de dois seguranças britânicos que eu contratei, Taylor, e Lovelace. Eu retribuo o beijo da minha esposa com um ligeiro ardor.

"Você, de alguma forma, sabe exatamente o que eu quero!" Ela sussurra, corando.

"Como eu não poderia? É meu propósito de vida compreender minha esposa com o melhor de minha capacidade, e fazer seus sonhos se tornarem realidade,” eu respondo com uma voz que só ela pode ouvir.

Quando a turnê de Westminster está encerrada, Lovelace aperta minha mão, e quando Anastasia estende-lhe a mão, ele a pega, e beija-a por cima ligeiramente. Devagar, filho da puta!

Eu levo Anastasia ao One Twenty One Two Restaurant para o almoço. O restaurante está enfeitando as margens do Tamisa, One Twenty One Two é assim chamado por causa do número de telefone universalmente famoso, Whitehall 1212, em homenagem ao ex-vizinho do hotel, Scotland Yard. Está também a poucos minutos de teatros, Charing Cross e Trafalgar Square. O cardápio é requintado, e Ana quer sentar-se no terraço. Nós pedimos peito de pato Gressingham, linguado cozido com um caldo de marisco de açafrão. A carta de vinhos é impecável. Para sobremesa, tarte tartin  de banana caramelizada e compota de maçã de outono com creme calvados.
  

Depois do almoço eu levo Anastasia para o Kew Gardens, que é o Royal Botanic Gardens. É um lugar muito grande; eu só a levo para partes onde eu sei que ela estaria interessada.  A próxima parada é o Museu Britânico. Quando entramos, percebemos que é enorme e há um monte de coisas que Anastasia quer ver. Nós não poderiamos cobri-lo em um dia. Há África, Américas, Ásia, Grã-Bretanha, Egito, Europa, Grécia, Japão, Oriente Médio, Pacífico, Roma, bem como Museu e exposições. Anastasia bate palmas como uma criança pequena que está apenas sendo levada para sua loja favorita de doces. Ela grita de alegria!
  

"Oh meu Deus, Christian! Eu poderia passar dias aqui dentro!”

"Bem, nós podemos voltar amanhã. Nós só podemos passar um par de horas hoje, baby. Eu tenho planos para o jantar, e nós estamos indo para a ópera esta noite." Ela faz beicinho, e depois sorri.

"Ok, não vamos perder o dia, então!” Diz ela me puxando na direção das múmias.

"Não, querida," Eu sorrio para ela novamente. "Nós temos uma visita guiada, aqui. Eu não quero que você perca nada. "

"Lovelace está aqui?” Ela pergunta curiosa.

"Nãaoo! Outra pessoa,” eu digo com raiva.

"Taylor, espere pelo guia aqui para nós. Eu preciso ter uma palavra com a Sra. Grey," eu digo e seguro a mão dela com firmeza e a levo.

"Christian, para onde estamos indo?” Ela pergunta, mas eu não respondo. Ela dobra a velocidade de seus passos para me alcançar, depois de ser arrastada atrás de mim.

Eu finalmente desacelero e identifico um homem que faz parte da equipe de limpeza no museu, e discretamente o sigo para encontrar um quarto de serviço. Ele destranca a porta e pega um esfregão e materiais de limpeza, e vai embora quando a porta começa a fechar-se lentamente. Eu coloco o meu pé no batente da porta antes que ela feche. Eu olho em volta e puxo Anastasia para dentro.

"Por que estamos aqui?" Pergunta Anastasia sussurrando.

"Você sabe o porquê!" Eu digo. E minhas mãos estão sobre ela, por todo o seu corpo, e minha boca cobrindo a dela. "Você me deixa louco, você me faz ciumes!" Eu digo com fervor através dos dentes e da boca e de beijos exigentes.

"Eu não queria,” ela sussurra em minha boca.

"Tarde demais para isso. Eu vou foder você aqui e agora, e nós não temos muito tempo. Eu tenho que lhe mostrar a quem você pertence, Sra. Grey!” Eu digo enunciando as palavras.

"Oh," ela sussurra.

"Isso vai ser rápido, baby. Vire-se,” eu digo e certifico-me que a porta permanece fechada. Eu levanto sua saia e introduzo meu dedo em seu sexo, na lateral da calcinha. Encontrá-la molhada já me excita. Meu dedo mergulha em seu sexo e esfrego o polegar sobre o clitóris dela, e ela geme, e eu bato na bunda dela.

"Silêncio agora! Estamos em um lugar público,” murmuro. "Curve-se baby, e agarre essa prateleira”. Ela obedece prontamente, já ofegante.

Eu abaixo meu zíper, e me introduzo nela, fazendo-a ofegar. Eu lentamente puxo para trás e meto de volta nela, saindo e entrando de volta três vezes, e segurando suas nádegas, eu começo a empurrar para frente e puxar sua bunda para atender meu pau, ao mesmo tempo. Localizando seu ponto sensível, eu esfrego-o com a ponta do meu pau, e puxo para trás e bato nele de novo. Ela empurra o quadril para trás para me encontrar, impulso por impulso, abafando seus gemidos. Quando eu sinto o aperto habitual de seu sexo, eu aumento minha velocidade e dou a ela tudo o que eu tenho, empurrando ambos para cima e nossos orgasmos rolam de um para o outro, o dela em ondas, e o meu em jorros, misturando-se e deixando-nos perdidos. Quando as últimas ondas do nosso êxtase rolam através de nós, eu saio de dentro dela, e encontrando um rolo de papel toalha, eu limpo a nós dois, levanto meu zíper e endireito a Anastasia.

Ainda saciada com seus orgasmos, Anastasia segura em mim enquanto eu conserto sua roupa de baixo, e coloco a saia no lugar. Eu a empurro de volta para a parede, e a beijo possessivamente. Minha língua entrando em sua boca, chupando e mordendo.

"Você é minha! Não se esqueça disso!”

"Sim, sua,” diz ela em uma voz sussurrada. "Eu deveria lhe fazer ficar com ciúmes com mais freqüência. Eu amei a foda no quartinho. É excitante e bruta e apaixonada,” murmura.

"Cuidado! Você não quer me empurrar além dos meus limites baby. Eu poderia me perder,” eu digo, meus olhos escurecendo. Eu ouço alguém colocando uma chave na fechadura,  tentando abrir a porta do quarto de serviço. Abro a porta e puxando Anastasia pela mão, eu vou embora. Uma senhora de meia-idade, em seu uniforme de trabalho, com sua chave em  pleno ar,  olha atrás de nós, sem palavras, enquanto nos afastamos para encontrar Taylor e o guia.

Uma jovem mulher elegantemente vestida, com seu cabelo escuro em rabo de cavalo, vem para nos cumprimentar. Ela é uma morena, e o rosto de minha esposa muda com uma pitada de ciúme. Os olhos da jovem senhora se abrem mais quando ela me vê, e nervosamente ela enfia os cabelos atrás das orelhas e pisca cerca de uma centena de vezes, antes que ela possa abrir a boca e dizer uma saudação para nós. Anastasia revira os olhos, embora eu não esteja vendo o que ela está fazendo, eu sempre sei quando ela revira os olhos. Isso me deixa muito satisfeito. Eu quero que o mundo de minha esposa comece e termine comigo, e sua possessividade me faz sentir... exultante. Eu quero que ela marque seu território. Acho que eu quero saber que ela mostrou seu lado felino para outras me cobiçando. Eu sei que é apenas um rostinho bonito, mas eu quero que ela me queira tanto quanto eu a desejo. É pedir demais de uma esposa?

Anastasia envolve o braço em volta da minha cintura e enfia a mão no meu bolso de trás,  apertando minha bunda possessivamente. Sua reação é bem-vinda, e me faz sorrir. Eu olho para ela sombriamente.

"Benvindo ao Museu  Britânico, Sr. Grey,” diz ela, e aperta minha mão e a agarra um pouco mais.

"Eu sou a Sra Grey!” Diz Anastasia e levanta as sobrancelhas para ela, estendendo a mão. A guia, cujo nome ainda não sei,  relutantemente solta minha mão e se vira para Anastasia.

"Bem-vinda,  Sra. Grey. Eu sou Martha Davis. Eu serei sua guia hoje,” diz ela. "O Museu Britânico conta com mais de 13 milhões de artefatos e tem algumas seções para ver as quais você pode gastar muitos dias para ver. O que você deseja,” diz ela olhando para mim, "para ver?”

"Meu marido e eu desejamos ver a seção egípcia, senhorita Davis!" Anastasia diz bruscamente, e um fantasma de um sorriso se arrasta sobre meus lábios.

"Sim, claro, minha senhora,” ela responde. Ela nos orienta para a seção Egito Antigo ou como ela o chama, Seção Egiptologia.
  







 Ela nos mostra várias estátuas de diferentes dinastias e diferentes artefatos, ocasionalmente olhando para mim. Nós finalmente nos dirigimos para a seção onde eles abrigam as múmias, e olhamos para múmias de diferentes dinastias e períodos no Egito. As salas parecem ser bem organizadas. Eu vim aqui com os meus pais em 1998 e naquela época as salas eram repletas e desgastadas e cheias de mostras funerárias egípcias. As etiquetas explicativas eram escassas, a iluminação era pobre e as multidões eram esmagadoras. Mas agora, eles estão refeitos, organizados, as explicações no local, exibidores são bem iluminados, artefatos relacionados e múmias são exibidos juntos. Agora vale a pena ver.

"Os primeiros antigos egípcios enterravam seus mortos em pequenas covas no deserto. Claro, o calor do deserto e o ar seco da areia desidratavam os corpos rapidamente, e os corpos foram naturalmente mumificados,” diz ela apontando para uma múmia exibido na posição fetal.



"Cada uma das múmias do nosso Museu Britânico foi  uma vez um egípcio vivo, respirando, levando sua vida cotidiana. Conheça Nesperennub...” diz ela apontando a caixa de uma múmia que não foi aberta há mais de 100 anos. "Ele viveu cerca de três mil anos atrás, em Tebas..." ela começa a explicar.

Quando ela está quase terminando com a seção egípcia, Anastasia lembra de algo e exclama.

 "Podemos, por favor,  ver a pedra de Rosetta antes de sairmos?” ela pede.

"Sim, senhora,"  A Srta.Davis responde. "Ela também está na seção egípcia. Por aqui, por favor,” ela nos conduz em seu comportamento profissional.

"A pedra de Rosetta é um dos mais famosos objetos do Museu Britânico. A pedra em si é uma peça quebrada de uma laje maior de pedra. Há uma mensagem esculpida nela, escrita em três tipos de letras. O que é muito importante nisso é que ela ajudou os egiptólogos a ler os hieróglifos. A Pedra é um decreto oficial sobre o rei Ptolomeu V. Ele tinha apenas 13 anos de idade. A mensagem simplesmente diz que os sacerdotes de um templo em Memphis apoiam o rei. Essa mensagem simples, inscrita em hieróglifos antigos egípcios, demótico e grego antigo,  deu a chave para a compreensão dos hieróglifos."

No final da turnê egípcia, lembro Anastasia que precisamos voltar para o hotel pois tenho planos para a noite. Taylor e mais a equipe de segurança nos levam de volta ao hotel. Geoffrey cumprimenta-nos à porta.

"Suas encomendas chegaram, senhor. Eu tenho o smoking e o vestido pendurados em seu closet. Há alguma coisa que você deseje, senhor?” Ele pergunta educadamente.

"Nada Geoffrey. Obrigado,” eu respondo, e Anastasia olha para mim intrigada.

"Vestido e smoking?"

"Para o jantar e a ópera,” eu digo.

"Quando você encomendou-os?"

"Mais cedo, da Harrods,” eu respondo.

"Venha, um banho rápido, e nós devemos ir."

Depois que tomamos uma ducha, Anastasia seca o cabelo dela e enrola em um coque bem-feito. Ela coloca a calcinha e sutiã. Ela está de tirar o fôlego. Eu não posso afastar o meu olhar para longe dela.

"Você está me secando, Sr. Grey?” Ela pergunta.

"Sim, Sra. Grey. Eu preciso que você use algo para mim,” eu digo, meus olhos escurecendo.

"O quê?” Ela pergunta.

"Isso,” eu digo segurando seu brinquedo favorito. Ela sorri.

"Para a Royal Opera House? Sr. Grey, você é tão pervertido,” ela parece chocada.

"Sra. Grey, você não sabe da missa a metade. "

Uma vez que o nosso brinquedo favorito está inserido com segurança na minha esposa, ela coloca seu vestido prateado especialmente escolhido para a ocasião. É um vestido costurado à mão, sem alças, com uma fenda em seu lado direito subindo o caminho até sua coxa, com um preço de 14.000 libras esterlinas,  e ela vale cada centavo dele! Eu tenho dois brincos em forma de lágrimas pendurados de suas orelhas adoráveis até seu longo pescoço. Ela coloca maquiagem leve, natural, e usa luvas longas. Ela está deslumbrante!

Estou no meu smoking preto, gravata borboleta e camisa branca.

Taylor e a adicional equipe de segurança britânica nos levam.

"Onde é que vamos jantar?" Pergunta Anastasia com curiosidade.

"No Opera."

"O Opera?"

"Sim,” eu digo e meu polegar esfrega os nós dos seus dedos, dando-lhe arrepios. "Eu ia reservar uma sala de jantar privativa Paul Hamlyn Hall, mas eles não foram acolhedores o suficiente para nós,” eu digo sombriamente.

"Não foram acolhedores o suficiente?" ela pergunta com a respiração presa.

"Então, Taylor reservou-nos uma sala de jantar privativa no Covent Gardens".

"Oh," ela diz com uma voz ofegante. "Depois?” ela sonda após um suspiro.

"Depois, vamos para o nosso camarote na Ópera, Sra. Grey," Eu digo sorrindo.

"O que vamos ver hoje à noite?" Anastasia pergunta com curiosadade.

"Le Nozze di Figaro,” eu respondo.

"As Bodas de Fígaro?” ela pergunta.

"Essa mesma,” eu respondo com olhos escuros.

Durante todo o jantar, eu me asseguro de não tocar Anastasia, e ela está doendo pela conexão. Uma vez que a comida é entregue na nossa sala privativa, eu digo: "Eu não quero que você toque a sua comida."

"O quê?” Ela pergunta curiosa.

"Eu irei alimentá-la,  Sra. Grey," murmuro, sem quebrar o meu olhar. Ela se desloca em seu assento, excitada, e expectante, ela se mexe  para encontrar uma posição confortável para sentar-se,  fazendo as bolas se deslocarem dentro dela também. Ela abafa um suspiro, olhando para as costas dos chefes de segurança.

Hoje à noite vai ser uma noite que ela nunca vai esquecer.


*The River's Tale
TWENTY bridges from Tower to Kew -
Wanted to know what the River knew,
Twenty Bridges or twenty-two,
For they were young, and the Thames was old
And this is the tale that River told:-

"I walk my beat before London Town,
Five hours up and seven down.
Up I go till I end my run
At Tide-end-town, which is Teddington.
Down I come with the mud in my hands
And plaster it over the Maplin Sands.
But I'd have you know that these waters of mine
Were once a branch of the River Rhine,
When hundreds of miles to the East I went
And England was joined to the Continent.

"I remember the bat-winged lizard-birds,
The Age of Ice and the mammoth herds,
And the giant tigers that stalked them down
Through Regent's Park into Camden Town.
And I remember like yesterday
The earliest Cockney who came my way,
When he pushed through the forest that lined the Strand,
With paint on his face and a club in his hand.
He was death to feather and fin and fur.
He trapped my beavers at Westminster.
He netted my salmon, he hunted my deer,
He killed my heron off Lambeth Pier.
He fought his neighbour with axes and swords,
Flint or bronze, at my upper fords,
While down at Greenwich, for slaves and tin,
The tall Phoenician ships stole in,
And North Sea war-boats, painted and gay,
Flashed like dragon-flies, Erith way;
And Norseman and Negro and Gaul and Greek
Drank with the Britons in Barking Creek,
And life was gay, and the world was new,
And I was a mile across at Kew!
But the Roman came with a heavy hand,
And bridged and roaded and ruled the land,
And the Roman left and the Danes blew in -
And that's where your history-books begin!"








28 comments:

MARIANA said...

Amo que amo Emine! Obrigada Neusa por sua dedicação. Lendo agora

Neusa Reis said...

Oi meninas, como é bom encontrar vocês sempre por aqui, aproveitando, como eu, as histórias da Emine. Que deu um show de educação e polidez, bem como mostrou seus profundos conhecimentos do assunto Christian Grey, no cap VIII, que na verdade virou um Forum. Adorei. Se juntar todos os comentários dá quase outro livro. Rsrsrs... Eu gostaria de ir a Londres com o guia Christian Grey. Que beleza de Lua de Mel! Que todas sejam assim, eu desejo. E mantenho o convite para vocês visitarem o Alex Pella. É uma beleza de história. Estou amando traduzir. Já estou traduzindo o 3. E à medida que a história se desenrola, tudo vai se esclarecendo através das explicações dos personagens. E para finalizar, a Emine colocou nada menos que uma música do Roberto Carlos, "Como é grande o meu amor por você" para encerrar o cap. V do Livro 4. Que lindo! Bjs meninas e comentem para nós não ficarmos com saudades de vocês. Bjs

Eminé Fougner @ Cowboyland said...

Hi Girls,

I have to remind you that there is difference in the hotel names here as opposed to the original hotel that was only mentioned once in the book. Of course there is a good reason for that. When I was originally writing the chapter, I have taken requests from all the readers as to what they wanted to see in the story. One particular story was that someone wanted to see Ana walk to the Hyde park and feed squirrels. The original hotel was a little far as far as walking distance, so, I have chosen a hotel which offered same in fact more amenities than the original one (equidistant to other London sites and great locales). It turned out to be a good choice because real Londoners thought this was a better choice as a hotel and sightseeing, and location.

It worked out well for writing different aspects of London that other readers wanted to see. And what a wonderful city it is! Hope you can all get to see it!

MARIANA said...

Nossa que legal ela colocar a musica do Roberto Carlos, o PELLA estou esperando um pouco mais fico muito anciosa quando espero o próximo capitulo, e acho que a Eminie deve ser alguma encarnação do Sr. Grey ninguém escreveria melhor!!! Beijos

Natii said...

Olá meninas,amei mais um capitulo, sou super, hiper suspeita pois amooo mais que amooo essa triologia fantastica e essa versão sou cada vez mais apaixonada, vcs me alegram sempre, são varios tipos de emoções, e todas sempre maravilhada, Neusa e Eminé ja amoo vcs duas por me fazerem tão mais apaixonada pelo casal mais lindoo :) Muito obrigada pela dedicação sempre e como sempre ansiosississima por mais um capitulo!

Bjos da Natii!

luki2 said...

Eu estou amando a tradução, a história é muito bem escrita e a imaginação... vai além do possa ser real. Está maravilho ler a versão Christan, que aliás, é de sonhar acordada com o que ele faz para a sua Ana.
Anciosa para ler o capítulo 10 e a tradução do livro 4.
Obrigada a todos e a Emine por nos oportunizar para essa história não acabar.

luki2 said...

Eu estou amando a tradução, a história é muito bem escrita e a imaginação... vai além do possa ser real. Está maravilho ler a versão Christan, que aliás, é de sonhar acordada com o que ele faz para a sua Ana.
Anciosa para ler o capítulo 10 e a tradução do livro 4.
Obrigada a todos e a Emine por nos oportunizar para essa história não acabar.

luki2 said...

Eu estou amando a tradução, a história é muito bem escrita e a imaginação... vai além do possa ser real. Está maravilho ler a versão Christan, que aliás, é de sonhar acordada com o que ele faz para a sua Ana.
Anciosa para ler o capítulo 10 e a tradução do livro 4.
Obrigada a todos e a Emine por nos oportunizar para essa história não acabar.

Nilvânia said...

Emine, que riqueza de detalhes! Dá vontade de conhecer todos os belíssimos lugares descritos por você, em companhia de Cristian, é claro!! Neusa, novamente a parabenizo pela maravilhosa tradução!!

Tati said...

dizer o que?? que eu estou amando!!! tudo!!! é pouco !!parabéns Emine e Neuza!!!!

Neusa Reis said...

TRADUÇÃO DOS COMENTÁRIOS DA EMINE SOBRE O NOME DO HOTEL EM LONDRES:

"Oi meninas,

Eu queria lembrar a vocês que há diferença no nome do hotel aqui em relação ao hotel original, que só foi mencionado uma vez no livro. É claro que há uma boa razão para isso. Quando comecei a escrever o capítulo, tinha recebido solicitações de todos os leitores, sobre o que eles queriam ver na história. Uma história em particular era que alguém queria ver Ana ir a pé para o Hyde Park e alimentar os esquilos. O hotel original ficava um pouco longe para uma distância a pé, assim, eu escolhi um hotel que oferecia o mesmo, de fato até mais conforto do que o original (equidistante para outros locais de Londres e grandes locais). Ele acabou por ser uma boa escolha, porque os londrinos verdadeiros pensam que esta era a melhor escolha como um hotel e para passeios, e localização.

Funcionou bem para escrever os diferentes aspectos da Londres que outros leitores queriam ver. E que cidade maravilhosa ela é! Espero que todas vocês possam chegar a vê-la!"

Anonymous said...

Perfeito,sem palavras!!

Anonymous said...

Alem de todo amor,ainda se aprende historia,amo grey....Emine meus respeitos e neusa minha diva....danny grassi

Anonymous said...

Simplesmente PERFEITO!!!!!estou amando cada capitulo!!! bjus Neusa, Emine vcs são demais!!!

anne caroline godoi said...

As fotos estão belíssimas ,nos ajuda a clarear a imaginação .
Estou amando conhecer Londres um pouquinho,é realmente um sonho,pra quem gosta de ler.
Neusa,ainda nao li a serie,estou com meu tempo,um pouco curto,pois estou terminando meu TCC. Pelo menos já botei em dia meu Grey,rsrs. Assim que puder vou ler Alex(nao é esse o nome?)bj.

Leda Carneiro said...

Meu sonho é conhecer Londres, amei o capítulo. Bjs

Luxo da Lix said...

Que trabalho maravilhoso. O livro está riquíssimo em detalhes e a própria literatura. A gente se sente junto com os personagens, vivendo tudo. Parabéns. Gostaria de saber se não será impresso estes livros pra venda. Tenho certeza que seriam sucesso absoluto!

Majory said...

Muito lindo esse capitulo ... sem palavras .

obrigada Emine e Neusa .

Majory said...

Muito lindo esse capitulo ... sem palavras .

obrigada Emine e Neusa .

Luki said...

Este passeio, bem como o casamento e os detalhes estão maravilhosos.
Obrigada pelas aulas de história e viagem neste mundo Cristian e Anastasia. Beijos e obrigada Neusa e Emine

Anonymous said...

Este passeio, bem como o casamento e os detalhes estão maravilhosos.
Obrigada pelas aulas de história e viagem neste mundo Cristian e Anastasia. Beijos e obrigada Neusa e Emine

Anonymous said...

Amando a leitura a pkntonde estar acordada a está hora
Que ttradução
Comecei a frequentar o blog há um mês mais ou menos e claro estou viciada

Anonymous said...

Amando a leitura a pkntonde estar acordada a está hora
Que ttradução
Comecei a frequentar o blog há um mês mais ou menos e claro estou viciada

Anonymous said...

Estou triste... vejo os comentarios de junho... e fico triste que só encontrei esse blog em DEZEMBROO!!! hahah
Estou amando cada parágrafo... cada capítulo!!!
Neusa.. vejo as meninas agradecendo, mas eu tb gostaria de agradecer seu empenho em traduzir!!! Esta tudo maravilhoso!!!!
Muito obrigada!!!
Vc tem uma fa!!!
Bjos!!!

Anonymous said...

Estou triste... vejo os comentarios de junho... e fico triste que só encontrei esse blog em DEZEMBROO!!! hahah
Estou amando cada parágrafo... cada capítulo!!!
Neusa.. vejo as meninas agradecendo, mas eu tb gostaria de agradecer seu empenho em traduzir!!! Esta tudo maravilhoso!!!!
Muito obrigada!!!
Vc tem uma fa!!!
Bjos!!!

Daniela Martins said...

Emine, boa noite!
Estou encantada com todos esses detalhes que voce colocou neste capitulo!
Você é demais!
Amei tudo!
Bjkas
Dani
;-)

Anonymous said...

Eu estou amando ler cada capitulo, está maravilhoso :D
Não acredito que só descobri esse blog agora =/ frustrada kkkkkkkkk

Anonymous said...

Estou amando cada capitulo está maravilhoso :D