StatCtr

Tuesday, July 30, 2013

Livro III - Capítulo XVI - Christian Grey e Anastasia Steele


O INFERNO NÃO TEM FÚRIA IGUAL À DE UMA MULHER DESDENHADA

CAPÍTULO DEZESSEIS

Tradução: Neusa Reis



"Sra. Grey, parece que você não é apenas decorativa, mas útil, também," eu brinco com Anastasia, com prazer e diversão nos meus olhos.

"Decorativa?,” ela estreita os olhos, em sua própria maneira provocante. Eu a giro, puxando-a para mim e digo "muito" antes de beijá-la nos lábios macios.

"Você é muito mais decorativo do que eu sou, Sr. Grey,” ela responde.

Sua proximidade, perfume, e inebriante beleza desencadeia o desejo em mim, e eu sorrio largo e a beijo energicamente,  enquanto eu enrolo sua trança em volta do meu pulso, e passo os braços ao redor dela. Eu só a solto quando nós dois ficamos sem fôlego. Estou tão perto dela que podemos ambos sentir o coração um do outro disparado.

"Com fome?" Eu pergunto.

"Não,” ela responde. Claro. Se eu não a fizer comer, ela definha diante dos meus olhos.

"Eu estou,” eu digo.

"De que?" Ela pergunta. Minha esposa está sempre com desejo por mim; do jeito que eu gosto.

"Bem, na verdade comida, Sra. Grey," eu digo sorrindo.

"Tudo bem, eu vou fazer alguma coisa,” diz ela rindo.

"Eu adoro esse som,” eu digo,  desejando entretanto que ela estivesse em meus braços.

"De mim, oferecendo-lhe comida?" Ela pergunta curiosa.

"Você rindo," eu digo, enquanto eu beijo seu cabelo, então ela se levanta para ir embora.

"Então, o que você gostaria de comer, Senhor?" Ela pergunta em um tom de voz doce.

Ela definitivamente está brincando comigo. Eu estreito meus olhos para ela.

"Você está sendo fofa, Sra. Grey?"

"Sempre, Sr. Grey..." diz ela pausando, e, em seguida, acrescenta: "Senhor". Porra! Eu tenho que fazer algo sobre isso. Eu sinto minhas mãos se contraindo. Eu só quero puxá-la no meu colo, espancá-la e fodê-la.

"Eu ainda posso colocar você por cima dos meus joelhos," murmuro, num tom sedutor enquanto o meu sorriso vai de orelha a orelha. Ela coloca as mãos sobre os braços da minha cadeira do escritório, e se inclina para me beijar. "Isso é uma das coisas que eu amo em você, Sr. Grey. Mas recolha sua palma da mão... Você está com fome," diz ela.

Como posso resistir a ela quando ela é quem está me seduzindo, brincando comigo, e me acendendo como uma mangueira de fogo? Eu só posso sorrir para ela. "Oh, Sra. Grey, o que eu vou fazer com você?"

"Você vai responder a minha pergunta. O que você gostaria de comer?” Ela pergunta.

"Algo leve. Surpreenda-me,” eu digo. Esta é uma escolha que eu posso deixar para ela.

"Eu vou ver o que posso fazer,” diz ela, e requebra para fora do meu escritório.

Quando Anastasia sai do meu escritório, eu volto minha atenção para o vídeo de Barney. Jack fodido Hyde! Você vai se arrepender do dia em que decidiu foder comigo e com minha esposa. Eu pego meu Blackberry e disco para Welch.

"Welch,” ele responde.

"Você falou com o Barney?"

"Eu estou falando agora, senhor. Estamos examinando o vídeo juntos. Ele me informou que o criminoso no vídeo corresponde a  Jack Hyde. Temos que informar a polícia amanhã, mas antes disso, eu já enviei dois de meus homens para o seu endereço para verificar se ele ainda está lá. Se ele fosse esperto, ele não estaria."

"Se eles o encontrarem em seu endereço, eu quero ser informado imediatamente. Antes de você ou seus homens interrogá-lo, eu quero ter algum tempo com ele cara a cara,” eu digo sombriamente. Então, eu posso chutar sua fodida bunda. Ouço o rolar suave de sua cadeira através do telefone. Ele limpa a garganta.

"Você não prefereria Taylor ou a mim para estar com você, senhor?” Ele pergunta temendo minha raiva bem controlada.

"Não! Se ele não está em seu endereço, então mande uma mensagem e deixe-me saber."

"Como quiser, senhor,” ele consente.

"Barney está na outra linha?"

"Ele está no servidor da empresa, senhor. Não no telefone. Estamos atualmente cruzando verificações executadas e tentando executar scans das impressões digitais, para ver se elas podem ser combinadas com a impressão parcial de Charlie Tango. Mas isso é um tiro no escuro. Vai levar um tempo."

"Enquanto isso, eu preciso da informação sobre a segurança adicional o mais rápido possível (ASAP)! Todos os membros da minha família estão cientes de sua chegada amanhã."

"Tudo já foi arranjado, senhor. Uma vez que nós examinemos o vídeo, eu vou enviar-lhe e a Taylor, a informação sobre o pessoal da segurança."

"Ok, então. Assegure-se de me chamar depois que você conseguir qualquer coisa sobre Hyde!"

"Sim, senhor,” diz ele, enquanto eu desligo. Eu lanço o meu Blackberry na minha mesa. Eu aperto a ponte do meu nariz para evitar uma dor de cabeça que se aproxima, e exalo uma respiração. Eu tenho que assumir o controle de nossas vidas, e das circunstâncias que assolam nossas vidas. Eu odeio que o filho da puta do Jack Hyde esteja tentando fazer mal a mim, a meus bens e, possivelmente, minha esposa e família. Eu não poderia viver se a minha mulher fosse machucada por minha causa! Eu levanto abruptamente com minhas mãos cerradas. Se eles capturarem Hyde esta noite, eu vou bater nele em cada polegada de sua vida. Mas agora, eu só quero ir e segurar minha esposa, ouvir sua voz, e beijá-la. Eu tenho que pegar os desenhos da nossa nova casa para ver e discutir,  antes de Gia Matteo vir amanhã à noite. Enfiando meu Blackberry no bolso, os desenhos da nossa casa na minha mão,  eu entro no salão e localizo minha esposa na cozinha, me preparando algo para comer.

Eu coloco as plantas da casa na barra do café da manhã e me movo para minha esposa. Eu vou por trás dela e envolvo meus braços em torno dela, e beijo seu pescoço. Ela cheira celestial, e está linda. É malditamente excitante encontrá-la na minha cozinha me preparando algo para comer,  com os pés descalços, deliciosamente cheirosa.

"Descalça e na cozinha,” murmuro em seu ouvido.
  



"Isso não deveria ser descalça e grávida na cozinha?” Ela pergunta sorrindo maliciosa. Que porra é essa? Grávida? Espero que não. Não por um longo tempo. Mais uns dez anos, pelo menos! E mesmo assim! Eu não tive minha cota da minha esposa, e quando se trata dela, eu sou como um homem faminto em um buffet coma-tudo-que-puder. Porque eu estou carente de toque, amor e atenção, eu nunca me canso dela. Eu mal aprendi a tolerar e realmente disfrutar do toque. Seu toque é mágico, curativo, sensual e viciante. Eu quero tudo dela: mente, corpo e alma. Como posso compartilhá-la mesmo com um bebê que vai consumir todo o seu tempo, e para não mencionar levar o seu amor e atenção para longe de mim. Eu sinto a respiração sair para fora de mim imediatamente. Eu fico tenso, todo o meu corpo fica rígido.

"Ainda não!" Eu protesto imediatamente. Mesmo a idéia de ter um filho tão cedo é repugnante, assustadora, imediatamente me deixando inquieto.

"Não! Ainda não!” Ela responde. Oh, bom; eu sinto imenso alívio. Eu pensei que ela queria crianças agora, e estamos casados, há não mais que cerca de três minutos. Eu quero muito mais do nosso tempo sozinhos. Eu quero mostrar-lhe o mundo. Eu lentamente relaxo. "Nisto podemos concordar, Sra. Grey."

"Você quer ter filhos, porém, não é?” Ela pergunta preocupada.

"Claro que sim. Eventualmente. Mas eu não estou pronto para compartilhar você ainda,” eu respondo, beijando seu pescoço. Estou pronto para deixar essa conversa para daqui a mais dez anos. Eu preciso distraí-la; caso contrário ela vai dar seguimento a este assunto. Eu não sou material de pai. Eu não preciso ser pai, nem agora nem nunca. Nenhuma criança se beneficiaria de um merda de homem destruído. Tremo só de pensar no que eu posso oferecer. Eu imediatamente mudo o tema.

"O que você está fazendo? Parece bom,” eu digo beijando-a atrás da orelha. Eu sinto um arrepio percorrer seu corpo, e ela se inclina para o meu toque.

"Subs,” ela responde e ri com malícia para mim, me fazendo sorrir, e eu belisco sua orelha, meus braços ainda segurando o corpo dela em um abraço apertado. (N.T. Subs – Sanduíches)

"O meu favorito,” eu respondo. Ela me cutuca com seu cotovelo. Aperto meu lado com dor fingida. "Sra. Grey, você me machucou,” eu digo.

"Chorão,” ela murmura em um tom zombeteiro.

“Chorão?" Pergunto em descrédito total. Eu bato na bunda dela; ela salta da surpresa e grita. "Despache-se com a minha comida, moça. E mais tarde eu posso lhe mostrar como eu posso ser chorão,” eu digo provocante, batendo em seu traseiro, mais uma vez, em seguida, caminho até a geladeira para pegar uma garrafa de vinho.

"Você gostaria de uma taça de vinho?" Eu pergunto.

"Por favor,” ela responde.

Eu derramo para cada um de nós uma taça de vinho, e entrego-lhe uma delas.

Depois de limpar nossos pratos, eu abro as plantas de Gia sobre a barra. Ana olha para os desenhos, pensando.

"Eu amo a proposta dela de fazer todo o andar de baixo atrás de paredes de vidro, mas...” diz ela em dúvida.

"Mas?” eu pergunto. Eu quero que ela esteja completamente feliz com as plantas. Eu não quero que ela fique insatisfeito com qualquer parte da planta, porque tudo isso é para ela. Se ela não está feliz, eu não estou feliz.

Ela suspira e responde: "Eu não quero tirar todas as características da casa."

"As características?" Eu pergunto. O que exatamente ela quer fazer com a casa?

"Sim. A proposta da Gia é bastante radical, mas... bem... Eu me apaixonei pela casa como ela é, Christian. Mesmo com as falhas."

Ela não quer a reforma? Ela quer manter como está? Minhas sobrancelhas sulcam na reflexão.

"Eu meio que gosto da maneira como ela é,” ela sussurra hesitante. Eu meço a reação dela. Ela está preocupada com o que eu poderia pensar. Eu não quero que ela se preocupe. Esta casa é para ela, eu quero que ela seja feliz em todos os sentidos possíveis.
"Eu quero que esta casa seja do jeito que você quiser. O que você quiser. É sua,” eu digo, sem pestanejar ou quebrar o meu olhar. Sua felicidade é essencial.

"Eu quero que você goste também. Para ser feliz, também." Será que ela não entende que eu estou feliz onde quer que ela esteja - que meu coração pertence a ela? Minha felicidade não depende da casa em que vivemos, mas da presença dela na casa.

"Eu vou ser feliz onde quer que você esteja. É simples assim, Ana,” eu digo sustentando seu olhar. Ela pisca, surpresa, deglutindo, ela responde.

"Bem,” ela diz com as emoções inundando-a completamente. Ela engole novamente e toma uma respiração superficial. "Eu gosto de parede de vidro. Talvez pudéssemos pedir a ela para incorporá-la dentro da casa um pouco mais favoravelmente." A idéia de que minha esposa está tentando agradar-me derrete meu coração, me fazendo sorrir.

"Claro. O que você quiser. E sobre os planos para o andar de cima e o porão?" Eu pergunto.

"Eu estou bem com isso."

"Bom".

Em seguida, ela se mexe desconfortavelmente, queimando para fazer uma pergunta que a tem estado incomodando.

"Você quer colocar uma sala de jogos?” Ela pergunta em voz baixa, com medo da minha reação. Sua pergunta me pega de surpresa, minhas sobrancelhas pulam para cima.

"Você quer?" Eu pergunto. Eu estou divertido, assim como surpreso. Será que ela realmente quer ter uma sala de jogos na nova casa, ou ela está fazendo isso para meu benefício? Eu quero que ela queira isso. Se não, eu não vou construí-la.

Ela encolhe os ombros com indiferença. "Uhm... se você quiser. "

Ela está fazendo isso por mim. Eu não quero que isso seja sobre mim; o que temos de ter,  tem que agradar a nós ambos, especialmente uma sala de jogos. Se ela não quiser isso, eu não quero fazer isso. Ainda teremos o Escala. Podemos usar este Salão Vermelho da Dor se assim o desejarmos. Se vamos ter uma família, não importa daqui a quanto tempo,  pode  não ser  a  melhor opção. Decisões... Decisões...

"Vamos deixar as nossas opções em aberto no momento. Afinal de contas, essa será uma casa de família,” eu digo, e seu rosto despenca. Ela quer uma sala de jogos. Se ela realmente quer uma, isto  pode ser modificado facilmente.

"Além disso, podemos improvisar,” eu digo sorrindo malicioso.

"Eu gosto de improvisar,” ela sussurra. Então eu lhe mostro o quarto do casal, os detalhes do banheiro da suíte, e o seu e o meu closet nas plantas.


****  *****

Quando terminamos de discutir as plantas da  casa, são cerca de nove e meia da noite. Eu enrolo as plantas para guardá-las.

"Você vai voltar a trabalhar?" Pergunta Anastasia. Será que ela tem planos?

"Não, se você não quiser que eu vá,” eu respondo sorrindo. "O que você gostaria de fazer agora?"

"Nós poderíamos assistir TV,” diz ela. Mesmo que eu não goste de TV, e da merda estúpida com que ela  enche as pessoas, eu faria qualquer coisa com Anastasia.

"Ok,” eu digo, e levo-a para a sala de TV. Quando ela está assistindo TV, eu geralmente leio um livro. O que eu gosto é a sua proximidade. Eu me sinto extremamente relaxado quando ela se enrola ao meu lado no sofá, com a cabeça apoiada no meu ombro. Seu toque é a cura, magia para mim. O único contato que eu, não apenas tolero, mas anseio, desejo e necessito. Eu ligo a TV de tela plana com o controle remoto. Eu busco aleatoriamente através dos canais.

"Qualquer bobagem específica que você queira assistir?" Pergunto sorrindo.

"Você não gosta muito de TV, não é?" Ela murmura amargamente. Eu balanço minha cabeça.

"Desperdício de tempo. Mas eu vou assistir algo com você,” eu respondo. Tanto pode ser realizado com o tempo desperdiçado, incluindo prazer.

"Eu pensei que nós poderíamos dar uns amassos,” diz ela e minha cabeça gira para encará-la. Ela tem toda a minha fodida atenção. "Dar uns amassos?" Eu pergunto, testando as águas. Eu posso dar-lhe uns amassos. Eu estou pronto, disposto e capaz. Eu olho para ela avaliativo. Eu paro de mudar os canais. Ouço espanhol ao fundo, na TV, mas eu não me importo. Dar uns amassos? O que isso implica? O que exatamente ela quer?

"Sim,” ela responde.

"Nós poderíamos ir para a cama e dar uns amassos,” eu digo. Por que a sala de TV? Sem brinquedos, sem cama, sem qualquer um dos que me pararia.

"Nós fazemos isso o tempo todo. Quando foi a última vez que você fêz na frente da TV,” ela pergunta provocando. Dar uns amassos na frente da TV... Isso teria sido... Nunca. Aqui está algo que eu nunca fiz vir a pensar nisso. Sinto-me estupefato; eu dou de ombros com indiferença e balanço a cabeça. Eu pressiono o controle remoto novamente para mudar para outra coisa. Eu não quero demonstrar a ela que isso é algo que eu não fiz. Eu fiz mais do que minha parte quando se trata de sexo, mas nunca fiz. Eu paro de mudar os canais quando The X-Files aparecem.


X-Files Theme Music

"Christian?" Sonda Anastasia.

"Eu nunca fiz isso,” eu respondo tranquilamente. Estou envergonhado de nunca ter feito isso?

"Nunca?” ela pergunta incrédula.

"Não."

"Nem mesmo com a Sra. Robinson,” ela pergunta. Minha resposta é um bufo. Dar uns amassos com Elena... Isso não iria acontecer mesmo em um milhão de anos.

"Baby, eu fiz um monte de coisas com a Sra. Robinson. Dar uns amassos não foi uma delas.” Eu sorrio malicioso e olho para ela estreitando meus olhos. Agora, estou curioso... Ela fez com alguém?

"E você?" Pergunto intrigado.

Ela cora até o couro cabeludo. Que porra é essa! "Claro,” ela responde. Claro? Algum desgraçado acariciou minha esposa?

"O quê! Com quem?" Eu grito. Ela balança a cabeça. Eu preciso saber. Eu preciso descobrir. Eu vou enlouquecer sabendo que algum outro filho da puta tocou minha esposa do jeito que eu faço, ou a desejou, e ficou perto de tê-la. Eu tenho que saber!

"Diga-me,” eu insisto.

Ela baixa o olhar para os dedos entrelaçados como se guardassem os segredos do universo. Ela tem medo de mim? Eu cubro suas mãos com uma das minhas. Ela, então, olha para mim e me acha sorrindo para ela.

"Eu quero saber, Anastasia. Então, eu posso bater quem quer que seja até virar polpa."  Ela ri. Ela pensa que eu estou brincando. Eu não brinco quando se trata de minha afeição por Anastasia, ou a minha possessividade.

"Bem, a primeira vez...” ela começa. A primeira vez? Que porra de primeira vez? Quantas vezes ela fez isso? Quantos caras houve?

"A primeira vez! Há mais do que um filho da puta? " Eu rosno minha resposta.

Ela ri novamente. Isso não é engraçado, Anastasia. "Por que tão surpreso, Sr. Grey?” Ela pergunta me pegando de surpresa. Bem, para começar, ela é minha e só minha. Eu nunca pensei que outro homem tivesse posto as mãos sobre ela... E agora... Eu franzo a testa. Eu não gosto da idéia de que outro homem a tenha tocado. Na verdade eu só quero apagar qualquer marca, ou a lembrança delas alguma vez a tocando. Ela é minha! Minha mulher. Eu corro minha mão pelo meu cabelo, exasperado. Eu dou de ombros. "Eu apenas estou... Quero dizer... dada a sua falta de experiência..."

Ela cora mais uma vez. "Eu certamente dei uns amassos desde que o conheci,” ela responde. Isso, é claro, é a graça salvadora. Ela não tinha fodido ninguém antes de mim, e ela nunca mais vai foder ninguém. Eu sou aquele a quem ela se entregou completamente, sua virgindade, sua promessa de propriedade... Quero dizer casamento. Ela é minha, inferno!

"Você deu,” eu sorrio satisfeito. "Diga-me. Eu quero saber." Eu quero saber tudo sobre, mas, particularmente isso.

Ela olha para mim sondando. Ela quer saber se eu vou ficar bravo com ela. Eu tive muitas mulheres antes. Mas é diferente com Anastasia. Eu posso não ter tido qualquer direito sobre o que houve antes de eu conhecê-la, mas a idéia de que alguém mais possa conhecê-la de uma forma similar a minha está me comendo por dentro. Eu quero descobrir o quão longe os filhos da puta progrediram. Quero reconquistá-la. Imprimir novas lembranças sobre as que ela tem com estes babacas.

"Você realmente quer que eu diga a você?" Eu aceno com a cabeça concordando. Será que é realmente assim ruim? Eu quero saber para que eu possa dominar por cima deles. Para que eu possa mostrar-lhe como é feito corretamente, quanto melhor eu sou do que qualquer outro cara que ela pode já ter tido de qualquer maneira. Minha confiança está escrita em todo o meu sorriso arrogante. Ela estreita os olhos depois que eu concordo.

"Eu estava brevemente em Vegas com mamãe e o marido número três. Eu estava no décimo grau. Seu nome era Bradley, e ele era meu parceiro de laboratório de Física." Décimo grau... Ela era uma adolescente.

"Quantos anos você tinha?"

"Quinze." Ok, então uma criança. Mas, eu tinha quinze anos quando Elena me introduziu no mundo da kinky fuckery. Eu quero saber se ela fez algo semelhante.

"E o que ele está fazendo agora?" Pergunto casualmente. Eu quero saber se ela mantem contato com ele. Se ela realmente pensa sobre ele, ou se ela se lembra do que ele fez e como ele fez isso.

"Eu não sei,” responde ela sinceramente.

"A que base ele conseguiu chegar?" Eu pergunto.

"Christian,” ela me repreende. Eu quero saber! Ela é minha mulher, porra! De repente eu agarro seus joelhos e, em seguida, os tornozelos, derrubando-a, fazendo-a cair de costas no sofá. Eu deslizo em cima dela, efetivamente prendendo-a debaixo de mim. Eu coloco uma perna entre as dela, e não vou deixá-la mover-se. A rapidez do meu movimento faz com que ela grite. Eu capturo suas mãos, e levanto-as acima de sua cabeça.

"Então, esse personagem Bradley... Ele chegou à primeira base?" Murmuro, o tempo todo correndo meu nariz para baixo pela extensão do dela. Eu beijo o canto de sua boca suavemente, sensualmente.

"Assim?" Eu respiro.

"Não...”  ela engasga com prazer, "... nada assim." De alguma forma o alívio inunda através de mim. Estou com ciúme de saber que alguém lá fora tinha conhecido minha esposa de uma forma carnal, mesmo que ele fosse um aluno do décimo grau quando ele tentou fazer isso. Vamos explorar o que mais ele pode ter feito com ela. Eu libero seu queixo, e corro minha mão sobre seu corpo, e os meus dedos patinam até seus seios.

"Ele fez isso? Tocou-a assim?" Eu pergunto, meus polegares circulando sobre seus mamilos repetidamente, os quais endurecem sob meu toque, sob sua blusa.

"Não,” ela geme sua resposta enquanto ela está se contorcendo sob a ministração das minhas mãos.

"Ele chegou à segunda base?" Murmuro provocante em seu ouvido. Eu deslizo minhas mãos para baixo em suas costelas, cintura e até seus quadris. Ela não responde. Eu tomo o lóbulo da orelha entre os dentes e puxo delicadamente e apalpo com o meu corpo.

"Não,” ela respira sua resposta. Eu não posso acreditar que eu estou sentindo um alívio esmagador com sua resposta. O meu olhar é carnal, completamente obcecado por ela. Eu sorrio triunfantemente.

"Bom,” eu digo enquanto minha mão desliza dentro de seu moletom, cobrindo seu sexo. "Sem roupa de baixo, Sra. Grey. Eu aprovo,” eu digo, enquanto eu empurro o meu dedo indicador dentro dela lentamente, enquanto meu polegar roça sobre seu clitóris, esfregando-a em círculos.
"Nós deveríamos estar dando uns amassos,” Anastasia geme seu protesto. Isso me para no lugar.

"Eu pensei que nós estávamos?"

"Não. Sem sexo,” diz ela. O que diabos ela quer dizer sem sexo? Como posso tocar seus seios e seu sexo encharcado, e não ter sexo com ela?

"O quê?" Eu pergunto.

"Sem sexo..."  Eu posso lidar... Eu acho.

"Sem sexo, não é?" Eu tiro minha mão de seu moletom com relutância, e levo meu dedo indicador aos seus lábios.

"Aqui,” eu digo enquanto meu dedo traça seus lábios, e então eu o empurro na sua boca a espera. Eu esfrego meu dedo em sua boca como eu faria em seu sexo. Então eu me mexo para me reposicionar  entre suas pernas, e minha ereção empurra contra seu sexo. Eu posso fazê-la mudar de idéia. Eu empurro sobre seu sexo, lentamente, atentamente, repetidamente. Ela engasga enquanto eu me certifico  de que seu moletom estimula seu sexo do jeito certo. Eu empurro nela novamente, moendo nela.

"Isto é o que você quer?" Murmuro enquanto  eu balanço contra ela.

"Sim,” ela geme.

Minha mão se move de volta em seu mamilo, enquanto raspo meus dentes ao longo de sua mandíbula. Ela é tão irresistível, porra, tão malditamente quente!

"Você sabe o quão quente você é, Ana?" Pergunto com uma voz rouca enquanto eu balanço nela prá frente e prá trás cada vez mais forte. Ela abre a boca e só sai um gemido alto, cheio de desejo. Minha boca se apodera da dela, e eu começo a beijá-la. Eu pego de surpresa seu lábio inferior e puxo-o com os dentes, sugando-o. Então a minha língua encontra o seu caminho em sua boca, e explora, lambe e acaricia sensualmente. Quando eu solto suas mãos, ela chega até o meu cabelo, e agarra punhados e puxa. Ela faz isso quando o seu desejo atinge o seu auge. Eu gemo em resposta, todo o sangue corre para o sul do meu corpo, erguendo meu pau, que empurra seu caminho para fora da minha calça jeans. Eu levanto os meus olhos para ela intrigado.

"Ah..." Eu gemo.

"Você gosta de mim tocando em você?" Ela sussurra. Ela interpretou mal a minha reação como apreensão? Minhas sobrancelhas sulcam. Eu preciso de seu toque, eu o desejo, eu o quero... Pensando sobre isso, eu não posso viver sem ele.

"Claro que sim. Eu amo você me tocando, Ana. Eu sou como um homem morrendo de fome em um banquete quando se trata de seu toque,” eu digo com sinceridade.

Parece que eu vou fazer amor com a minha esposa afinal. Eu me ajoelho entre suas pernas, e a sento. Eu pego sua blusa e a retiro. Então eu puxo a barra da minha camisa e arranco-a sobre a minha cabeça, e atiro-a no chão. Eu finalmente puxo minha esposa para o meu colo, com minhas mãos cruzadas atrás da bunda dela.

"Toque-me," eu respiro. Eu quero suas mãos e os dedos em cima de mim. Eu preciso disso como a minha próxima respiração. Ela está hesitante. Ela chega primeiro até mim com a ponta dos dedos, escovando levemente sobre o meu cabelo no peito. Em seguida, os dedos acariciam minhas cicatrizes de queimaduras de cigarro. Seu toque me incendeia dentro, colocando fogo no meu sangue, fazendo o desejo correr de mim para ela. Eu inalo uma respiração pesada, meus olhos escurecem, mas eu não tenho medo de seu toque. Eu quero. Ela é minha amante, minha esposa, minha vida. Meus olhos a seguem, sem pestanejar. Meu corpo inteiro está com atenção total com o toque dela. Eu me torno vivo em cada uma das células. Seus dedos tentativamente tocam um mamilo primeiro, e depois flutuam para o outro. Meu corpo responde, meus mamilos franzem sob suas carícias sensuais. Ela se inclina e planta beijos por todo o meu peito, as mãos deslizam sobre o meu ombro. Eu sou uma bola de desejo. Eu tenho que tê-la.

"Eu quero você,” eu digo, e ela geme. Seus dedos se movem no meu cabelo, agarrando e puxando, esticando a cabeça para trás para capturar minha boca. Oh merda! Isto é quente, porra! Eu gemo, e empurro a minha mulher de volta para o sofá. Sento-me e praticamente arranco suas calças de moletom para fora dela enquanto vou abrindo minha braguilha.

"Home run,” eu sussurro, e prontamente lanço meu pau em seu sexo, preenchendo e esticando-a.
(N.T.
Primeira base - beijo boca-a-boca;
Segunda base - tocar ou beijar os seios ou outras zonas erógenas podendo estar vestidos ou não;  estimulação manual dos órgãos genitais;
Terceira base - estimulação oral dos órgãos genitais; sexo oral;
Quarta base (home run) - relação sexual ‘completa’.)
              



"Ah,” ela geme. Eu fico imóvel dentro dela. Eu pego seu rosto entre minhas mãos, e inclino-me em seus lábios. "Eu amo você, Sra. Grey," murmuro, e eu lentamente começo a me mover. Beijando-a com tudo o que tenho, explorando sua boca, sugando seu lábio. Eu pego minha esposa no meu colo, fazendo  nossa proximidade mais íntima do que nunca. Eu lentamente a levanto e a abaixo no meu pau, enquanto eu meto nela profundo. Cada vez que seu peito esfrega no meu peito, a fricção o enruga, excitando-a mais. Seus braços permanecem serpenteando em torno de mim, com as mãos puxando meu cabelo, os lábios moldados um no outro, eu me movo, e empurro até que ambos alcançamos o nosso auge e eu sinto o aperto familiar de seu sexo, puxando-me mais profundo dentro dela. Ela começa a se mover mais rápido, combinando o meu impulso com seus movimentos, girando o quadril, enquanto seu sexo reveste completamente meu pau e enquanto ela arqueia as costas, sua cabeça inclina para trás. Ela goza em voz alta chamando meu nome, e eu me perco na sensação e despejo todo o meu amor, e tudo o que tenho para dar dentro dela.
****  ****

Quando nossos sentidos voltam para nós, estamos esparramados no chão, e ela está deitada sobre meu peito.

"Você sabe, nós completamente ignoramos a terceira base,” ela diz com seus dedos traçando os meus peitorais. Agora que eu peguei o gosto de dar uns amassos, "Da próxima vez, Sra. Grey," eu respondo rindo, beijando o topo de sua cabeça. Como posso resistir a minha linda esposa?

Anastasia olha para a TV onde os créditos finais do Arquivo X estão em execução. Eu ligo o som novamente.

"Você gostava deste programa?” Ela pergunta intrigada.

"Quando eu era criança, eu gostava,” eu respondo.

"E você?" Eu pergunto.

"Foi antes da minha época,” ela responde. Antes de sua época... Eu tendo a esquecer o quão jovem ela é. Ela tem apenas 21 anos! Ela é seis anos mais nova do que eu!

"Você é muito jovem," Eu observo, sorrindo para minha esposa carinhosamente. "Eu gosto de dar uns amassos em você, Sra. Grey."

"Da mesma forma, Sr. Grey,” diz ela beijando meu peito.

"Têm sido três semanas celestiais. Perseguições de carro e incêndios e ex-chefes psicóticos, não obstante. Eu gosto de estar em nossa própria bolha particular,” ela murmura.

"Hmm," eu murmuro, "Eu não tenho certeza se estou pronto para compartilhar-la com o resto do mundo, no entanto," eu digo com sinceridade. Eu tive uma lua de mel bem-aventurada; descobri o quanto eu amo e desejo a minha esposa. Eu a amo mais do que eu pensei que poderia amar uma pessoa. Eu não sabia que eu era capaz de tanto amor ou uma tal relação com alguém, e ainda assim, ela me conquistou corpo e alma.

"De volta à realidade amanhã,” murmura Anastasia, embora parecendo desanimada. Se ela realmente tem que ir trabalhar, eu tenho que deixá-la saber sobre a segurança adicional. Exasperação paira sobre mim mais uma vez que o filho da puta do Hyde está lá fora e ele conhece  a SIP bem. E a minha esposa tem a atenção de uma criança de três anos, quando se trata de ouvir ou seguir qualquer coisa que eu peço a ela. Eu corro a minha mão sobre o meu cabelo novamente, frustrado.

"A segurança será apertada" Eu começo dizendo, mas Anastasia coloca os dedos sobre meus lábios.

"Eu sei. Eu vou ser boa. Eu prometo,” diz ela, o que, naturalmente, esperaremos para ver.

"Por que você estava gritando com Sawyer?” Ela pergunta, fazendo-me enrijecer. Sua incompetência nos colocou em perigo.

"Porque nós fomos seguidos,” eu respondo.

"Isso não foi culpa de Sawyer,” diz ela. Desculpas podem conseguir lhe matar. Eu não posso desculpar um erro fatal que poderia ter custado a vida dela. É o seu trabalho! Se ele é incapaz de fazê-lo, ele será substituído. Fim da história! Eu olho para Anastasia placidamente. Isso não é negociável. "Eles nunca deveriam ter deixado você chegar tão longe na frente. Eles sabem disso,"  eu digo. É um dos requisitos básicos que foi incutido neles tanto por Taylor quanto por Welch.

"Isso não foi...” ela começa a inventar desculpas para eles.

"Chega!" Eu a corto. "Isso não está em discussão, Anastasia! É um fato, e eles não vão deixar que isso aconteça novamente."  Será que ela nem sequer percebe o medo que eu experimentei com o fato de que ela estava tão perto de perigo? Que esse filho da puta se atreveu a seguir-nos, sabendo que uma equipe de segurança estava nos seguindo? E aqui está a minha mulher discutindo comigo sem entender a gravidade da situação. Sua vida não tem preço. Ela é o meu lugar seguro, ela é minha vida. Qualquer coisa ou qualquer um que ponha em risco seu bem-estar será eliminado, e se a minha segurança atual é incapaz de protegê-la, eles serão substituídos por outros que possam.

"Ok,” ela murmura, conciliando. "Ryan pegou a mulher no Dodge?"

"Não. E eu não estou convencido de que era uma mulher."

"Oh,” ela diz com suas sobrancelhas levantando.

"O que Sawyer viu foi alguém com o cabelo amarrado para trás, mas foi um breve olhar. Ele achou que era uma mulher. Agora, uma vez que você identificou esse filho da puta, talvez fosse ele. Ele usava o cabelo assim,” eu digo desgostoso. Mas eu não vou abandonar completamente a idéia de que os incidentes podem não estar ligados ou que Hyde estava trabalhando sozinho. Se eu quiser a total segurança da minha família, eu tenho que considerar todas as possibilidades. Anastasia não precisa saber disso. Ela já se preocupa o suficiente comigo.

O pensamento de perdê-la... Eu não posso suportar pensar nisso. Eu corro minha mão sobre suas costas nuas.

"Se alguma coisa acontecesse com você..." eu digo. Não consigo trazer o fim da frase. Eu simplesmente morreria se eu a perdesse. Eu ficaria sem alma. Pior do que morto! Sinto-me impotente, e é um território onde eu não quero entrar. Eu volto a ter quatro anos de idade, e impotente em ajudar a ela... salvá-la do cafetão. Eu nunca mais quero estar nessa posição enquanto eu viver. Eu não posso deixar Anastasia se machucar!

"Eu sei,” sussurra Anastasia em um tom reconfortante. "Eu sinto o mesmo sobre você,” diz ela enquanto um arrepio a percorre como se alguém simplesmente passasse por cima de seu túmulo. Eu balanço minha cabeça, como se para limpar os pensamentos sombrios.

"Venha. Você está ficando fria,” eu digo, enquanto eu sento. "Vamos para a cama. Podemos cobrir a terceira base lá,” eu digo, sorrindo licenciosamente. Eu pego a mão da minha esposa, puxando-a de pé, e a acompanho através do salão, completamente nua, a caminho do nosso quarto.

****  *****

Na manhã seguinte, eu estou preocupado quando paramos fora da SIP. Eu seguro sua mão, e a aperto. Ela olha meu terno marinho escuro e gravata, e sorri, gostando do que vê.

"Você sabe que você não tem que fazer isso?" Murmuro. Ela estreita os olhos um pouco, pronta para rolá-los a qualquer momento. Eu gostaria de poder dizer-lhe os perigos, mas eu não posso; não sem assustá-la. É o meu fardo. Eu prometi cuidar dela e protegê-la. É o meu trabalho.

"Eu sei,” ela sussurra, olhando determinada. Eu franzo a testa, mas ela sorri em tom tranqüilizador.

"Mas eu quero. Você sabe disso,” diz ela, e se inclina e me beija. Eu odeio deixá-la ir. O filho da puta conhece o edifício. Ele trabalhou aqui. Meus olhos continuam resolutamente escuros. Eu ainda estou preocupado.

"O que há de errado?” Diz ela, quando ela olha para a minha carranca persistente. Eu olho para Ryan, e Sawyer sai do carro. "Eu vou sentir falta de ter você só para mim."

Suas mãos se levantam para acariciar meu rosto. "Eu também,” diz ela, me beijando. "Foi uma lua de mel maravilhosa. Obrigada. "

"Vá para o trabalho, Sra. Grey."

"Você também, Sr. Grey."

Quando Sawyer abre a porta, eu aperto a mão de Anastasia, relutante em deixá-la ir. Ela finalmente sai. Quando ela chega à entrada da SIP Sawyer abre a porta para ela. Ela se vira e me dá um leve aceno com a mão, e entra no edifício.

Ryan me leva a GEH. Depois de estacionar o SUV, nós nos encaminhamos para os elevadores.

"Ryan, eu vou ter uma reunião com Welch em breve. Eu quero que você venha e dê uma descrição do criminoso. Você tem um vídeo do Dodge? "

"Não é muito claro, senhor. Nós não temos um bom ângulo de visão para começar. Depois de deixar Sawyer, eu tentei chegar perto, mas ela estava tecendo dentro e fora do tráfego. Embora o tráfego estivesse geralmente leve, ela foi se tornando imprudente e colocando em risco os outros condutores na estrada, para me jogar fora de suas costas. Eu estava mais preocupado em obter uma identificação visual do motorista. Mas era uma tarefa difícil devido ao fato de que era uma perseguição em alta velocidade, as janelas do Dodge foram fortemente escurecidas, o motorista estava usando um boné, o cabelo estava em um rabo de cavalo, e usava óculos."

"Vocês ficam dizendo 'ela'. Mas nós identificamos Jack Hyde ontem à noite. Eu não estou totalmente convencido de que era uma fêmea. Você só indicou que as janelas estavam escurecidas, e o motorista usava um boné e óculos de sol."

"Você está certo que não é fácil de identificar claramente o sexo do motorista baseado exclusivamente no meu limitado visual. Mas existem algumas dicas visuais que foram ensinadas no FBI, senhor."

"Como assim?" Eu sondo quando a porta do elevador abre no meu andar. Andrea salta em seus pés.

"Bom dia, Sr. Grey. Sr. Welch e Barney estão esperando por você em seu escritório. Posso trazer o seu café agora senhor?"

"Não agora, Andrea,” eu respondo.

"Ryan, é melhor se você explicar isso para todos nós,” eu digo.

"Claro, senhor,” diz ele, e abre a porta do escritório.

Tanto Welch como  Barney levantam-se, e falam a uma só voz,  ‘...dia’ Sr. Grey."

"Senhores," Eu cumprimento. "Como vocês bem sabem, Jack Hyde foi identificado como o incendiário. Também tivemos uma perseguição de carro ontem. Ryan parece insistir que é uma mulher mesmo que Jack Hyde no feed de vídeo que vocês me mostraram ontem à noite,"  eu digo acenando com a cabeça para  Barney, "tinha um rabo de cavalo similar."

"Permita-me explicar, senhor. Geralmente, o gênero afeta drasticamente as tendências nos hábitos de dirigir. Eu examinei o arquivo do Hyde que Welch compartilhou conosco. Traços de personalidade refletem a postura e os hábitos de condução. Hyde é agressivo, imprudente, mas cuidadoso. Ele está avaliando. Das curtas imagens que  eu consegui observar, este motorista tinha uma postura diferente. Ela ficou nervosa. Seu objetivo principal passou a ser ficar longe de mim. O objetivo principal de Hyde é machucá-lo."

"Esse pode ter sido ele! Ele foi identificado nos vídeos, e você mesmo disse ontem à noite que não se pode ter certeza absoluta da descrição do motorista. Janelas foram matizadas, e o motorista estava disfarçado com um boné e óculos de sol. "

"Sr. Grey,” exclama Welch. "Vamos supor que era Hyde no Dodge. Ele ainda tem que ir a algum lugar. Ele não estava em casa. Na verdade, ele não tem estado lá há algum tempo. Semanas mesmo... Como ele sobrevive? Eu tenho procurado em sua atividade de cartão de crédito, retirada de dinheiro e não há nada, senhor. Isso é um forte indício de um cúmplice. Não podemos ignorar isso."

É disso que eu tenho medo. Meus lábios se estreitam em uma linha apertada. Eu exalo um suspiro de frustração. Eu me viro e olho para a cidade de Seattle, distraído.

"Quero que vocês todos reúnam seus dados, compartilhem suas descobertas e compilem um relatório com imagens e vídeos. Eu quero vê-lo assim que ele estiver pronto,” eu digo lentamente, enquanto minhas costas ainda estão viradas para meus homens.

"Ele já está em execução, senhor. Estou compilando os dados para o meu encontro com Pella esta noite, para que ele possa examiná-los para avaliá-los para nós, para nos dar uma nova perspectiva. Barney também terá que limpar o vídeo, tanto quanto ele puder, feito do Audi."

"Se isso é tudo que vocês têm, senhores, eu vou falar com vocês mais tarde, quando os dados forem compilados."

Quando todos saem do meu escritório, eu percebo que a minha preocupação sobre a segurança de Anastasia está aumentando, e eu estou sentindo falta dela. Sentindo falta dela... muita. Sua ausência, depois de passar cada hora das últimas três semanas juntos é bastante evidente, e pesa em minha mente. Eu imediatamente escrevo-lhe um e-mail.


De: Christian Grey
Assunto: Bolha
Data: 22 de agosto de 2011 09:31
Para: Anastasia Grey
Amor cobrindo todas as bases com você.
Tenha um ótimo primeiro dia de retorno.
Saudade da  nossa bolha já.
x

______________________________________________________________________

Mas, menos de alguns segundos mais tarde, o meu e-mail é retornado do servidor de e-mail da SIP alegando que o usuário não existe. O usuário EXISTE, mas ou a tecnologia com sua informação cometeram um erro, ou pior, minha esposa errante provavelmente não mudou o nome dela. Eu coloco a minha teoria em teste. Eu nervosamente digito meu próximo e-mail.
_____________________________________________________________________________

De: Christian Grey
Assunto: Esposas errantes
Data: 22 de agosto de 2011 09:55
Para: Anastasia Steele

Esposa,  enviei o e-mail abaixo e voltou.
E é porque você não mudou o seu nome.
Algo que você queira me dizer?

Christian Grey CEO, Grey Enterprises Holdings Inc.



Anexo:
_____________________________________________________________________________

De: Christian Grey
Assunto: Bolha
Data: 22 de agosto de 2011 09:31 h
Para: Anastasia Grey

Sra. Grey
Amor cobrindo todas as bases com você.
Tenha um ótimo primeiro dia de retorno.
Saudade da  nossa bolha já.
x
Christian Grey De volta ao Mundo Real CEO, Grey Enterprises Holdings Inc.
______________________________________________________________________

Com certeza, o meu e-mail atravessa. Então, ela não mudou o seu nome no trabalho. Por que ela faria isso? Ela está envergonhada de mim? Será que ela não me quer? Por que ela não quer levar o meu nome? Por que ela sente a necessidade de esconder o fato de que eu sou o marido dela? Será que ela pensa que eu não sou digno dela? Eu sinto meus dedos batendo na mesa como os quatro cavaleiros do apocalipse. Quando sua mensagem entra na minha caixa de e-mail, eu a abro imediatamente.
____________________________________________________________________________

De: Anastasia Steele
Assunto: Não estoure a bolha
Data: 22 de agosto de 2011 09: 57
Para: Christian Grey

Marido

Eu sou toda a favor de uma metáfora de baseball com você, Sr. Grey.
Eu quero manter o meu nome aqui. Vou explicar esta noite.
Eu estou indo para uma reunião agora.
Saudade da nossa bolha, também. . .

PS: Pensei que eu tinha que usar o meu Blackberry?

Anastasia Steele Editora Comissionada, SIP
______________________________________________________________________

O que diabos isso significa? Eu não posso respirar! Por que ela está se distanciando de mim? Acabamos de nos casar. Eu leio a resposta dela várias vezes. Ela quer manter o nome dela. Ela está me bloqueando desde baixo! Ela é minha esposa! Eu quero que ela tenha o meu nome! Eu quero que o mundo inteiro saiba que eu, Christian Grey, sou seu marido. Ela não é a solteira e disponível Anastasia Steele! Será que ela vai tirar seus anéis, quando começar a trabalhar? O que significa isso?

Eu dou voltas em meu escritório. A parte dominante de mim está me dizendo para ir até a SIP, e colocá-la sobre meu ombro e levá-la de volta para o Escala, e mantê-la lá para sempre. Mas, isso eu não vou fazer. Isso vai afastá-la de mim. Eu quero que ela me queira. Por conta própria. Eu quero que ela  declare para o mundo, para seus amigos, seus colegas de trabalho que eu sou seu marido. Eu sou o homem que a possuiu, a teve, reivindicou-a, como ninguém mais jamais poderá reivindicá-la. Ela é minha esposa, porra!

Merda! Eu tenho uma reunião!

"Andrea,” eu aperto o intercomunicador.

"Sim, Sr. Grey,” ela responde prontamente.

"Limpe minha agenda depois do almoço, e agende-me uma consulta com o Dr. Flynn para esta tarde."

"Sim, senhor. A Equipe de Engenharia e Ros estão esperando por você na sala de reunião."

"Eu estarei lá em poucos minutos,” eu digo e me recomponho empurrando para baixo a façanha de Anastasia, até a hora do almoço. Durante a reunião, eu tenho dificuldade em me concentrar. Eu coloco minha máscara impassível como uma segunda pele, e ouço apenas. Anastasia não envia outras mensagens, e eu não respondo. Eu me sinto como um fio desencapado. Ros me olha intrigada. Eu olho de volta para ela, impassível. Assim que a reunião termina, eu me levanto, aceno com a cabeça secamente e deixo a sala de reuniões, deixando uma sala cheia de rostos perplexos. Ryan sai do local comigo.

"Nós estamos indo para a SIP,” eu digo bruscamente.

"Agora, senhor?" Eu levanto as sobrancelhas para ele.

"Sim, senhor,” diz ele corando. O caminho até  a SIP não é rápido o suficiente. Eu estive uma pilha de nervos durante as últimas duas horas e meia. Eu não entendo por que minha esposa não deseja estar associada a mim. Eu pensei que ela me amava! Ela disse isso com frequência. É apenas um ardil? Ela está deslizando através de meus dedos? Ela está tentando dizer aos outros que ela está ou ela pode estar no futuro próximo disponível? Porra!

Eu pego meu Blackberry, e disco Sawyer.

"Sim, Sr. Grey,” ele responde ao seu telefone.

"A Sra. Grey terminou sua reunião?"

"Ela terminou, senhor. Ela está atualmente em seu escritório com sua assistente. "

"Estaremos na SIP em breve."

"Devo informar a Sra. Grey, senhor?” Ele pergunta. Não, eu quero fazer uma surpresa.

"Não. Não informe ninguém. Estamos chegando agora."

"Vou encontrá-lo na porta, senhor,” ele diz, e eu desligo. Tempo de recuperar a esposa errante. Depois de Ryan estacionar a SUV, caminhamos para o prédio. Os olhos da secretária arregalam quando eu entro no edifício.

"Bom dia... Quero dizer, boa tarde Sr. Grey. Você gostaria que eu avisasse Ana? Quero dizer a Sra. Grey?"

"Não, obrigado. Basta informar Roach que estou aqui ".

"Claro, senhor,” ela responde, e Roach tropeça pelo caminho para cumprimentar-me enquanto abotoa os botões da frente de sua jaqueta em um gesto instintivo. Ele estende a mão calorosamente.

"Sr. Grey! Que surpresa agradável, senhor. A que devemos a honra da sua visita?” Ele pergunta.

"Estou aqui para visitar a Srta. Steele. Espero que ela não esteja atualmente ocupada."

"Eu... uhm... Eu não tenho certeza de sua agenda, senhor. Nós terminamos com  nossas reuniões, e é hora do almoço. Tenho certeza de que ela está em seu escritório. Devo levá-lo a ela, senhor?” Ele pergunta. Não fique rodeando, homem.

"Sim, você deve,” eu respondo com um sorriso. Eu estou no comando. Ele lidera o caminho para seu escritório, e bate em sua porta. Eu pareço confiante e no comando, mas eu também estou determinado a resolver o problema do sobrenome, e rebatizar minha esposa errante com o meu nome.

"Entre,” ouço a voz de Anastasia. Roach abre a porta. Anastasia está sentada em sua mesa em frente a sua assistente. Quando Anastasia me vê, ela parece completamente estupefata. Apenas a reação que eu estava procurando. O meu olhar está bloqueado nela, e está ardendo como fogo. Eu passeio na sala completamente no comando. Viro-me e olho para sua assistente que está se comportando como as mulheres comuns fazem quando dão uma olhada em mim. Dou-lhe um sorriso educado e me apresento.


I'll Be Watching You – Sting

"Olá, você deve ser Hannah. Eu sou Christian Grey,” eu digo, e ela se embaralha de pé e estende a mão para mim.

"Sr. Grey. Q.. Que bom conhecê-lo, senhor,” ela gagueja suas palavras, enquanto ela aperta minha mão. "Posso ir buscar um café?” ela pergunta.

"Por favor,” eu digo disposto a limpar a sala, exceto para minha esposa errante que se recusa a pegar o meu sobrenome. Hannah olha confusa para Anastasia e, rapidamente, sai do pequeno escritório de Anastasia,  passando por Roach que parece tão estupefato quanto Anastasia.

"Se você me desculpar, Roach. Eu gostaria de ter uma palavrinha com a Srta. Steele," eu digo enfatizando o S implosivamente e com sarcasmo.

"Claro, Sr. Grey.  Ana,” murmura Roach e fecha a porta atrás de si.

"Sr. Grey, que bom ver você,” Anastasia diz enquanto ela está sorrindo docemente, finalmente, se recompondo.

"Srta. Steele, posso me sentar?" Pergunto sibilantemente novamente.

"É a sua empresa,” diz ela acenando com a mão para a cadeira desocupada de sua assistente.

"Sim, é” eu digo predatoriamente. Eu sorrio para ela, mas é apenas um ardil. Estou muito nervoso,  tenso demais para sentir qualquer outra coisa.

"Seu escritório é muito pequeno,” eu digo enquanto me sento de frente para a mesa. Eu olho ao redor de seu escritório, observando indiferente.

"Combina comigo,” ela responde. Eu olho para ela com indiferença, mas eu sou nada. Eu estou com raiva, ansioso, ferido e em ebulição por dentro com uma sensação com que eu não estou familiarizado.

"Então o que eu posso fazer por você, Christian?"

"Eu estou apenas passando os olhos nos meus bens,” eu respondo.

"Seus bens? Todos eles?” ela pergunta.

"Todos eles,” eu digo com significado. "Alguns deles precisam ser rebatizados".

"Rebatizados? De que maneira?” Ela pergunta. Ela sabe por que estou aqui, e ainda assim parece obtusa. Preciso resolver isso. Eu estou loucamente ansioso por dentro, como se ela não estivesse disposta a ser conhecida como minha esposa. Ser minha.

"Por favor... Não me diga que você interrompeu seu dia, depois de três semanas fora para vir aqui e brigar comigo sobre o meu nome,” diz ela combativamente. Estou aqui para negociar e ganhar. Não brigar. Eu sento na minha cadeira, encontrando uma posição confortável. A posição do poder. Eu cruzo minhas pernas.

"Não exatamente brigar, não."

"Christian, estou trabalhando,” ela responde com desdém.

"Para mim parecia que estava fofocando com sua assistente."

"Estávamos passando por nossas agendas,” ela ataca. "E você não respondeu minha pergunta." Assim que eu abro minha boca, há uma batida na porta, e Anastasia rosna para o visitante. "Entre!"

Sua assistente abre a porta e entra com uma pequena bandeja com meu café em uma prensa francesa, um jarro de leite, açucareiro e coloca a bandeja sobre a mesa. Reunindo seus sentidos, Anastasia consegue agradecer a Hannah. (N.T. a prensa francesa ou cafeteira francesa é um método de preparação de café que não requer energia elétrica nem alta tecnologia, visto que é uma jarra transparente de vidro (ou plástico) com tampa e um êmbolo de compressão que filtra o café, permitindo que apenas o líquido passe enquanto o pó é empurrado para o fundo da jarra.) 

"Você precisa de mais alguma coisa, Sr. Grey?" Sua assistente pergunta em sua  voz de Marilyn Monroe.

"Não, obrigado. Isso é tudo,” eu respondo com um sorriso. Sua reação é a que eu costumo receber de outras mulheres, mas eu não me importo nada com isso. Tudo que eu me importo é a reação daquela com quem eu sou casado a qual se recusa a tomar o meu nome.
"Agora, Srta. Steele, onde estávamos?" Eu digo enfatizando, pronto para qualquer coisa.

"Você estava rudemente interrompendo meu dia de trabalho para brigar comigo sobre o meu nome,” ela responde sem rodeios, completamente me tomando de surpresa. Meu rosto impassível, cuidadosamente colocado,  desliza por um segundo e eu pestanejo com sua reação furiosa. É dessa forma, não é, senhorita Steele? Eu sei como obter a sua atenção na direção que eu quero. Meus dedos lentamente traçam na minha perna trazendo sua atenção para o meu bem físico mais valioso. Eu pego um pedaço invisível de fiapo enquanto eu passo meu dedo lentamente em direção ao norte, e lanço esse item invisível. Ela está focada em mim, na minha virilha, assim como eu pretendia. Mas resistindo. Ela conhece meu jogo, e estreita os olhos para mim.

"Eu gosto de fazer estranhas visitas inesperadas. Isto mantém a gestão atenta, esposas em seu lugar. Você sabe,” eu digo,  dando de ombros como se não fosse grande coisa.

"Eu não tinha idéia de que você podia perder tempo,” ela rosna para mim de novo, e o jogo acaba. O meu olhar é um vulcão coberto por uma geleira.

"Por que você não quer mudar seu nome aqui?" Eu pergunto, em voz bem controlada, calma. Ela tenta rejeitá-lo como de costume.

"Christian, nós realmente temos que discutir isso agora?"

"Eu estou aqui. Eu não vejo por que não."

"Eu tenho um monte de trabalho a fazer, tendo ficado afastada nas últimas três semanas,” diz ela, como se as três semanas em que ela esteve fora foram impostas a ela, e tinham sido suportadas. Algo quebra dentro de mim. Talvez ela não me queira. Talvez associar-se comigo de qualquer forma seja vergonhoso. Eu tenho que saber.

"Você tem vergonha de mim?" Pergunto com uma voz suave, a ansiedade me rasgando por dentro. A minha pergunta a surpreende, e eu imediatamente percebo que não é a razão.

"Não! Christian, claro que não,” diz ela carrancuda. Por que, então?  "Isso é sobre mim, não você,” ela responde. O clássico, não é você, sou eu.

"Como isso não é sobre mim?" Eu digo inclinando a cabeça para o lado, intrigado. Minha esposa, a mulher que é o centro da minha existência não quer ter o meu sobrenome, e como é que não é sobre mim? Isso não é uma rejeição? Minha máscara cuidadosamente colocada de indiferença  desliza com o fervor da minha pergunta. Eu preciso saber se ela está se distanciando de mim, e se dissociando de mim.

"Christian, quando eu assumi este trabalho, eu tinha acabado de conhecê-lo," ela diz lentamente. "Eu não sabia que você estava indo comprar a empresa...” diz ela exasperada,  mas seu rosto me diz que há mais. Ela não quer que eu a proteja. Ela está incomodada com o fato de que eu possuo a SIP e isso me dá o poder. Mas ela me conhece, sabe minhas tendências. Eu não vou comprometer qualquer coisa onde ela está envolvida. Ela finalmente coloca sua cabeça em suas mãos.

"Por que é tão importante para você?” Ela pergunta, sua calma apenas mal controlada. Quando eu não respondo, ela levanta os olhos. Quero ver seus olhos, sua expressão, olhar em seu pensamento quando eu digo isso. Eu estou impassível mais uma vez.

"Eu quero que todos saibam que você é minha." Isso não é razão suficiente? Eu poderia também colocar o cartaz "disponível" no pescoço dela, se ela não for a Sra. Grey.

"Eu sou sua! Olhe,” diz ela levantando a mão esquerda, mostrando seus anéis de casamento e de noivado. Eu quero a posse completa. Eu quero o meu nome selando-a. Anéis não podem dar posse a ninguém. Não há uma etiqueta com o nome ligada a ele. Minha preocupação fundamental é que ela está incomodada pelo MEU nome, por mim, por Christian Grey. Caso contrário, ela poderia muito bem ser casada com um cara aleatório. O nome Anastasia Steele com anéis em seu dedo não diz nada sobre ela ser minha mulher! Ele apenas diz que ela é casada com alguém cujo sobrenome é possivelmente "Steele".

"Não é o suficiente,” eu respondo.

"Não o suficiente que eu me casei com você?" Ela sussurra horrorizada. Não! Claro que não! É isso que eu quero mostrar a todos o tempo todo, que ela se casou comigo! Ela é a que se recusa a mostrar isso para os outros. Eu pisco de surpresa.

"Não é o que eu quero dizer,” eu digo. É a minha vez agora de responder, completamente exasperado. Eu corro a mão pelo meu cabelo.

"O que você quer dizer?” Ela pergunta. Eu engulo. Posso dizer-lhe? Que eu quero ser tão importante para ela, tão central na sua vida como ela é para mim?

"Eu quero o seu mundo começando e terminando comigo,” eu digo com uma expressão crua, finalmente descobrindo minha alma para ela. Ela afunda ainda mais em sua cadeira, como se o impacto de minhas palavras a ferisse. Seus olhos se arregalam, sua boca se abre para formar uma expressão coerente, incapaz de fazê-lo por um instante.

"É assim,” ela finalmente diz. "Eu só estou tentando estabelecer uma carreira, e eu não quero negociar em seu nome. Eu tenho que fazer alguma coisa, Christian. Eu não posso ficar presa no Escala ou na nova casa sem nada para fazer. Eu vou enlouquecer. Eu vou sufocar. Eu sempre trabalhei, e eu gosto disso. Este é o meu trabalho dos sonhos;  é tudo que eu sempre quis. Mas fazer isso não significa que eu te amo menos. Você é o mundo para mim,” diz ela em um jorro de palavras.

Eu deixo o peso de suas palavras se afundar dentro de mim. Será que o meu amor e atenção a sufocam? Eu franzo a testa. Essa é a última coisa que eu quero fazer.

"Eu a sufoco?" Pergunto com uma voz desolada. Sem ela, eu não tenho nada. Tudo que eu tenho não tem sentido se ela não é o foco central da minha vida.

"Não... sim... não,” ela responde. Então, ela pensa que eu a sufoco. Ela fecha os olhos e esfrega a testa como se isso fosse fazer penetrar algum sentido, alguma coerência no que ela quer expressar-me. Ela finalmente abre os olhos e diz: "Olha, nós estávamos falando sobre o meu nome. Eu quero manter o meu nome aqui porque eu quero colocar alguma distância entre você e eu... mas só aqui, isso é tudo. Você sabe que todo mundo acha que eu consegui o trabalho por sua causa, quando a realidade é...” ela diz e pára, porque a minha expressão facial demonstra que esta não é a razão pela qual ela conseguiu o trabalho.

"Você quer saber por que você conseguiu o trabalho, Anastasia?" Eu digo. Ela tem uma expressão horrorizada em seu rosto. Eu me mexo na minha cadeira, e me inclino para a frente para explicar. O couro da cadeira protesta sob o meu peso.

"A gestão daqui deu-lhe o trabalho de Hyde para tomar conta. Eles não queriam a despesa de contratação de um executivo sênior, quando a empresa estava meio que a venda. Eles não tinham nenhuma idéia do que o novo proprietário faria com ela uma vez que ele passasse para a propriedade dele, e sabiamente, eles não queriam um supérfluo caro. Então, eles lhe deram o trabalho de Hyde para tomar conta até que o novo proprietário,” eu paro, para me indicar, incapaz de esconder um sorriso irônico, "... ou seja, eu, assumisse."

Ela se inclina para frente na cadeira, tensa, com os olhos arregalados, chocada e horrorizada.

"O que você está dizendo?"

Eu sorrio para ela tranquilizador e balanço a cabeça para apaziguar seu alarme. "Relaxe. Você está mais do que à altura do desafio. Você faz muito bem,” eu digo completamente orgulhoso de minha esposa. Como sempre, ela me surpreendeu com sua competência no trabalho.

"Oh,” diz ela, surpresa com o meu tom, e meu respeito por ela na minha voz.

"Eu não quero sufocar você, Ana. Eu não quero colocá-la em uma gaiola dourada. Bem..." Eu digo pausando. O fato é que eu faço. Parte de mim de qualquer maneira. Eu quero protegê-la do mundo, protegê-la de todo o mal que pode colocar-se em seu caminho. Mas isso não iria permitir o seu crescimento natural, como pessoa. Então, eu mantenho essa parte de mim em cheque. "Bem, a parte racional de mim não quer,” eu digo. Como posso expressar o que ela realmente significa para mim? Eu esfrego meu queixo, pensativamente. Então eu me lembro do que eu decidi, em Londres, quando estávamos visitando a casa de Jane Austen. Claro!

"Então, uma das razões por que eu estou aqui... além de lidar com a minha esposa errante,” eu digo com os olhos apertados, "é discutir o que eu vou fazer com esta empresa." Ela fecha a cara para mim, enquanto ela cruza os braços.

"Quais são seus planos?” Ela pergunta acidamente, inclinando a cabeça para um lado, espelhando a minha ação. Baby, você é completamente minha, e você nem sabe disso! Mesmo a sua linguagem corporal indica que você é minha! Um pequeno sorriso rasteja acima de meus lábios.

"Eu estou renomeando a empresa Grey Publishing." Ela está chocada e surpreendida. Rebatizando tudo, querida! Minha empresa, minha esposa, para que ninguém nunca pense que ela está remotamente disponível. Ela está completamente surpresa; sua boca cai aberta, ampla.

"Este é o meu presente de casamento para você."

Ela fecha a boca, abre novamente para formar qualquer frase, uma palavra, mas nada sai como se ela tivesse acabado de esquecer como falar.

"Então, eu preciso mudar o nome para Steele Publishing?" Eu digo com uma expressão completamente séria.

"Christian. Você me deu um relógio... Eu não posso ter um negócio,” diz ela. Eu franzo a testa. Um relógio não é um presente. Eu quero dar-lhe a oportunidade de realizar seus sonhos. Ela disse que este é o seu trabalho dos sonhos. Por que deixar isso assim? Ela pode fazer muito mais. Eu inclino a cabeça para um lado. "Eu tive meu próprio negócio com a idade de vinte e um anos."

Isso é algo que ela pode fazer, e eu estou aqui para guiá-la, ensiná-la, treiná-la para ajudá-la a alcançar seus objetivos. Eu fiz uma promessa de fazer exatamente isso.

"Mas você é... você! Maníaco por controle e garoto prodígio extraordinário. Gzuis, Christian, você se formou em Economia em Harvard, antes de cair fora. Pelo menos você tem alguma idéia. Vendi pintura e braçadeiras por três anos em regime de tempo parcial, pelo amor de Deus! Eu vi muito pouco do mundo e eu não sei quase nada!” Diz ela, sua ansiedade indo acima do teto. Ela não percebe seus próprios talentos e não se vê do jeito que eu a vejo. Ela pode fazer qualquer coisa que ela tenha em sua mente se ela se der a oportunidade, e eu quero dar a ela essa oportunidade. Isso é tão horrível?

"Você também é a pessoa mais culta que eu conheço,” eu refuto. "Você ama um bom livro. Você não pôde deixar o seu trabalho enquanto estávamos em nossa lua de mel. Você leu quantos manuscritos? Quatro?" Eu pergunto.

"Cinco,” sussurra.

"E você escreveu relatórios completos sobre todos eles. Você é uma mulher muito inteligente, Anastasia. Estou certo que você vai conseguir. " Estou mais do que certo; tenho certeza.

"Você está louco?” Ela grita.

"Louco por você,” eu sussurro, e é a pura verdade. Tudo no meu mundo gira em torno dela. Ela é metade da minha alma. Não há uma hora que passe em que eu não pense nela. Cada decisão que eu tomo, tem o seu bem-estar em minha mente. Ela é a minha vida! Será que ela não entende essa verdade simples? Ela bufa na minha resposta. Eu estreito meus olhos. Os meus sentimentos por ela são algo para se zombar?

"Você vai ser motivo de chacota. Comprando uma empresa para a mulherzinha que só teve um trabalho de tempo integral durante alguns meses de sua vida adulta,” diz ela. Eu nunca baseei minhas decisões sobre o que os outros possam pensar delas. Eu simplesmente não ligo uma merda!

"Você acha que eu ligo uma merda para o que as pessoas pensam? Além disso, você não estará por sua própria conta,” eu respondo.

Ela olha para mim como se eu fosse uma moeda de dois centavos de dólar. "Christian, eu...” ela diz e não consegue concluir a frase. Ela mais uma vez coloca sua cabeça em suas mãos e, finalmente, começa a rir. Ela finalmente consegue levantar os olhos, fixando os meus olhos arregalados, chocados.

"Algo divertindo você, Srta. Steele?" Pergunto com ironia.

"Sim. Você,” ela responde sem vergonha. Há uma pitada de diversão em seu tom. Estou mais que surpreso, mas, também divertido. Rir de mim seria igual a rolar os olhos, exigindo a mesma punição. "Rindo de seu marido? Isso nunca vai acontecer. E você está mordendo o lábio," Eu digo com o meu olhar escurecendo, focando nela licenciosamente. Minha linguagem corporal é sedutora, desejosa e carnal, e ela sabe disso.

"Nem pense nisso!” Ela avisa.

"Pensar em que, Anastasia?" Eu pergunto com voz acariciante.

"Eu conheço esse olhar. Estamos no trabalho." Como isso me parasse. Ela é minha esposa, trabalhando para uma empresa que eu possuo, onde ela se recusa a tomar o meu sobrenome. Eu não vejo por que eu não poderia declarar o meu território, aqui e agora? Eu me inclino para frente no meu lugar, o meu olhar sobre ela, sem pestanejar, devasso, desejoso e querendo a ela. "Estamos em um pequeno escritório, razoavelmente à prova de som, com uma porta com fechadura,” eu respondo.

"Grave torpeza moral,” ela sussurra, cada palavra staccato.

"Não com o seu marido."

"Com o patrão do patrão do meu patrão,” ela devolve.

"Você é minha mulher,” eu pulo de volta. É direito um do outro.

"Christian, não. Eu falo sério. Você poderá me foder ‘sete tons de domingo’ esta noite. Mas não agora. Aqui não!"

Sua declaração me surpreende. Eu estou interessado. É negociável.

" ‘Sete tons de domingo’?" Eu arqueio as sobrancelhas. "Eu posso cobrar isso de você, Srta. Steele."

"Oh, pare com esse Srta. Steele,” ela grita comigo e bate com as mãos sobre a mesa, surpreendendo a nós dois.

"Pelo amor de Deus, Christian. Se isso significa tanto assim para você, eu vou mudar meu nome!" Ela concorda? Wow! Meu queixo cai, e eu tomo uma respiração profunda. Finalmente o total impacto de suas palavras penetra, e eu sorrio tão amplo quanto possível.

"Bom,” eu digo batendo palmas, e eu me levanto. Meu negócio aqui está acabado.

"Missão cumprida. Agora, eu tenho trabalho a fazer. Se você me der licença, Sra. Grey," eu digo. Ela pisca completamente surpresa.

"Mas..." ela gagueja.

"Mas o que, Sra. Grey?" Eu pergunto. Ela balança a cabeça enquanto ela afunda em sua cadeira. "Apenas vá."

"Eu pretendo. Vou vê-la esta noite, e eu estou ansioso pelos sete tons de domingo." Ela só faz uma carranca em resposta.

"Oh, e eu tenho uma pilha compromissos sociais relacionados a negócios chegando, e eu gostaria que você me acompanhasse." Ela só abre a boca para mim, incapaz de dizer qualquer coisa.

"Eu vou mandar Andrea chamar Hannah para colocar as datas no seu calendário. Há algumas pessoas que você precisa conhecer. Você deveria ter Hannah lidando com sua programação a partir de agora."

"Ok,” ela murmura, intrigada, confusa e atordoada. Eu me inclino sobre a mesa, e chego o mais perto possível dela, sem tocá-la.

"Amo fazer negócios com você, Sra. Grey," e então eu me inclino os últimos cm e planto um beijo suave em seus lábios. "Laters, baby,” eu murmuro. Eu me levanto, e pisco o olho para minha esposa, e deixo seu escritório feliz e confiante.
____________________________________________________________________________

 De: Anastasia Steele
Assunto: NÃO UM BEM!
Data: 22 de agosto de 2011 14:22
Para: Christian Grey

Sr. Grey da próxima vez que você vier me ver, marque um horário, para que eu possa pelo menos ter algum prévio aviso de sua arrogante megalomania adolescente.

Sua

Anastasia Grey
Editora Comissionada, SIP
____________________________________________________________________________

De: Christian Grey
Assunto: Sete Tons de Domingo
Data: 22 de agosto de 2011 14:33
Para: Anastasia Steele

Minha Querida Sra. Grey (ênfase em Minha)

O que posso dizer em minha defesa? Eu estava na vizinhança.
E não, você não é um bem, você é a minha amada esposa.
Como sempre, você me faz muito feliz.

Christian Grey
CEO & Megalomaníaco Arrogante, Grey Enterprises Holdings Inc.
____________________________________________________________________________

Ela não responde à minha mensagem, aumentando a minha preocupação. Ela ainda está zangada. Quando chego ao escritório de Flynn, estou uma pilha de nervos mais uma vez.

"Olá Christian!” Diz ele estendendo a mão enquanto sua idosa recepcionista me faz entrar em seu escritório. Estou no meu modo CEO. Eu costumo vestir essa persona quando eu quero cobrir todas as minhas vulnerabilidades, mesmo para Flynn e ele é a única pessoa para quem eu realmente me abro. Ele me considera com cuidado.

"John,” eu respondo com um breve aceno de cabeça. Nós apertamos as mãos, e ele indica a cadeira de couro para me sentar. Eu sinto como se eu estivesse trazendo uma proposta de negócios para o meu psiquiatra, como eu fiz com a minha esposa, embora não seja nada disso. Eu não sei como lidar com essas emoções estranhas que eu nunca senti antes. Eu tomo uma respiração profunda, e não digo nada.

"Christian, você parece ter um tema em mente que você gostaria de discutir comigo. Por favor, o que está incomodando você?” Ele pergunta.

Eu o considero um minuto em silêncio. "Anastasia não quis mudar o nome dela no trabalho. Ela nem sequer me falou sobre isso. Eu tive que descobrir por mim mesmo quando eu lhe enviei um e-mail hoje de manhã. Ele retornou. Quando mandei a mensagem em seu nome de solteira, ela passou. Ela não queria ter o meu sobrenome no trabalho!" Eu deixo escapar. Ele balança a cabeça como se isso não fosse grande coisa, mas não julga e me encoraja a elaborar.

"Eu tive que ir até seu trabalho para convencê-la de outra forma. Entrei em pânico. Apavorado, seria uma melhor expressão... Senti que ela queria se distanciar de mim, e eu descobri que não estava muito longe da verdade. Ela não queria ser associada a mim em seu trabalho, e, ainda assim, eu quero que ela  declare a todos que ela é minha esposa, que está comigo!" Eu digo com fervor.

"Você quer dizer que você tinha baixa autoconfiança e você estava duvidando de si mesmo quando ela está envolvida? Será que você examinou isto do ponto de vista dela? A decisão dela pode não ser totalmente sobre você, mas sobre Anastasia exercendo sua liberdade pessoal no trabalho. "

"Ela disse isso, mas isso não é inteiramente verdade! Ela indicou por ela mesma que ela queria se distanciar de mim no trabalho. O que significa isso, John?"

"Christian, você diria que você é emocionalmente dependente de Anastasia?" Eu rosno em resposta.

"Todo o meu universo é singularmente centrado nela. John, a verdade simples é que eu não posso existir sem ela. Não é uma dependência emocional, é encontrar o meu centro e ela é isso."

"Isso é co-dependência. Você precisa aprender a existir por si mesmo, então, como seu companheiro, seu marido."

"Isso é um monte de merda, John!" Eu digo com a raiva subindo através de mim.

"Christian, tenho notado mudanças significativas em você desde que Anastasia entrou em sua vida. Todas mudanças positivas. Você está realmente feliz. Sei que vocês se amam. Mas, uma parte integrante de um relacionamento saudável é o dar e receber; compromissos. Todos nós inserimos nossa independência pouco a pouco, mesmo em nossos casamentos. Isso não significa que a outra pessoa está nos recusando. Apenas exercendo sua liberdade pessoal."

"Eu não me importo dela exercer sua liberdade pessoal, John! Eu não estou limitando-a! Na verdade, eu quero capacitá-la, dar-lhe o mundo, tornar todos os desejos de seu coração disponíveis para ela. Eu quero protegê-la, e eu quero que o mundo saiba que ela é a minha mulher!"

"Você está preocupado que alguém possa pensar que ela não é sua esposa?"

"Sua esposa carrega seu sobrenome. Sim, você acha isso parte natural de seu casamento. Todo mundo sabe que ela é a Sra. Flynn. Não apenas porque ela está usando seu anel de casamento ou que possam vê-la em seu braço em algum lugar, mas ela também declarou que é a Sra. Flynn. Por que eu não posso esperar isso de minha esposa? O que há de tão terrível o mundo saber que ela pertence a mim? Nós pertencemos um ao outro?"

"Mas Christian, isto não é sobre minha esposa. Ela decidiu que ela quer ter o meu nome. Se ela desejasse que ela queria manter seu nome de solteira, isto teria sido sua escolha, e isso não mudaria o fato de que ela ainda é minha esposa. É apenas um nome."

"Não é apenas o nome, é o que ele representa. Você tem bens inestimáveis, ​​John? Um bem, um artigo, um item, um indivíduo tão valioso que você não quer que ninguém mais coloque suas mãos, ou toque, algo tão raro, tão precioso que você quer que o mundo inteiro saiba que é seu? Você acha que o Musée du Louvre teria permitido a qualquer um dizer que a pintura da Mona Lisa não pertence a eles ou que o Museu Britânico de Arte deixaria alguém tomar posse da Rosetta Stone? E esses são apenas artefatos. Eles podem ser de valor inestimável por seu próprio direito, mas similares existem no mundo. No entanto, não há uma comparável a Anastasia. Ela é a minha vida. Ela é a metade da minha alma, John! Para ela negar-me presenteá-la com meu sobrenome, porque ela não quer que os outros saibam, é abominável."

"Talvez seus colegas de trabalho estejam intimidados por com quem ela é casada, e ela pode querer aplacar um pouco a tensão que surge por você ser o dono da empresa em que ela está trabalhando."

"Eu não ligo uma merda para o que os outros pensam! Eu só me importo com o que ela pensa! A falha em seu argumento é que você está pedindo a ela para colocar a precedência do sentimento dos outros sobre os de seu marido. Eu sou a pessoa com quem ela é casada! Como ela se sentiria se eu escondesse este fato, de que eu me casei com ela, de meus colegas de trabalho? Eu a amo! Eu quero que o mundo inteiro saiba disso. E você me conhece John; eu não sou o tipo de cara que declara amor e atenção em público. Mas, com ela, é diferente. Meu amor é o meu maior presente pré-definido para ela. Senti-me rejeitado! Como se ela entregasse meu coração na minha mão, a fim de proteger os sentimentos dos outros! Esses outros são de nenhuma importância ou não têm qualquer tipo de relacionamento forte ou permanente com ela! Dito isto, você sabe o quanto isso me desvaloriza? E eu sou seu marido! Será que você valorizaria os sentimentos de seus colegas de trabalho acima dos sentimentos de sua esposa? Quem poderia vir em primeiro lugar para você, John? Estou errado em expressar meus desejos e anseios de minha própria esposa? Não são os casamentos supostos de  ter um relacionamento profundo, onde nos comprometemos pelo resto de nossas vidas um com o outro? É tão irracional, tão horrível por eu querer compartilhar meu sobrenome com a minha própria mulher?"

John finalmente fica surpreso, e me olha. Sua expressão é ilegível.

"Você colocou um monte de pensamentos nisso, Christian. O que você pede não é irracional. Mas para Anastasia,  negar esse pedido também não é um sinal de estar diminuindo seu amor. Ela pode ter suas próprias explicações e eu não posso falar por ela. Mas o que posso aconselhar é que você precisa ouvi-la. Realmente ouvir o seu raciocínio. Ter seu próprio sobrenome não é estar tirando o amor dela."

"É inegociável John. Limite rígido!"

"Talvez devesse ser com Anastasia que você deveria estar falando sobre isso. Você definiu os seus limites, e tem preocupações legítimas. Tenho certeza de que Anastasia tem preocupações que são legítimas também. Escute-a. Basta ouvir... Não podemos negociar até que permitimos que a outra pessoa se expresse. Deixe que ela se expresse e transmita seus problemas e preocupações. Ela é uma mulher razoável, sensata, e notavelmente inteligente, que ama você. Qualquer um pode ver isso!” Diz ele e meus olhos se arregalam. Ele deu um passo em minha principal preocupação que eu não tinha expressado. Eu me sinto completamente vulnerável. "Este é apenas um obstáculo menor, que tem de ser resolvido falando, e não transando. Você não pode implantar o seu mecanismo de enfrentamento de costume."

"Ela admitiu ter meu nome no trabalho, mas ela está furiosa comigo,” deixo escapar. Ele sorri.

"Não se preocupe. É completamente normal. Mulheres tendem a ficar furiosas com seus maridos, mesmo se elas são incrivelmente apaixonadas por eles." Eu concordo incerto.

Eu saio do consultório de Flynn ainda incapaz de me acalmar já que Anastasia não respondeu meu e-mail, Ryan me leva de volta para a SIP para pegar Anastasia no trabalho. Ela se aproxima das portas duplas, e Sawyer abre a porta para ela. Ela entra no SUV. Eu me sinto como um predador encurralado.

"Oi,” ela murmura.

"Oi,” eu respondo com cautela.

"Perturbou o trabalho de mais alguém hoje?" Ela pergunta docemente. Ela está sendo sarcástica, mas isso me faz sorrir.

"Só o de Flynn,” eu respondo.

"Da próxima vez que você for vê-lo, eu vou dar-lhe uma lista de tópicos que eu quero cobertos,” ela sibila para mim. Ela ainda está fervendo de raiva!

"Você parece fora de si, Sra. Grey," Eu digo e ela fixa o olhar à frente nas costas de Ryan e cabeça de Sawyer no banco da frente. Eu me mexo e viro de lado para encará-la.

"Hey," eu digo incapaz de suportar a distância física e emocional entre nós. Pego sua mão. Ela está ficando mais irritada. Eu seguro a mão dela só para tê-la arrebatando-a para longe de mim, irritadamente.

"Você está furiosa comigo?" Eu sussurro. Eu estou fora do meu elemento.

"Sim! Como você descobriu?” ela sibila novamente. Ela cruza os braços sobre o peito, me derrubando com seu gesto físico, em seguida olha para fora da janela. Eu me mexo novamente ao lado dela, querendo que ela olhe para mim, mas ela teimosamente evita o meu olhar. Fervendo de raiva! Por todo o caminho para o Escala, ela não olha para mim, e assim que chegamos ao prédio, ela quebra o protocolo, e pula para fora do carro com sua maleta, estrondando dentro do prédio. Ryan dobra atrás dela para dentro do prédio, e eu corro imediatamente para alcançá-los. Quando Ryan a alcança, ela rosna para ele.

"O quê?" Ele fica  carmesim.

"Desculpas, senhora,” ele resmunga. Eu venho e fico ao lado dela esperando o elevador, e Ryan sente um alívio de evitar ainda mais sua ira ou as adagas saindo de seus olhos. Se apenas olhares pudessem matar, teríamos uma cena de assassinato.

"Portanto, não é só comigo que você está furiosa?" Murmuro ironicamente. Ela me encara, e a intensidade de sua ferocidade agora é dirigida a mim, e é um espetáculo para ser visto.

"Você está rindo de mim?” Ela estreita os olhos.

"Eu não ousaria,” eu digo levantando minhas mãos em um gesto universal de paz, como se ela estivesse me mantendo refém com seu olhar.

"Você precisa de um corte de cabelo,” ela murmura baixinho. Em seguida, o elevador abençoado vem e abre as suas portas.

"Eu?" Pergunto escovando meu cabelo da minha testa.

"Sim,” ela diz, enquanto ela digita o código para a cobertura.

"Então, você está falando comigo agora?" Eu pergunto.

"Mal".

"Sobre o que exatamente você está furiosa? Preciso de uma indicação,” eu pergunto hesitante.

Ela se vira e fica boquiaberta para mim.

"Você realmente não tem idéia? Certamente, para alguém tão brilhante, você deve ter uma idéia? Eu não posso acreditar que você seja assim obtuso." Suas palavras são como tapa na minha cara. Eu dou um passo para trás, completamente alarmado. "Você está realmente furiosa. Eu pensei que tinha resolvido tudo isso em seu escritório," murmuro, confuso.

"Christian, eu só capitulei às suas exigências petulantes. Isso é tudo,” ela responde. Então, meus receios não eram infundados. Ela não quer tomar o meu nome. Ela quer estar distante de mim. Por quê? Eu sou tão repulsivo? Quando as portas do elevador se abrem, ela irrompe fora de novo. Taylor está de pé no corredor esperando por nós. Quando ele vê a ira de minha esposa irrompendo fora, ele rapidamente recua e recolhe o cumprimento que ia dar.

"Oi, Taylor,” ela murmura.

"Sra. Grey,” diz ele cumprimentando-a em tão poucas palavras quanto possível.

Ela deixa cair a maleta no corredor, e segue para o salão. Gail está na cozinha cozinhando algo.

"Boa noite, Sra. Grey," ela cumprimenta-a.

"Oi, Sra. Jones," Anastasia murmura novamente. Ela faz o seu caminho até a geladeira e pega uma garrafa de vinho branco. Eu a sigo até a cozinha, meus olhos não a deixando. É isso? Será que ela vai dizer algumas palavras e acabar com a gente? Tudo porque eu quero que ela tenha meu sobrenome? É esse o pouco valor do nosso relacionamento? Eu não digo nada. Apenas observo-a como um falcão. Eu tiro minha jaqueta, e coloco-a sobre o balcão.

"Você quer um drink?” Ela pergunta docemente. Esse é o momento em que a esposa quer te derrubar.

"Não, obrigado,” eu respondo, meus olhos não a deixando. Eu não sei o que fazer, ou como lidar com isso. Eu lentamente afrouxo a gravata, em seguida, removo-a, finalmente, abro o primeiro botão da minha camisa. Ela serve para ela uma grande taça de vinho, enquanto eu passo uma exasperada mão pelo meu cabelo. Gail, percebendo a tensão entre nós, rapidamente deixa a cozinha, deixando-nos sozinhos. Anastasia toma um grande gole de vinho.

"Pare com isso,” eu sussurro perdido, desamparado, me afogando. Eu dou dois passos e fecho a distância entre nós, e fico bem na frente dela. Eu timidamente estendo a mão e enfio uma mecha solta de cabelo atrás da sua orelha e acaricio o lóbulo da orelha com a ponta dos dedos, fazendo algum tipo de conexão física.


I Hate You Then I Love You - Pavarotti & Celine Dion

"Fale comigo,” murmuro. Eu vou suplicar se ela quiser.

"Qual é o ponto? Você não me escuta ".

"Sim, eu ouço. Você é uma das poucas pessoas que eu ouço."

Ela não diz nada. Só toma outro grande gole de seu vinho.

"É sobre o seu nome?" Eu pergunto.

"Sim e não. É como você lidou com o fato de que eu não concordava com você,” diz ela olhando para mim. Minhas sobrancelhas estão franzidas. As palavras de Flynn voltam para mim. Fale com ela. Escute-a... Realmente ouça-a...

"Ana, você sabe que eu tenho... problemas. É difícil para eu deixar prá lá quando você está envolvida. Você sabe disso," eu digo, em tom suplicante.

"Mas eu não sou uma criança, e eu não sou um bem."

"Eu sei," eu digo suspirando.

"Então pare de me tratar como se eu fosse,” ela sussurra. Eu roço seu  rosto com as costas de meus dedos, então eu passo meu polegar em seu lábio inferior.

"Não fique furiosa. Você é muito preciosa para mim. Como um bem de valor inestimável, como uma criança,” eu sussurro. Como posso começar a dizer o que ela significa para mim? Como a minha existência é dependente dela. Eu sinto que tudo para o que eu trabalhei, foi para o momento em que eu a encontrei. Tudo faz sentido com ela. Minha vida significa alguma coisa, a minha existência não é irrelevante. Eu tenho um propósito maior: amar e proteger a ela.

"Não sou nenhuma dessas coisas, Christian. Eu sou sua esposa. Se você ia ficar machucado porque  eu não estava indo usar o seu nome, você deveria ter dito."

"Machucado?" Pergunto franzindo a testa. Quero resolver esse problema, mas também temos de comer e encontrar a arquiteta. Eu olho para o meu relógio. "A arquiteta estará aqui em menos de uma hora. Devemos comer," eu a lembro. Ela fecha a cara para mim.

"Essa discussão não está terminada,” ela murmura.

"O que mais há para discutir?"

"Você pode vender a empresa?” ela deixa escapar. Por que eu iria querer fazer isso?

Eu rosno. "Vendê-la?"

"Sim".

"Você acha que eu iria encontrar um comprador no mercado de hoje?"

"Quanto custou para você?” Ela pergunta.

"Foi relativamente barato,” eu digo em um tom cauteloso. Barato comparado ao seu valor para mim. Eu paguei o maior preço para adquirir uma empresa que não estava à venda.

"Então, se ela quebrar?"

Eu sorrio. Eu nunca deixaria isso acontecer. "Nós vamos sobreviver. Mas eu não vou deixá-la quebrar, Anastasia. Não enquanto você estiver lá."

"E se eu sair?"  Que porra é essa!

"E fazer o quê?"

"Eu não sei. Outra coisa."

"Você já disse que este é o seu trabalho dos sonhos. E me perdoe se eu estiver errado, mas eu prometi diante de Deus, o reverendo Walsh, e uma congregação de nossos próximos e queridos cuidar de você, defender suas esperanças e sonhos, e mantê-la segura ao meu lado. "

"Citando seus votos de casamento para mim não é jogar limpo." Diz a esposa que citou os dela para conseguir o que queria...

"Eu nunca prometi jogar limpo onde você está envolvida. Além disso, você utilizou seus votos para mim como uma arma antes." Ela franze a testa para mim novamente, reconhecendo a verdade no que eu digo.

"Anastasia, se você ainda está com raiva de mim, desconte-o em mim na cama mais tarde,” eu digo em uma voz baixa, sensual, de saudade. Lute comigo na cama. Negue-me o orgasmo, frustre-me lá. Eu não sei como lidar com esta sobrecarga emocional!  Ela está confusa. Eu sorrio para ela.

"Sete tons de domingo,” eu sussurro em seu ouvido. "Esperando por isto."

"Gail!" Eu chamo a Sra. Jones. Ela aparece rapidamente.

"Sr. Grey? "

"Nós gostaríamos de comer agora, por favor."

"Muito bem, senhor."

Eu não posso tirar meus olhos de minha esposa, que ainda está carrancuda e brava. Ela não diz nada, e só toma um gole de vinho.

"Acho que vou acompanhá-la em uma taça,” eu digo, passando a mão pelo meu cabelo novamente.

Ela não diz nada durante o decorrer do jantar. Ela não termina seu  fettuccine também. "Você não vai terminar?" Eu pergunto.

"Não,” ela responde e leva nossos pratos para limpá-los. "Gia estará conosco em breve,” ela murmura. Eu não estou feliz que ela não tenha comido, não estou feliz que nós não resolvemos os nossos problemas, e ainda por cima, Gia Matteo, que é um predador sexual, está vindo para discutir nossos planos da casa. Que porra de grande noite! Anastasia e Gail trocam uma pequena conversa, mas eu não estou no espírito para ouvir.

"Eu vou fazer um par de chamadas,” eu digo com relutância. Eu reajustei toda a minha agenda à tarde, e não tive a chance de falar com Barney ou Welch, que são supostos de terem reunião com Pella antes de eu encontrá-lo amanhã. Não consigo me concentrar.

Eu disco Welch primeiro.

"Sr. Grey?” Ele responde.

"Como é que foi a reunião?"

"Em progresso, senhor..."

"Chame-me quando estiver concluída então,” eu digo, e desligo.

Então eu marco Barney.

"Barney falando".

"Você já conseguiu compilar um relatório?"

"Sim, senhor, eu completei os relatórios, mas eu ainda estou tentando limpar o vídeo do Audi. Uma vez que essa tarefa ainda não foi concluída, eu não queria apresentar um relatório incompleto. Eu vou terminar nos próximos minutos, senhor. "

"Ok,” eu digo e desligo.

Eu levo os planos da casa comigo e ligo a música. Quando eu começo a espalhar as plantas da casa na mesa de jantar, Anastasia entra no salão. Ela parece... diferente. Ela tem dois de seus primeiros botões de sua blusa sem mangas abertos, seu decote está proeminentemente visível. Seu cabelo está reorganizado, a saia lápis cinza abraçando suas curvas em todos os lugares certos. Ela está com seus saltos altos.

"Sra. Grey," eu digo calorosamente,  cumprimentando-a.

"O que é isso?” Ela pergunta indicando o som.

"Requiem de Fauré. Você parece diferente,” eu digo completamente tomado por ela.


Fauré’s Requiem

"Oh. Eu nunca ouvi isso antes."

"É muito calmante e relaxante,” eu digo levantando uma sobrancelha. Eu quero acalmá-la, bem como acalmar as tempestades fervendo dentro de mim. "Você fez alguma coisa com o seu cabelo?"

"Escovei,” ela murmura. Deixando os planos em cima da mesa, eu me movo  para minha esposa, com o ritmo da música.

"Dança comigo?" Murmuro.

"Isso? É um réquiem."

"Sim,” eu digo puxando-a em meus braços, enterrando meu nariz em seu cabelo, e começamos balançando lado a lado. Ela finalmente envolve seus braços em volta de mim.

"Eu odeio brigar com você,” eu digo odiando a distância que foi criada durante o dia.

"Bem, pare de ser como um asno,” fazendo-me rir.

"Asno?" Eu pergunto enquanto eu aumento meu aperto sobre ela.

"Bunda".

"Eu prefiro asno."

"Você deveria. Ele combina com você." Eu rio mais uma vez, e beijo o topo de sua cabeça.

"Um réquiem,” ela murmura novamente, chocada.

Eu dou de ombros. "É apenas um belo pedaço de música, Ana".

Então ouvimos a tosse discreta de Taylor, e eu libero Anastasia.

"Srta. Matteo está aqui,” diz ele.

"Faça-a entrar," eu digo, e pego a mão da minha esposa para mostrar uma frente unificada enquanto Gia Matteo entra na sala.









36 comments:

marcia marcelino da rocha said...

Lindo capítulo anciosa por mais, bjs

marcia marcelino da rocha said...

Lindo esperando por mais , bjs obrigada

marcia marcelino da rocha said...

lINDO CAPÍTULO ESPERANDO POR MAIS , BJS OBRIGADA

Rozeli Lemos said...

Gosto muito desse período da história em que percebo a Ana mais firme em suas convicções e mais determinada em discuti-las, apesar da possessividade do Christian. Belíssimo capítulo. Obrigada Emine e Neusa.

Joenes Carvalho Alves Xavier said...

Meu domingo ficou muito melhor com esse novo capítulo, obrigada Neusa, vc como sempre foi perfeita, se quiser me deixar feliz durante a semana posta outro rsrsrs, bjs

Andrea Leoncio said...

Oi neusa, eu adoro reler os capitulos traduzidos por vc. Eles ficam ainda melhores!!
Gostaria de saber se vai haver novos capitulos da Serie Pella, estou ansiosa pela continuação da historia...
muito obrigada a vc e a Emine!!

Sônia said...

Obrigada, Neusa. Estou ansiosa pelos próximos capítulos, fique com Deus, bjs.

Tati said...

Nossa adorei!!!! ana brava é uma graça e ele não sabe o que fazer!!!!kkkkkk muito bom!!!!!

Fer said...

Ai que demais! amei tudo!

Pao said...

Interesante capítulo es reconfortante ver como Ana defiende sus convicciones. Esperando ansiosa por los proximos capítulos. Por cierto me gustaron mucho las fotos que puso Eminé en el capítulo del libro 4. Excelentes ideas con el chocolate.

Natii said...

Olá meninas, que maravilha de capitulo não é verdade, essa historia é simplismente viciante , quente, viciante e quente kkkk amoooo esses dois queria ser eles quando eu crescer ter uma historia assim desse jeito com esse deus grego e essa Anastasia sortuda , mais ela é bem merecedora desse lindo do Cristian , casal mais que perfeito, olha gente eu amo e ponto :) e vcs suas linda sempre arrasando e nos deixando cada vez mais apaixonada pela versão do Cristian é fascinante de se ler, sempre ansiosississima pelos proximos vcs são fantasticas, que vcs tenham uma maravilhosa semana :)

Brigaduu por fazer meu domingo cheio de luz e beijos da Natii...

Neusa Reis said...

Oi meninas que alegria para o meu domingo. O convite para passar e tomar um cafezinho funcionou né?
Daniela Marques, desculpe não ter respondido, vcs pressionam e eu fico louca para acabar logo as traduções e às vezes negligencio alguém. Desculpe outra vez.
Enquanto vocês e a Emine quiserem estarei por aqui traduzindo. Tudo que ela escrever. Para mim é como uma missão, divulgar uma história tão criativa como essa, cuja qualidade a Emine soube multiplicar por mil. Nós mulheres encontramos novos caminhos para trilhar na vida depois dessas histórias. E antes que nos sentíssemos abandonadas, ela nos trouxe Alex Pella. Que vai ficar depois do Christian, nos apoiando... E que apoio, hem? E vai virar livro. E amanhã sai o capítulo VII parte 1 traduzido, viu Andrea.
Pao, adorei também as novas aplicações do chocolate do cap. IX do livro 4. Recomendo darem uma passadinha para ver.
Rozeli e Tati, vcs tem razão a Ana fica mais forte e aprende a defender suas convicções e o Christian sem saber o que fazer foi ótimo, né Tati, geralmente eles não sabem o que fazer da nossa zanga e ele não foi exceção.
Joenes, Marcia, Sonia, Natii, vou fazê-las felizes, vai sair mais um capítulo traduzido até 5a.feira. Gostaram? Estou tentando traduzir dois Sr.Grey e um Sr. Pella, toda semana. Bjs meninas

Anonymous said...

Neusa. Obrigada por trazer até nos o brilho dessa história. Deus do céu!!!!!! Christian...christian...o que será de nos sem vc?

Olidelgi said...

Olá Neusa,
Mais uma vez surpreendendo com um novo capítulo, fresquinho em pleno domingo. Nada como uma boa leitura num domingo à tarde.
Tudo de bom, o ciúme e a possessividade do Christian deixa qualquer um maluco, imagina conviver com isso o tempo todo, a Ana tem que ter muito jogo de cintura e tato pra lidar com tudo isso. Mas, no final qualquer coisa sempre vale a pena com ele, CG, afinal ele é tudo de bom.
Bjs

Joenes Carvalho Alves Xavier said...

Neusa adorei mais um capítulo até quinta, obrigada , vc e maravilhosa, contagem regressiva aqui, bjsssssss

Andrea Leoncio said...

Eu sempre vou ansiar por mais um capitulo das historias da Emine, mas eu entendo que este blog e um presente, graças a generosidade de vcs duas e por isso nunca poderei agradecer o suficiente!
por isso tome o seu tempo, eu sempre estou atenta para novidades e enquanto elas não chegam eu vou repassando os antigos, eu nunca me canso de reler!!! bjos Neusa

Anonymous said...

Ai,ai,ai....adoro essa parte !!! E adoro tambem o nosso "cafezinho"!!! Cada fez mais dependente das historias da Emine e das traduçoes da Neuza!!!
Bjs a todas e Boa Semana!!!
Lala

Rosangela Maria Cabral Corvalan said...

Ah cada vez me encanto mais com esse romance, esta parte da historia e com sua sensibilidade ao traduzi-la Neusa!!
Obrigada novamente pelo trabalho perfeito e obrigada Emine por nos presentear com esta obra tão encantadora.
Adorei o cafezinho de hoje.
Aguardando o próximo com bolachinhas!!
Beijos minhas queridas..
Rosângela - Curitiba - Brasil

Jordana Sirlaide said...

Depois de um tempo sumida, voltei!!! Muito trabalho, meu note deu pau, aff!!! Mas, estou de volta e tirando o atraso (rsrsrsrs). Estava morrendo de saudades da minha história de amor favorita!!!! Nem preciso dizer que amei tudo até agora né?! Beijos, Emine e Neusa!!!

Alessandra Machado said...

Bom Dia!
Sou nova comentando por aqui mas já conheço a fic a algum tempo, na verdade estou terminando de reler só não tinha reparado ainda nos comentários. Só queria agradecer a vocês, Emine e Neusa pelo excelente trabalho e por nos brindar com essa história maravilhosa. Estarei ansiosa aguardando os próximos capítulos. Laters!

Daniela Martins said...

Oi, Neusa! Tudo bem? Sempre é bom reler os capitulos traduzidos por vc! Sao excelentes!
Nós, leitoras q amam este blog que Emine nos presenteou, amamos passar por aqui e tomar um cafezinho com vc! rsrsrsrs
E sem comentarios o capitulo IX do livro IV
Emine quer fazer todas nós sofrer um ataque cardiaco! E olha que Emine ainda nos deixou um extra nos comentarios do cap. IX ao dizer quais sao os melhores chocolates pra se fazer....hummm.....pra se divertir a dois!
Bjkas, Neusa! Boa semana p vc!
Dani

Mari Lins said...

Quando li os livros da E L James imaginava CG um pouco inseguro, mas jamais pensei que fosse um sentimento tão dominante. Adoro quando eles brigam, ele parece uma criança perdida. Acho os livros da Emine muito mais carregados de informações e detalhes.
Neusa obrigada por sua dedicação.

Glenda Castro said...

Muito bom esse capítulo,ansiosa em ver a reação de Cristian,com algumas mudanças de Anastasia,ótimo,parabéns!

Anonymous said...

Ótimo!

Glenda Castro said...

Maravilhoso!!!

Joenes Carvalho Alves Xavier said...

Snif snif , sem nenhum capítulo novinho para a horinha de dormir, Neusa amiga helppppp, bjss

deia said...

Cadê o outro capitulo??to surtando aqui...sou viciada em vcs.bjss

NilvÇânia said...

Neusaaaaaa!!!
Eu sei o quanto você se esforça para traduzir os capítulos, mas eu estava gostando quando você postava 3 por semana!!! quando você postava 3, eu queria 6!!! kkkkk!!!
Desculpe a brincadeira, é que sempre estamos ansiosas por mais!!! E tenho que dizer que agora sim esta estória está voltando a ficar caliente e interessante!!! Amo esse trecho!!
E como disse a "Deia" aqui em cima, estou viciada!!!!
Abraços
Nilvânia

Anonymous said...

Simplismente apaixonante!!! Queria este lindo, fofo, amado para mim.
EStou a cada capitulo mais anciosa para ver o fim que Emine vai dar a história (só espero que tenha mais muiiiiiiiiitas páginas).
Obrigada Neusa.
Esperando por mais capítulos.
Beijos e bom domingo a todas!!!

Anonymous said...

Neusa, adoreiiiiiiiii
POSTE OUTRO, POR FAVORRRRRRRRRR

Anonymous said...

Simplismente apaixonante!!! Queria este lindo, fofo, amado para mim.
EStou a cada capitulo mais anciosa para ver o fim que Emine vai dar a história (só espero que tenha mais muiiiiiiiiitas páginas).
Obrigada Neusa.
Esperando por mais capítulos.
Beijos e bom domingo a todas!!!

Anonymous said...

Simplismente apaixonante!!! Queria este lindo, fofo, amado para mim.
EStou a cada capitulo mais anciosa para ver o fim que Emine vai dar a história (só espero que tenha mais muiiiiiiiiitas páginas).
Obrigada Neusa.
Esperando por mais capítulos.
Beijos e bom domingo a todas!!!

Aline Caroline said...

Ah já acaboou :/
Fico feliz por mais um capitulo lido, e sim esse casal é lindo, e encantador.. Mas queremos "mais", sempre querendo aquele "mais" que só esse casal tem *-*
Me tornei fã de Emine, tem um talento surpreendente, e mais uma vez Neuza obrigadíssimo!!

Daniela Martins said...

Olá, meninas do cafezinho!

Daniela Martins said...

Olá, meninas do cafezinho da tarde!
Christian Grey em modo Control freak total por causa do sobrenome que Ana não mudou (alias, ele sempre é). Teve uma hora que achei que ele pularia da janela da GEH!
Amo muito tudo isto aqui!
Obrigada!
Bjkas
Dani

Priscila Pessotto said...

Olá girls!
Você que está começando a ler o blog agora ou que já é leitora, agora a Série Pella disponível aqui no blog foi publicada em livro – ECOS NA ETERNIDADE- e em português.
A Emine Fougner colocou a versão em português do Ecos na Eternidade na Amazon, apenas esta semana, por apenas R$ 3,94. Corram para aproveitar o preço porque na próxima semana voltará ao preço normal.
É só acessar a pagina da amazon: www.amazon.com.br.
Vamos aproveitar!
Beijos,
Pry