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Sunday, June 30, 2013

Livro III - Capítulo X - Christian Grey e Anastasia Steele



CAPÍTULO DEZ
PERDIDO EM AUSTEN
Tradução: Neusa Reis

"Posso ver porque você escolheu Covent Garden, em vez de Hamlyn Hall,"  Anastasia observa.


"Realmente, Sra. Grey? E por que seria?"



"Eu acho que a cor vermelha sensual seria a principal razão,” ela responde, sem afastar o seu olhar do meu.

"Como você me conhece bem, Sra. Grey. Essa é uma das razões. Os outros cômodos não eram aconchegantes o suficiente para os meus padrões. Eu gosto das cores quentes, sensuais, como a das pinturas desta sala,” eu digo apontando para a sala que Taylor conseguiu reservar no Covent Garden.

"Por que Sr. Grey, poderia a razão especial para a escolha dessa cor ser que, ela lembra você de uma particularmente favorita sala sua?” Diz ela, enquanto seu olhar viaja no sensual vermelho e paredes douradas e uma decoração que domina o ambiente.

Dou-lhe um lascivo sorriso sombrio. "Qualquer cômodo em que eu tenha você comigo é um dos meus favoritos,  Sra. Grey," eu respondo sombriamente.

"Sr. Grey, você é o último romântico?” ela sussurra.

"Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey. Agora, eu estou louco para vendar e alimentar minha esposa..." Eu sussurro com uma voz rouca.

Ela morde o lábio e olha para mim sob seus longos cílios. Eu estendo a mão e libero esse lábio.

"Não,” eu sussurro no ouvido dela e beijo o canto de sua boca, deixando-a querendo mais. "Eu já fiz o pedido para nós, pois temos que chegar à ópera."

"Sempre e sempre no controle Sr. Grey,” ela sorri maliciosamente.

"O chef que possui este lugar é francês. Suas habilidades na cozinha são bastante famosas. Tenho um jantar de seis pratos ordenado. Gostaria de dar uma olhada no cardápio? "

"Sim,” ela responde e olha para o cardápio.

Saumon fumé mi-cuit, raifort et concombre
~
Risotto de champignons sauvages, truffes d'Alba
Risotto of wild mushrooms, Alba truffles
~
Solette poêiée, purée de chou-fleur, amandes grillées
Pan-fried Cornish Dover sole fillet, cauliflower purée, almonds

~
Noisette de chevreuil rôtie, endive, céleri braisé, sauce Grand Veneur
Roasted loin of Shropshire venison, vhicory, braised celery, Grand Veneur sauce
~
Cœur de Franche-Comté : le Comté
A selection of three Comté cheeses from Raymond Blanc’s native region
~
Poire pochée au caramel,
crème chiboust à la vanille de Tahiti et règlisse
Poached pear in caramel, Tahiti vanilla créme chiboust and liquorice

Le Manoir garden leaf salad, fresh herbs, truffle dressing






"Christian, é um monte de comida. Eu não sei se eu posso comer tanto. Eu estava esperando poupar algum espaço para um outro tipo de sobremesa,” diz ela, enquanto olha prá mim animadamente.

"Elas não são grandes porções, baby, o suficiente para obter um bom sabor,” eu digo, e ela sorri maliciosa para mim.

"Você está rindo de mim,  Sra. Grey?" Pergunto  sombriamente.

"Sim,” ela responde com uma voz rouca.

"Oh, eu nunca faria isso, Sra. Grey. Eu poderia simplesmente ter que puni-la por isso. "

"Sim, por favor,” ela responde, interrompendo minha respiração.

"Ansiosa como sempre, Anastasia... Vou ver o que eu posso fazer,” eu respondo devasso.

O jantar é servido e ela está espantada com a apresentação. Uma vez que os garçons saem, eu vou para a porta e olho Taylor; ele acena, concordando com a cabeça, em resposta. Ninguém entra, até que a gente saia.

Eu tiro uma echarpe de seda prateada do bolso e mostro a ela enquanto eu passeio em direção à minha  esposa. "É hora de fechar os olhos, baby,” eu digo, inclinando-me tão perto de seu corpo quanto possível, sem tocar, e cubro seus olhos e dou um nó atrás da cabeça, sem desmanchar seu lindo coque. Ela inspira o meu cheiro, e exala uma respiração sensual,  lentamente, finalmente mordendo a ponta do seu lábio. Eu me inclino para baixo, e extraio o lábio do cativeiro de seus dentes com os meus próprios lábios.

"Assim é melhor,” eu digo depositando  um pequeno e casto beijo em seus lábios. Ela faz beicinho querendo mais, cruzando os braços.

"Não cruze os braços, baby. Eu vou amarrá-los se o fizer," murmuro baixinho. O efeito do meu aviso é imediato. Suas mãos caem em seu colo. O jantar que eu pedi para nós não foi a partir do cardápio. Ele é especialmente preparado, apenas para hoje à noite, pelo próprio chef.

"Com sede?" Eu pergunto, e ela balança a cabeça concordando,  como resposta. Eu despejo o vinho branco na taça. Parece que temos para compartilhar. Tomo um gole do vinho. É puro e fresco. Desce suavemente  e o sabor é requintado. Eu tomo um outro gole, inclinando a cabeça de Anastasia para trás, eu compartilho o vinho com ela. Ela engole agradecida.

"Mais, por favor,” ela diz.

"Você tem que ter algo para comer primeiro, baby,” eu digo e pego uma garfada de peixe para ela e a guio em sua boca. Ela faz um pequeno ruído gemendo com a comida em sua boca.

"Bom?" Eu pergunto.

"Sim. Ele simplesmente derrete na boca. Hmm... Eu amo isso,” diz ela, e eu acho que ela está fazendo isso deliberadamente para me irritar.  A Sra. Grey adquiriu algumas habilidades médias no departamento de sedução. Eu pego uma mordida do peixe, e ela está realmente certa. O gosto é maravilhoso. Então eu a alimento com uma garfada de risoto com cogumelos selvagens e ela mastiga devagar, fazendo pequenos barulhos apreciativos.

"Que tal um sabor de carne de cervo?"

"Manda ver,  Sr. Grey,” diz ela com duplo sentido. Eu sorrio. Eu adoro quando ela come. Isto me acende.

"Vinho?"

"Ssssim,” diz ela enfatizando a letra  ‘s’  em sua fala, me fazendo sorrir. Tomo um gole de vinho, saboreio e engulo  devagar. Então eu tomo outro gole, e compartilho com Anastasia. Quando ela engole o vinho, ela capta o meu lábio inferior entre seus dentes. Me puxando para dentro.


"Não, baby..."

"Por favor,” ela pede. "Christian! Isso não é justo! Você me põe com tesão, e deixa-me pendurada... Eu vou explodir de desejo,” ela reclama.

"Baby, eu sei exatamente como apagar o fogo... Nunca tema,” eu digo e retraio o lábio do cativeiro de seus dentes.

Quando o jantar acaba, eu desato a venda.

"Hora da ópera?"

"Você não vai me foder?” ela repreende.

"Sra. Grey! Eu estou chocado com a linguagem crua que você está usando,” eu digo sem conseguir esconder o sorriso dos meus lábios.

"Eu não posso impedir isso, Sr. Grey. Estou dominada pelo desejo pelo meu marido, mas ele não parece querer  ter a mim,” ela bate seus cílios, soltando seu charme. Eu tenho que morder dentro da minha bochecha para me impedir de sorrir para ela.

"Inquieta? Incomodada? Desejando-me, baby? " Pergunto provocante.

"Sim, e você sabe disso,” ela solta para mim.

"Sra. Grey, você está mal-humorada... Temos uma ópera para assistir,” eu digo e tomo-lhe a mão. "Vem".
(N.T. O trocadilho de sempre: Vem – ‘Come’ em inglês  também é gozar).

"Eu gostaria, mas você não vai me deixar,” ela responde.

Eu puxo-a em meus braços muito rápido;  ela está nivelada com o meu corpo. "Baby... não.  Acredite em mim, eu quero foder você até a próxima semana, especialmente quando você está me desejando assim, mas, paciência... agora... paciência é uma virtude. "

"Eu pensei que você era o tipo de cara do momento,” diz ela ofegante.

"Espere..." Eu a relembro plantando um casto beijo em seus lábios. "Espere, baby... seu marido vai cuidar de você,” eu digo beijando-a novamente. Mas as mãos puxam meu cabelo e nosso beijo se transforma em um apaixonado. Línguas duelando, ela geme em minha boca, e sentindo minha ereção, ela empurra seus quadris desesperadamente procurando por algum atrito, me fazendo sorrir.

"Não aqui. Vamos lá,” eu digo, puxando sua mão.

"Por que não aqui?"

"Eu tenho planos. E você está tentando sabotá-los, baby,” eu digo levantando as sobrancelhas. Ela faz beicinho, suspira, e segue-me para fora,  segurando a minha mão.

*****  *****



Eu tenho o Royal Secret  reservado.  É também chamado de Royal Box. Tem uma sala de jantar privada por trás do camarote, mas também um banheiro vitoriano datado de 1858, que pretendo utilizar esta noite com minha esposa.



Le Nozze di Figaro, ou "As Bodas de Fígaro" é uma ópera cômica e uma das obras-primas de Mozart. É uma peça de quatro atos durante a qual eu posso disfrutar, tanto da peça quanto da minha esposa. A peça se concentra em um único "dia de loucura" no palácio do conde Almaviva, perto de Sevilha, Espanha. O Maestro da noite se apresenta e cumprimenta tanto a orquestra quanto a plateia aplaudindo de pé. Arruma seus óculos, joga seu cabelo grisalho, comprido até o ombro com um gesto de sua mão, em seguida, levanta a baqueta. Com um aceno de sua mão, a abertura começa; já estamos sentados em nosso camarote. Embora o Royal Box  possa acomodar vários espectadores, estou sentado sozinho com Anastasia. Quando começa a abertura, os músicos são quase invisíveis para os espectadores. É uma das mais famosas aberturas do mundo.

Le Nozze di Figaro Overture

Eu intencionalmente sento-me do lado direito de Anastasia. Eu tiro fora sua capa e coloco-a na cadeira ao meu lado. Quando as luzes se apagam na Royal Opera House, as cordas invisíveis começam a tocar. A atenção de todo o público é direcionada ao palco que não vai levantar a cortina até o final da abertura. Com o início da primeira nota aguda eu coloco minha mão sobre a perna esquerda de Anastasia, logo acima do joelho, que está deliciosamente exposta por todo o caminho até seu quadril, graças à fenda no vestido que escolhi cuidadosamente para esta ocasião. Eu sinto sua respiração suspender e ela se contorce em sua cadeira. Quando as notas na música ficam mais altas, assim também o faz minha mão. Quando a abertura  chega a uma nota particularmente elevada, meus dedos alcançam seu ápice e ela olha para mim e olha em volta, ansiosa, seus olhos arregalados. As luzes estão turvas e ninguém pode nos ver. Minha mão cobre seu sexo, e eu lentamente, sensualmente, começo a estimular seu sexo. Com as bolas se movendo dentro dela, ela sufoca um gemido. Meus olhos estão direcionados para o palco, enquanto Anastasia está incapaz de separar os dela do meu perfil.

Ela aperta os joelhos juntos, enquanto minha mão está dando prazer a seu clitóris.

"Christian,” ela sussurra o meu nome em um gemido.

Eu viro minha cabeça para ela e levanto minhas sobrancelhas: "Você está se negando a mim, baby?" Eu pergunto, enquanto suas pernas se contraem para meu acesso.

"Não, eu quero você! Agora!" Sua voz é baixa, mas urgente. Sua mão chega até a minha barriga, e ela começa a acariciar meu pênis duro com os dedos. Seus dedos são lentos, cuidadosos, e eu cubro sua mão com minha outra mão para evitar qualquer descoberta. Como eu quero levantá-la e beijá-la de todas as maneiras possíveis e fodê-la aqui! Mas eu mostro moderação. Estou faminto por uma prova de minha esposa.


A Abertura acaba e as luzes são diminuídas ainda mais para que se possa concentrar apenas no palco enquanto a  cortina levanta. Em uma decisão rápida, eu puxo minha mulher para o meu colo, movendo-nos lentamente para a última fileira na escuridão relativa do camarote. Anastasia está montando em cima de mim quando eu me sento na cadeira e suas mãos se enrolam em volta do meu pescoço, enroscando no meu cabelo. Ela abre a boca e minha língua entra desesperadamente nela, profunda e forte, em um esforço para foder sua boca, e ela retribuiu com sua língua, sugando, sua língua lambendo, se rendendo, se submetendo, empurrando, e seus gemidos estão subindo rapidamente o meu desejo por ela. Sua língua finalmente encontra seu caminho em minha boca e eu chupo com força, acariciando-a com a minha língua. Minha mão mergulha até seu sexo novamente, e eu esfrego, e ela empurra seu sexo em minha mão que aguarda. As bolas se movendo dentro dela, estimulando seu sexo e tornando-a selvagem.

"Por favor,” ela sussurra em minha boca. "Eu não posso aguentar, me fode!"

Eu olho para cima e está tudo escuro, e nós estamos no canto mais escuro do camarote, atrás de nós é a sala de jantar privada, e Taylor está guardando a entrada, então ninguém vai entrar.

"Vai ser duro e rápido!"

"Sim!" Ela geme.

Com um puxão duro do meu dedo, eu rasgo sua calcinha, e abro o zíper de  minhas calças do smoking. "Assim que eu puxar as bolas para fora, eu quero enterrar meu pau dentro de você, baby,” eu sussurro e ela quase convulsiona, concordando freneticamente.

"Levante sua gloriosa bunda,” eu digo, e ela levanta a parte inferior do meu colo. Eu puxo a corda puxando as bolas prateadas e ela está perto do orgasmo, a cabeça se inclina para trás, seus seios para frente. Eu a abaixo no meu comprimento que a aguarda e ela toma dentro dela tudo de mim, e eu finalmente começo a  movê-la, orientando seus quadris. O desejo está pulsando através de nós, palpável, quente, e tangível. Afundando em seu sexo florescendo, o meu lugar favorito no mundo, me faz perceber o quanto eu tinha estado morrendo de  desejo por ela. Eu empurro meu pau para cima e ela está descendo sobre mim duro, empurra e encontra, atendendo, fodendo, fazendo amor; este desejo carnal pela minha esposa,  consumindo tudo, e fogo escaldante rapidamente se espalhando entre nós. Não há nada que possa apagar o fogo, apenas nos perdermos um no outro, unindo, fazendo amor, segurando, beijando, acariciando, e eu estou perdido com seu desejo por mim, perdido em seus beijos pedindo, exigindo por mais.

Seu sexo começa a se contrair em torno de meu pau, deliciosamente me ordenhando, e me desejando, me acariciando de dentro para fora. Eu estou perdido para ela, perdido para nós, e eu gozo estremecendo, juntamente com minha esposa, empurrando-nos e enterrando-nos um no outro.

"O que você faz para mim, Sra. Grey," eu murmuro em seu ouvido, ainda enterrado dentro dela. "Baby, eu vou foder você lá dentro na sala de jantar durante o segundo ato," eu digo, indicando com um pequeno aceno de cabeça,    “e depois neste banheiro vitoriano no terceiro ato, e se fizermos durante o quarto ato, sem devorar um ao outro, eu vou fazer amor com você toda a noite em nosso quarto de hotel,” digo sombriamente.

"Sim, por favor,” ela sussurra e funde seus lábios com os meus novamente, sem quebrar nossa conexão. Meu pau se contrai mexendo mais uma vez em atenção.

"Ah, foda-se! Vamos pular o segundo ato...” Eu digo e começo a me mover dentro dela, novamente, enquanto minha língua acaricia a dela e minha mão direita começa a provocar seus seios.

Quando a música "Voi Che Sapete" termina, eu estou pronto para tomar minha esposa mais uma vez, e ela está mais que acolhedora enquanto batizamos o banheiro vitoriano, em pé.


Voi Che Sapete


 *****  *****

No caminho de volta para o hotel eu seguro a mão de Anastasia e começo a fazer círculos em seus dedos e na sua mão,  correndo minha unha sobre ela, fazendo-a estremecer.

"Como foi a sua primeira experiência na ópera?" Pergunto licenciosamente.

Ela morde o lábio e responde em voz baixa: "Eu nunca soube que a ópera poderia ser tão estimulante, Sr. Grey,” ela responde batendo os cílios para mim. Minha mão vai até seu queixo, liberando o lábio.

"Não faça! Você sabe o que faz comigo, baby,” eu sussurro em seu ouvido. "Especialmente quando eu sei que você não está com sua calcinha. Comporte-se," eu sussurro em seu ouvido, meus olhos escurecendo.

Quando chegamos a nossa suíte, Geoffrey está esperando por nós, pronto para atender as nossas ordens e servir. Pegando um vislumbre da apreciação carnal que está escrito em todo meu rosto por Anastasia, Taylor suspira, imperceptível e se vira para o mordomo e diz: "Geoffrey, somos eu e você hoje à noite, cara!"

"Desculpe-me, senhor?" Geoffrey vira para ele um pouco confuso.

"O Sr. e a Sra. Grey estão abrindo mão de seus serviços para mim, durante a noite,” Taylor responde com um rosto taciturno.

"Oh, senhor, eu não estava ciente desse fato,” responde Geoffrey.

"Sim, você pode retomar seus deveres amanhã de manhã, de volta aqui, novamente,” eu digo levantando as sobrancelhas. "Obrigado Geoffrey,” eu digo, com o olhar impassível de costume.

"Boa noite, senhor, minha senhora,” ele diz curvando-se, e segue Taylor fora.

Eu tranco a porta e passeio sombriamente para minha esposa. "Sra. Grey, a primeira superfície em que vou reclamar você é nesta mesa, depois nesta parede com a visão gloriosa da cidade, e, finalmente, no quarto. O que você diria sobre isso? "

"Sim,” ela responde com uma voz sussurrada.

"Sra. Grey, você sabe o quão irresistível você é quando você me quer assim?" Ela balança a cabeça.
"Sim, você sabe! Você sabe que você me deixa louco!" Murmuro, meus braços enrolados ao redor da cintura dela e os meus lábios reclamando os  dela.

*****  *****

Quando eu acordo na manhã seguinte, encontro as minhas pernas em volta das pernas de Anastasia, e os meus braços caídos sobre os seios dela, possessivamente. Sua mão está instintivamente no meu peito, e de alguma forma é confortante e não induz ao medo. Nós tivemos uma longa e apaixonada noite. Eu a olho em seu sono, ela é de tirar o fôlego. Eu posso olhá-la por horas. Ela é o auge da inocência, e toda minha. Minha garota, minha esposa, minha amada. Eu não quero deixá-la sozinha, mas ela vai ficar fora de combate por um tempo. Eu posso ir e malhar  enquanto ela está dormindo. Eu tenho negligenciado malhar no ginásio, eu deveria aproveitar o seu sono e exercitar-me esta manhã.

Levo Taylor comigo deixando Nichols e Collins esperando fora da nossa suíte, na minha ausência, caso Anastasia precise de sua ajuda, na mínima chance dela acordar antes de eu voltar. Eu corro, levanto pesos, faço aeróbica, e Taylor e eu praticamos artes marciais mistas por um pouco mais de 30 minutos.

Quando eu volto para a nossa suíte, Geoffrey está esperando por mim.

"Bom dia, Sr. Grey. Gostaria de ter o seu café da manhã agora, ou você prefere esperar o retorno da Sra. Grey? "

"Retorno?” eu pergunto, e corro para o quarto. A cama está vazia, e Anastasia não está lá. Eu só então percebi que Nichols e Collins não estão na porta, também. Eu rapidamente me encaminho de volta para a sala de estar.

"Onde está a Sra. Grey?" Pergunto quase duramente para Geoffrey.

"Ela veiculou seu desejo de dar um passeio no Hyde Park, senhor."

"O quê? Sozinha?"

"Não sozinha, senhor, mas, eu lhe garanto, é muito seguro no parque."

"Quando ela saiu?"

"Ela saiu cerca de trinta minutos depois que você saiu esta manhã, senhor."

"E ela ainda não está de volta?" Eu fervo de raiva. "O que ela disse exatamente?"

Geoffrey pigarreia, olha para frente, e baixa o tom de sua voz para corresponder ao de Anastasia e animadamente tenta mudar o seu sotaque britânico em americano. "Ela disse, 'Geoffrey, eu vou para o Hyde Park',” diz ele com uma voz alegre. "Diga ao meu marido que eu vou fazer um passeio, imergir um pouco na cor local, e,” acrescenta ele revirando os olhos, que deve ser o que Anastasia tinha feito, "Eu vou levar os Guardas Reais comigo,” ele cita Anastasia, em seguida, acrescenta: "tecnicamente senhor, eles não são os Guardas Reais. Eles não estão a serviço de Sua Majestade. "

"Obrigado, Geoffrey,” eu digo dispensando-o e tomo a mais rápida ducha que posso, e coloco minhas roupas e corro para  fora, com Taylor a reboque perguntando se algo está errado.

"Eu não sei ainda. A Sra. Grey deu um passeio até o Hyde Park. Algum dos seguranças o  chamou? "

"Não, senhor. Eles têm ordens específicas de me chamar para qualquer coisa fora do comum, insegura, ou não programada,” diz ele, com o rosto tenso.

Nós fazemos o nosso caminho para o parque, ambos digitalizando o parque, e localizamos Anastasia facilmente. Ela está sentada em um banco com um par de garotas locais e rindo e alimentando os esquilos! Ambos Nichols e Collins estão verificando a vizinhança, e vigiando-a como  um falcão. Bom! Eu ainda estou decidindo se devem ser demitidos por não me informar. Nichols nos vê em primeiro lugar, e ele fica vermelho. Ele começa a fazer o caminho em direção a nós, mas eu levanto minha mão. Eu não quero alertar Anastasia de nossa presença.

  






Há duas garotas com idade de faculdade que compartilham seus almoços com pássaros e esquilos. Anastasia pega  um pedaço de chip e oferece-o a um esquilo tímido, que para a vários metros de distância, tentando avaliar se podia confiar nela. Decidindo que ela é inofensiva, ele se aproxima de Anastasia, cuidadoso, recupera o chip de seus dedos, e retira-se  para trás alguns metros e come sua recompensa com avidez.






Outro amigo dele  aborda  a menina com o cabelo encaracolado e pega o alimento oferecido,  de sua mão. Anastasia e as outras duas meninas dão uma risadinha com a resposta dos animais. Elas quebram um pedaço de sanduíche e colocam no meio de suas mãos, e os pássaros descem  sobre elas pegando o alimento, famintos. Eu vejo a minha mulher hipnotizada. Mesmo a equipe de segurança britânica está olhando para ela com reverência. Criaturas tímidas de seres humanos estão comendo sobre suas mãos. Anastasia coloca alguns pequenos pedaços de sanduíche no meio da palma da mão e estende-a. Desta vez, dois esquilos chegam mais perto e pegam os pedaços e recuam alguns metros, em seguida, sentados em sua extremidade traseira, comem os seus prêmios. Eu não posso deixar de sorrir.




Anastasia, sentindo meu olhar sobre ela,  olha na minha direção e sorri. Ela começa a caminhar em minha direção. "Oi, Christian,” ela me cumprimenta.

"Oi,” eu respondo. "Eu não a encontrei na suíte,” eu digo, em meu olhar impassível de costume.

"Não fique zangado. Eu queria dar um passeio no parque. Peguei a segurança, mas disse-lhes para não incomodá-lo enquanto você estava se exercitando, desde que era a apenas uma curta distância do hotel. Ah, e eu fiz alguns novos amigos! Venha conhecê-los!” Diz ela, me puxando para trás. Eu não posso fazer outra coisa senão seguir minha esposa.

"Catarina, Leonor! Gostaria de apresentar o meu marido,” ela diz com orgulho em sua voz, e só esse ato derrete meu coração frio, e eu decido não demitir os agentes do MI6.

Duas meninas muito tímidas olham para cima e murmuram saudações para mim.

"Olá," eu digo e estendendo minha mão para saudar os novos amigos da minha esposa. "Vocês são desta área?" Pergunto indiferente tentando avaliar se o encontro com a minha esposa foi apenas uma coincidência ou algo mais.

"Oh, não, nós somos de Portugal. Estamos apenas visitando Londres em nossas férias de verão. É uma cidade linda!” Diz Catarina. Ela tem cabelo crespo, covinhas no rosto, e muito simpática, de uma maneira doce. Concordo com a cabeça.

"Prazer em conhecê-lo Sr. Grey, Ana. Tentamos vir aqui uma vez por dia. Mas às vezes não temos tempo. Há tanta coisa para ver em Londres, você sabe,” ela diz com um doce sotaque Português.

"Muito prazer em conhecer você,  Ana,” diz Leonor.  "Sr. Grey,” ela acena com a cabeça, timidamente. "Nós vamos deixar vocês dois sozinhos já que vocês estão em sua lua de mel,” diz ela sorrindo e elas acenam para nós, se movendo para a beira do lago para alimentar os patos e os cisnes, discutindo se são os pedaços de  sanduíche ou os chips o melhor para atrair  os bichos, enquanto dão risadinhas.

O meu olhar está todo em Anastasia agora com intensidade.

"Eu estava preocupado com você,” eu digo, meu sorriso desaparecendo.

"Oh, Christian!  Você foi para um treino, e eu não podia encontrá-lo quando eu acordei. Geoffrey disse que você tinha ido para a academia. E uma vez que você estava se exercitando, eu pensei que eu poderia dar um passeio a pé e  ter um pouco de exercício, olhar o parque, e voltar quase ao mesmo tempo que você. "

"Mas você não voltou!" Eu acuso.

"Eu sei, eu sinto muito. Eu estava completamente envolvida pelas meninas que alimentavam algumas criaturas indescritíveis em suas mãos, e eu queria tentar o mesmo. Elas me mostraram como elas fizeram isso, e eu só estava me divertindo muito, eu me esqueci do tempo. E você veio e me encontrou,” diz satisfeita.





"E não fique bravo com os Guardas Reais Um e Dois, por favor. Eu disse-lhes para não perturbá-lo enquanto você estivesse se exercitando. Eu estava em frente ao hotel, e em plena luz do dia, sentada neste parque tranquilo. Apenas aproveitando o clima e as criaturas que vivem no parque,  com 007 e 8 a reboque."

"Ok,” eu respondo com um olhar impassível.

"Você vai me punir por ir ao parque?"

"Baby, nós somos amantes, você é minha mulher, pelo amor de Deus! Você não é minha sub. Eu só estava preocupado com você, preocupado que você podia se machucar de alguma forma,” eu digo ferido com sua observação. Ela revira os olhos.

"Eu estou bem, Christian,” ela responde, mas seu rosto cai.

"Você quer que eu a puna?" Pergunto hesitante.

"Eu não quero que você me machuque, mas...” sua voz some.

"Mas?" Pergunto sondando. Mas o quê?

"Eu gosto de jogar. Eu gosto da punição que não tem a intenção de me machucar,” ela responde, fazendo meu rosto cair novamente.

"Anastasia, eu nunca quero machucar você. Mas, eu fiquei com medo quando você não estava no quarto do hotel e quase me deu um ataque cardíaco! O MI6 aqui não chamou o Taylor! "

"É minha culpa. Eu pensei que você ficaria preocupado, por isso, eu disse a eles para não chamar, uma vez que estávamos apenas dando um passeio no parque, e ninguém me conhece aqui em Londres. E quando  vi Catarina e Leonor, me senti como se eu estivesse em um campus universitário, e por algumas horas eu era apenas uma garota comum, esquecendo a marcação da segurança junto de mim. Eu realmente gostei de  fazer algo simples, mas extraordinário, tendo pássaros e esquilos comendo na minha mão,” ela grita de alegria.

"Vamos lá,” eu digo puxando sua mão. "Eu acho que é hora de alimentá-la. Gostaria de sair para um brunch?” Ela sorri e acena com a cabeça concordando em resposta.

*****  *****

"O quê? Oh meu Deus!” Diz Anastasia, e me abraça em plena vista de toda segurança e se inclina para trás para me olhar e me abraça de novo, mais uma vez com força, e me beija descaradamente desta vez e eu tenho que conter sua paixão. Por um lado, eu não quero que ninguém veja o que a faz ficar toda excitada, e como ela é quando ela está excitada, e dois, eu não tenho tempo para fodê-la no caminho.

"Você está me levando para a casa de Jane Austen!” ela grita com prazer, e me abraça novamente.

"Se eu soubesse que eu ia conseguir essa reação de você, eu tenho certeza que seria a nossa primeira parada, na nossa lua de mel e não quase duas semanas depois,” eu digo sorrindo.

"Mas Londres é uma cidade grande e há tanta coisa para ver. Estou tão incrivelmente grata que você organizou tudo isso! Tudo isso por mim! Eu amo cada minuto desta lua de mel,” ela jorra.

"Nós poderíamos ter voado, mas eu pensei que você gostaria de ver algum campo, e eu tenho você para mim em uma viagem no campo." Ela sorri tão ampla quanto possível em resposta.

Ao deixarmos a cidade de Londres atrás de nós e entrarmos na  A 331, as casas escasseiam e a área é mais das fazendas e a vegetação exuberante nos cumprimenta.

"É muito verde..." Anastasia observa, "mas eu estava esperando mais árvores do que há lá fora,” ela comenta.
Collins responde à observação de Anastasia.

"Não, minha senhora. A área tem se desenvolvido, principalmente aldeias e fazendas, é por isso que você não vê tantas árvores ".
  


Chegamos à casa de Jane Austen em um pouco mais de uma hora de carro do hotel. É uma simples casa de tijolos do século 17, de dois andares. Mas ela não viveu naquela casa toda a sua vida; apenas os últimos oito anos da mesma. Uma Professora da Universidade de Oxford concordou em nos fazer um tour.







  
Ela é muito experiente e uma professora de Inglês. Ela nos recebe sem nenhum tom absurdo esperado de um professor da faculdade, mas um bastante agradável.

"Sr. e Sra. Grey! ” ela nos recebe.  "Como é bom conhecer vocês!  Bem-vindos  ao  Museu  Casa  de  Jane  Austen."   Nós apertamos a mão estendida, e ela começa a turnê.

"Jane Austen fez a maior parte de sua escrita madura nessa encantadora casa de campo. Ela revisou Orgulho e Preconceito,  Razão e Sensibilidade,  Abadia de Northanger nesta casa, e ela escreveu Mansfield Park,  Emma and Persuasion inteiramente nesta casa, na verdade nesta pequena mesa de chá,”  diz ela, indicando uma simples mesa de chá pequena, pintura lavada, desgastada  e só ocupada por um frasco de tinta solitário e pena sobre ele e acompanhado por uma simples cadeira de jantar de madeira com assento de palha.
  



Anastasia olha para a mesa com admiração, então se vira para mim e diz: "Christian, Jane Austen escreveu seis dos maiores romances do mundo nesta pequena mesa de chá. Se ela pode fazer isso com o pouco que o século 19 em que ela viveu oferecia para as mulheres, nada deve ser impossível para uma mulher do nosso tempo se soubéssemos!” Diz ela com fervor.

Neste momento, algo se torna claro para mim. Eu quero fazer algo para Anastasia. Eu sei que ela quer estar no mercado editorial. Ela admira Miss Austen;  uma mulher que conseguiu fazer algo que a maioria dos homens em sua época não pôde fazer. Tornar-se um sucesso em um empreendimento que ela ama. O dela aconteceu de se escrever. Anastasia quer estar no mercado editorial. Publicação... Hmm... Sim, está  claro para mim agora. Eu quero presentear Anastasia com a SIP Publishing como presente de casamento, apoiar minha esposa em sua empreitada no mercado editorial, tornar possível para ela criar escritores de sucesso como Miss Austen.

Anastasia praticamente come tudo o que a Professora está dizendo...  e eu nem tanto. Porque eu estou ocupado assistindo o intenso desejo de minha esposa em saber mais sobre um de seus ídolos.

"Então, você diz que a casa não tinha um banheiro?" Pergunta Anastasia.

"Não, Ana, não tinha. Naqueles dias, as pessoas usavam latrinas e penicos".

"Tudo bem...  Seguindo em frente... ” diz Ana, fazendo todos sorrirem.

"Este é o local onde Jane Austen gostava de escrever,” diz a professora apontando para uma mesa ao lado de uma grande janela com vista para o exuberante quintal bem cuidado.

"É um lugar muito inspirador,” observa Anastasia.

"Bem, a vida de um romancista aguça a nossa curiosidade, é claro. Os amantes da literatura querem  saber como ela escrevia,  de onde suas idéias surpreendentes podem  ter vindo, quais podem ter sido as suas técnicas de escrita, ou como ela preparou o seu manuscrito para a publicação."

"Como ela fez isso?" Pergunta  minha garota.

"Essa é a parte mais frustrante, o que qualquer coisa que qualquer um diga seria, evidentemente, pura conjectura. Eu posso especular, tendo conhecido as circunstâncias em que ela chegou a Chawton que, claro, é a sua casa final. Miss Austen tinha trinta e três anos de idade quando ela chegou aqui. Este foi um presente de seu irmão Edward, e ela viveu aqui com sua irmã Cassandra, e um amigo da família. Jane tinha uma mente viva. O que ela tinha em sua mente era de fato mais vivo do que qualquer coisa que ela tinha em torno no momento. Ela iria inventar histórias sobre a terra das fadas e tocar piano para entreter seus pequenos sobrinhos, enquanto ela preparava o  café da manhã. Ela era muito divertida de estar por perto."

"Ela escreveu neste local em todos os momentos?" Pergunta Anastasia. A  professora sorri.


"Jane iria escrever em pequenos pedaços de papel, que podem ser facilmente escondidos de olhares indiscretos, mas ela trabalhou no espaço geral da sala de estar da família."



"Nenhuma privacidade?"

"Não no sentido que nós pensaríamos hoje. É uma casa de família. Não era fácil para uma mulher, ou qualquer um para essa questão eu suponho vir a ser publicada. Você sabe Sra. Grey," diz a professora gesticulando com a mão ao redor, "Jane Austen era realmente uma mulher muito tenaz. Uma mulher menor, ou menos disposta, não seria capaz de realizar o que ela fez. Ela escreveu seus principais romances, e reescreveu alguns deles, aqui nesta casa. Então ela prepararia os manuscritos para a publicação e viajaria 80 km para Londres, para uma estadia prolongada com seu irmão Henry e ela, os veriam na imprensa. E, claro, a vida na aldeia em Chawton lhe proporcionou um grande laboratório com a sua comunidade. "

"Eu concordo com você em tudo isso. Mas, ser publicado é apenas metade da batalha. As pessoas em geral presumem que você escreve e publica e vende milhares de livros. Esse não é o caso. O que Jane Austen conseguiu fazer é nada menos que um feito incrível. Ela escreveu em um momento em que as escritoras eram poucas e distantes entre elas. Ela tornou-se famosa em  vida, e sua escrita e os personagens foram amados por mais de 200 anos. Isso não é só prodigioso, mas também para além de admirável!"

Eu tenho a melhor esposa do mundo! Ela nunca deixa de surpreender-me. Minha esposa não é apenas bonita, mas extremamente inteligente, apaixonada, e seu amor pelo que faz me surpreende. De alguma forma eu entendo minha esposa melhor hoje. Eu era superficial o suficiente para acreditar que seu gosto pelos clássicos britânicos era só por causa de corações e flores. Eu nunca pensei nisso na forma como ela explicou, sua percepção desses escritores para esta estranha...  esta professora. Eu sinto inveja dessa estranha completa, por abrir um lado da minha esposa que eu nunca soube que existia. Neste momento, eu anseio por conhecer minha incrível esposa melhor.

Anastasia olha para tudo na casa como se ela quisesse decorar o lugar, e enraizá-lo em todo o seu ser. Ela se senta no quintal, no verde luxurioso, e admira as flores, e absorve cada imagem, cada árvore, cada pássaro, e cada planta.




Antes que  nosso passeio termine, a professora segura  a mão direita de Anastasia com ambas suas mãos.

"Ana, estou tão contente de conhecer uma das maiores fãs de Jane Austen, além de mim. Lembre-se que a rotina diária de Jane incluía longas caminhadas nas ruas de Chawton, como as meninas Bennett teriam em Meryton, em Hertfordshire. Ela iria conversar com seus vizinhos, ou costurar à noite, e ter as refeições em família com sua irmã, mãe e seu amigo da família, mas, por vezes, isto incluía encontros sociais, ou amigos. Então, se você gostaria de ter uma ligação concreta com o meio ambiente onde Jane morava, eu recomendo vivamente que você ande sobre a Chawton Village, olhe por aí, diga olá para as pessoas, querida,” diz ela calorosamente.

Anastasia dá seu sorriso brilhante, e acena concordando com a cabeça, e agradece a professora. Passamos o resto do dia nos imergindo na cor local, e eu estou muito feliz de passar o dia com minha esposa na cidade de um de seus autores favoritos. A missão da minha vida, afinal, é fazê-la feliz.

***** *****

"Anastasia, baby pode você consegue ficar sozinha por algumas horas hoje? Eu tenho que ter uma reunião de negócios, uma vez que eu já estou aqui. Ele não deve me levar muito tempo. A segurança pode levá-la para fazer compras, passear, ou há alguma coisa em especial que você queira fazer hoje? " Eu pergunto, já aborrecido porque eu tenho que deixar minha esposa na nossa lua de mel.

"Oh...” ela diz com seu rosto desabando, mas rapidamente se recupera e sorri para me agradar. "Eu vou ficar bem, Christian. Vá fazer sua reunião. Mas, eu acho que vou ficar,  ler um dos manuscritos, enquanto você está tendo a sua reunião,” ela responde.

"Mas se você decidir sair, me ligue. Caso contrário, eu me preocupo. Eu estarei aí embaixo, em uma das salas de conferência," eu digo com um aviso na minha voz.

"Chame-me se você estiver saindo mesmo que por cinco minutos,” eu a lembro de novo.

"Sim, Christian,” diz ela revirando os olhos.

"Você está rolando seus olhos para mim?" Eu provoco.

"Sim, Sr. Grey, mas eu acho que você não tem tempo para fazer nada sobre isso,” ela brinca comigo de volta.

"Oh, Sra. Grey. Você tem apenas que pedir. Eu sempre posso fazer uma exceção para você,” eu respondo puxando-a para nivelar com o meu corpo e bato em seu traseiro, empurrando-a para minha ereção que já está crescendo.

"Isso é o que você faz para mim. Estou sempre uma arma meio-engatilhada perto de você, baby,” eu digo, olhando para ela sombriamente.

Ela está sem palavras, mas suas mãos se emaranham no meu cabelo, me puxando para um beijo. Logo o nosso beijo se torna mais profundo, carnal, e devasso.

"O que você está fazendo para mim, baby? Estou sempre perdendo o controle em torno de você,” eu sussurro em sua boca.

"Você está reclamando, Sr. Grey?” Ela pergunta.

"Baby, como eu poderia reclamar quando eu cobiço minha própria mulher? Mas quanto mais cedo eu terminar com a reunião, tanto mais cedo eu volto, e faço amor com você. "

"Esta é uma promessa?"

Eu agarro sua bunda e levanto-a do chão e enrolo suas pernas em volta de mim, enquanto minha ereção está cavando em seu sexo macio. Meus lábios reclamam  os dela e a minha língua assalta sua boca, com desejo carnal e querer, pedindo, tirando e exigindo.

"O que você acha, Sra. Grey?" Eu respiro em sua boca.

"S-sim,” ela choraminga.

Ela me vê sair e eu me encaminho para descer com Taylor.

"A sala de reuniões está pronta?" Eu pergunto.

"Sim, senhor. Os clientes já devem estar aqui. Eu tenho o seu laptop aqui, e Roz deve estar on-line já."

"Você pode pegar Geoffrey emprestado esta noite. Eu não vou precisar de seus serviços,” eu digo, impassível, e Taylor acena com a cabeça.

"Como é que vocês dois estão indo?" Pergunto completamente descuidado. Taylor pisca.

"Bom empregado, eu suponho. Eu não estou acostumado a ser atendido em tudo. Obrigado por alocar seus serviços para mim quando você não precisa dele,” diz ele e vendo um duplo sentido no que ele disse, ele altera, “quero dizer-lhe por me emprestar... ” acrescenta, em seguida, enxuga o suor a partir de suas sobrancelhas e, por fim diz: "Eu gosto das habilidades de mordomo de Geoffrey, mas eu amo Gail,” diz ele, finalmente, limpando a garganta, corando até  o couro cabeludo e quando o elevador dings aberto, ele é salvo pelo gongo. Eu tento esconder meu sorriso.

*****  *****


Durante toda a reunião eu mal posso manter meu foco sobre o tema. Minha mente vagueia para minha esposa lá em cima. O que eu quero fazer com ela, fazer com ela na parede, no banho, no piano, varanda... Especialmente quando meu Blackberry vibra, e há uma mensagem de texto dela:

* Estou pensando nas maneiras em que você possa cumprir sua promessa para mim. Talvez eu devesse fazer algo impertinente que deve exigir um pequeno castigo *

Eu respondo de volta imediatamente.

* N.Ã.O.! *

  Eu quero fazer muita coisa na cama, entretanto eu arranjei um monte de turismo na bela cidade de Londres, então esses planos terão que esperar até hoje à noite. A reunião continua depois da hora, e eu tenho planos. Eu digo a eles que é o máximo e digo-lhes que continuamos à noite para incluir dois outros locais, um em Taiwan, e um nos EUA para concluir a reunião. Isso vai me dar tempo para passar o dia com minha esposa, e enquanto ela descansa, eu posso terminar a reunião mais tarde à noite.

*****  *****

Quando eu volto para nossa suíte no final do meu encontro já passa das 11:00 h e quero cumprir tudo o que eu estive sonhando. Anastasia está ao lado da  janela,  enrolada em sua camisola de cetim,  lendo um manuscrito. Seu olhar se levanta quando ela me vê, meu coração cresce.

"Oi baby!" Eu digo enquanto eu me desloco em sua direção.

"Oi,” ela responde saindo da cadeira.

Eu a seguro em meus braços, levantando-a, beijando-a profunda e apaixonadamente.

"Eu estive pensando em você o tempo todo. E agora, eu quero levá-la para a nossa cama, e ter meu caminho com você,” eu digo e ela cora, dizendo "sim,” enquanto ela engole seco.

Eu deposito minha esposa na cama, arranco minhas roupas e deito na cama posicionado entre as pernas dela,  enquanto minha mão se arrasta pelas pernas, arrastando sua camisola de cetim para cima, no caminho. Ela não tem nenhuma calcinha, mas o que me pega de surpresa não é a falta de roupa, mas seu sexo ‘desmatado’.

"Que diabos você fez?" Eu exclamo. Eu sinto um horrorizado divertimento sentindo seu sexo raspado. Sento-me na cama, e acendo a luz da mesinha de lado e olho com cuidado para baixo em minha esposa, que tem mal cortados pêlos pubianos, como se alguém sem experiência tentou cortar o cabelo de alguém, e criou trilhos de trem. Minha boca fica aberta com uma forma O assustada. Anastasia se torna  vermelho tomate e tenta puxar a camisola para baixo para esconder seu sexo,  contrariada.

"Ana,” eu exclamo.

"Eu... uhm. Eu... raspei,” ela consegue responder.

"Eu estou vendo isso, baby. Mas, por quê?" Pergunto incapaz de parar de sorrir de orelha a orelha.

Ela fica completamente envergonhada de mim e cobre o rosto com as mãos, embaraçada.

"Hey, baby não se esconda. Não de mim,” eu digo baixinho, mas eu estou tentando não rir do esforço, que é admirável, mas o mau resultado pode exigir algum tipo de assistência. Eu tenho que morder o lábio para me segurar. "Diga-me. Por quê?" Pergunto com um brilho nos meus olhos.

"Pare de rir de mim,” ela me repreende.

"Eu não estou rindo de você. Sinto muito. Eu estou apenas ... encantado ,” eu digo. Eu realmente gostaria de ter sexo com seu sexo desmatado. A sensação muito melhor, pele com pele...

"Oh...” ela responde.

"Diga-me. Por quê?" Eu sondo.

Ela finalmente toma uma respiração profunda. "Esta manhã, depois que você saiu para a reunião, tomei um banho e eu estava lembrando todas as suas regras,” ela começa.

Isto não era o que eu estava esperando. Eu não quero que minha esposa pense em si mesma em termos das sub que eu tive. Ela é minha esposa, não minha sub. Todo humor desaparece de mim, e eu a considero com cautela.

"E eu estava relembrando,  uma por uma, e como eu me sentia sobre elas, e lembrei-me do salão de beleza e pensei... que isso é o que você gostaria. Eu não fui corajosa o suficiente para depilar com cera,” diz ela, finalmente, em um sussurro.

Ela só queria me agradar. Isso significa muito para mim agora,  que ela me tinha em mente, pensando no que eu gosto, e eu não sinto nada além de um  imenso amor por esta criatura diante de mim.

"Oh, Ana," eu respiro. Eu me inclino e beijo minha esposa devagar e com ternura. "Você me seduz,” eu sussurro contra seus lábios e beijo-a mais uma vez, desta vez segurando seu rosto entre as mãos. Meu beijo aprofunda e eu a beijo e a abraço até que nós dois estamos sem fôlego. Eu finalmente consigo recuar, inclinando-me sobre um cotovelo. Mas desta vez há um brilho malicioso nos meus olhos.

"Eu acho que eu deveria fazer uma inspeção completa de sua obra, Sra. Grey."

"O quê? Não!” Ela responde imediatamente cobrindo-se, e a seu sexo, do meu olhar.

"Oh, não, você não vai fazer isso, Anastasia,” eu digo enquanto eu agarro suas mãos e as ergo longe de seu sexo. Eu me movo rapidamente e me posiciono entre suas pernas, e fixo suas mãos para os lados. Eu olho para a minha linda esposa, quente, sensual, ardente e inclino a cabeça para baixo, enquanto ela está olhando para mim. Meus lábios descem lentamente em cima de sua barriga nua e lentamente faço meu caminho para seu sexo. Ela se contorce debaixo de mim, me acendendo, mais quente do que nunca, e, finalmente, pára de se contorcer incapaz de me afastar. O fato é que eu gosto dela resistindo. Excita-me. Anastasia me resistindo, colocando-se em uma luta na cama,  é uma das minhas fantasias.

"O que temos aqui?" Eu digo dando um beijo em seu sexo e raspando a barba do meu queixo através de  seu sexo nu.

"Ah,” ela exclama, sentindo tudo. Sim! Porra! Eu tenho uma dúzia de idéias sobre o que eu quero fazer nisto. Mas primeiro as primeiras coisas.

Eu olho para cima e meu olhar dardeja para o dela, e eu não tenho nada além de desejo, desejo sensual em meus olhos. "Eu acho que você falhou um pouco,” murmuro, puxando alguns fios de cabelo delicadamente, logo abaixo dela.

"Oh... Droga,” ela murmura mortificada.

"Eu tenho uma idéia," eu digo saltando da cama nu, e sigo para o banheiro.

Eu vou fazer a barba do sexo da minha esposa. Eu encho um copo com água quente, pego uma caneca, meu velho pincel de barba, sabão, seu barbeador e uma toalha. Volto para o quarto e arrumo a água, pincel, caneca e navalha na mesa de cabeceira e olho para minha mulher provocante, enquanto eu estou segurando a toalha.

Vendo a minha intenção, seus olhos se arregalam e ela protesta: "Não. Não."

"Sra. Grey, se um trabalho está mal feito, vale a pena fazer bem. Levante os quadris," Eu comando, enquanto meus olhos brilham com uma mistura de desejo e anseio por intimidade.

"Christian! Você não está indo me barbear!” ela guincha.

Eu inclino minha cabeça para o lado e pergunto-lhe: "Por que não, baby?"

Ela cora. É pessoal, íntimo, próximo?  "Porque... é muito...” ela pára.

"Íntimo?" Eu completo a frase em um sussurro. Eu posso ver que este é o motivo.  “Ana, eu imploro por intimidade com você - você sabe disso. Além disso, depois de algumas das coisas que fizemos, não fique toda escrupulosa comigo agora. E eu conheço esta parte do seu corpo melhor do que você conhece."

Ela abre a boca com a minha arrogância. Eu posso ver isso em seus olhos.  "É simplesmente errado,” ela lamenta.

"Isso não é errado - é hot,” eu digo olhando para o seu sexo, querendo fazer isso.

"Isso o excita?” Ela pergunta atônita.

Eu rosno em resposta. "Você não pode ver?"  Pergunto, olhando para a minha arma, em saudação completa.  "Eu quero fazer a barba em você,” eu sussurro. Ela deita de volta em sinal de rendição e joga os braços sobre o rosto.

"Se isso o faz feliz, Christian, vá em frente. Você é tão pervertido,” ela resmunga e levanta os quadris para que eu possa colocar a toalha debaixo dela. Eu sorrio para ela concordando. Eu me inclino e beijo sua coxa.

"Oh, baby, como você está certa,” eu respondo.

Eu coloco o sabão na caneca, e mergulho o pincel na água quente e agito-o sobre o sabão. Quando ensaboa, eu agarro seu tornozelo esquerdo e abro suas pernas. Quando eu sento entre suas pernas, a cama afunda com o meu peso. "Eu realmente gostaria de amarrá-la agora,” murmuro o meu desejo. Eu não quero dar-lhe um corte enquanto ela se contorce e se move.

"Prometo me manter imóvel,” ela responde.

"Bom".

Eu corro o pincel ensaboado sobre seu osso púbico e ela engasga em resposta. Ela se contorce sob o pincel.

"Não se mova,” eu ordeno com a censura no meu tom e passo o pincel mais uma vez. "Ou eu vou amarrá-la,” eu digo desafiando-a. Eu adoraria amarrá-la, fazer a barba dela e transar com ela. Meu pau tem um espasmo em resposta.

"Você já fez isso antes?” Ela pergunta timidamente quando eu alcanço a navalha.

"Não,” eu digo.

"Oh. Bom,” diz ela sorrindo. Eu amo essa resposta nela.

"Outro primeiro, Sra. Grey."

"Hmmm. Eu gosto de primeiros ".

"Eu também. Aqui vai." Eu digo e executo a navalha ao longo dos lábios de seu sexo.

"Fique quieta,"  Eu ordeno enquanto eu estou completamente focado na tarefa em mãos e passo a navalha. Eu raspo todo o cabelo. Uma vez que eu estou convencido de que todo o cabelo se foi, e a área está careca como no dia em que ela nasceu, eu pego a toalha e limpo o excesso de espuma.

"Pronto...  É mais parecido com isto,”  eu devaneio. Ela levanta os braços do rosto e me olha enquanto eu sento e admiro seu, agora completamente desmatado, florescente sexo.

"Feliz?” ela pergunta, em voz rouca.

"Muito,”  eu respondo sorrindo, e agora passo para a próxima coisa que eu estava querendo fazer desde que eu cheguei em casa. Eu coloco um dedo dentro dela. Sem cabelo. Só pele com pele, e ela está deliciosamente molhada. Eu me inclino para baixo e passo minha barba sem fazer, novamente, sobre seu cerne sensível, fazendo-a gemer, então minha língua se desenrola  para fora, mergulhando nas dobras de sua flor. Ela levanta os quadris, enquanto as pernas se envolvem em torno de meus ombros. Eu brinco com suas dobras com a minha língua. Eu lambo seu clitóris, girando minha língua, e um arrepio a percorre.

"Oh, por favor, Christian,” ela pede.

"O que você quer,  Ana? Você tem que me dizer, baby...” eu sussurro.

"Eu quero você,” ela exige.

"Você quer que eu te foda assim?” eu digo inclinando, minha língua agitando ao redor de seu sexo,  “ou assim,” eu digo passando o meu queixo sobre seu clitóris. Ela grita meu nome, “Christian, por favor!"

"Por favor, o que, Ana?" Eu exijo.

"Foda-me, por favor!” Diz ela, e me puxa para ela com as pernas.

"Você não é uma garota exigente? Mas acontece, que eu estou atendendo a pedidos hoje ,” eu digo, e pairando sobre ela, eu lentamente afundo nela, centímetro por centímetro, e me seguro ali, no meu lugar preferido no mundo, dentro de minha esposa, então eu começo a mover-me.



16 comments:

Natii said...

Gentee como eu amooo tudo isso, cada vez mais fascinada eu amoo essa parte da depilação, muito divertido, esse Christian é o melhor gente gente que homem é esse !!! E como sempre meninas amando cada capitulo , só agradeço por vcs fazerem minhas tardes e noites feliz... ahh estou amando a historia do Pella, vcs são simplismente demais, sempre e sempre obrigada e proximo por favor!

Natii said...

Gentee como eu amooo tudo isso, cada vez mais fascinada eu amoo essa parte da depilação, muito divertido, esse Christian é o melhor gente gente que homem é esse !!! E como sempre meninas amando cada capitulo , só agradeço por vcs fazerem minhas tardes e noites feliz... ahh estou amando a historia do Pella, vcs são simplismente demais, sempre e sempre obrigada e proximo por favor!

Luxo da Lix said...

Muito bom ler mais um capitulo deste livro fantástico! Espetacular a riqueza de detalhes. Londres parece-nos mais familiar do que nunca. Parabéns. Que trabalho fascinante!

Nilvânia said...

Eu estava esperando ansiosamente por mais um capítulo.... e este final definitivamente foi "hot"!! Tudo de bom!!!!

Olidelgi said...

Capítulo muito hot, hein? Ópera e depilação, tudo de bom. Devorando cada capítulo postado.
Bjs

Fernanda G. said...

É muita coisa boa para um capítulo só.Christian é demais!!

Tati said...

to com calor até agora!!!!! hot!!!!!

Anonymous said...

Que lua de mel!!!!! Estou sonhando até agora!!!!! Arrasando como sempre!!!

Lala

Leda Carneiro said...

Não tem nem o que comentar, Christian é demais. Amo esse casal.

' Hannah Alcântara Nunes said...

gente, eu amo esse homem. Essa parte da depilação foi a que eu mais ri. Estou muito ansiosa pelo os próximos capitulos, principalmente quando ela diz que esta grávida :) Por favor não demora muito para postar os outros.

Anonymous said...

Neusa parabens,ver tudo na visao do grey é magico,emine nem tenho mais palavras pra elogiar.
Danny Grassi

Pao said...

Definitivamente no hay hombres como Christian preocupado de todos los detalles ínfimos para el simple placer de Ana. Escena muy hot de la depilación. Excelente.

Valeria Algeri said...

Adorei a prte da depilação, ri demais mesmo!
O Christian come sempre, a cada dia nos faz apaixonar por ele mais e mais.
Parabéns

Daniela Martins said...

Se Chistian Grey, CEO, ja pode de tudo nesta vida...Chistian Grey apaixonado por Anastasia é capaz de revirar o mundo e colocá-lo aos pés dela!
Lua de mel dos sonhos!
Qual garota nao sonha com um marido e uma lua de mel assim!?
Lindo capitulo!
Bjkas
Dani

Priscila Pessotto said...

Olá girls!
Você que está começando a ler o blog agora ou que já é leitora, agora a Série Pella disponível aqui no blog foi publicada em livro – ECOS NA ETERNIDADE- e em português.
A Emine Fougner colocou a versão em português do Ecos na Eternidade na Amazon, apenas esta semana, por apenas R$ 3,94. Corram para aproveitar o preço porque na próxima semana voltará ao preço normal.
É só acessar a pagina da amazon: www.amazon.com.br.
Vamos aproveitar!
Beijos,
Pry

Miriam said...

Oi meninas!!!!! Estou fascinada com essa história.... Achei esse blog tem uma semana, quando estava procurando o livro cinco.
E adorei!!!!! Emine você é maravilhosa, desculpe a E l James, mais você superou!!!, Neusa você é uma tradutora incrível!