Days and nights has thirty-one
Sweated venom sleeping got,
Boil thou first in the charmed pot.
Sweated venom sleeping got,
Boil thou first in the charmed pot.
Double, double toil and trouble;
Fire burn and cauldron bubble...
Fire burn and cauldron bubble...
~ Shakespeare
(Witches’ Chant from Macbeth)
CHAPTER VIII
Tradução: Neusa Reis
Taylor e a convidada
indesejada
Ele ouve seu nome sendo chamado
freneticamente, através do rádio em seu ouvido.
"Taylor, você pode me ligar em
seu telefone celular? Ou entrar em uma linha privada? Nós temos uma situação
aqui!” Zumbe Sawyer.
"Que tipo de situação?"
Pergunta Taylor.
"Convidado indesejado,"
responde Sawyer.
"Porra!" Murmura Taylor,
sob sua respiração, em um epitáfio. “Eu
estou chamando você agora mesmo. Eu não vou estar off-line. Apenas meu
microfone desligado," adverte Taylor em prol dos outros da equipe de segurança.
Ele liga para o celular de Sawyer.
"Sawyer, qual é o
problema?" pergunta Taylor sem preâmbulos.
"T., aquela bruxa assustadora
está aqui,” explica Sawyer. Taylor pensa por um momento. Quando se trata de seu
chefe, ele teve mais do que seu quinhão de bruxas assustadoras. Mas Sawyer só
conheceu duas delas. Então, pode ser Leila, ou Elena.
"Sawyer, você precisa ser
mais específico quando se trata de descrever os convidados indesejados. A qual
bruxa assustadora você se refere?" Taylor pergunta impaciente.
"Não a mulher Williams. Ela é
assustadora, mas esta me dá arrepios como se ela estivesse patas traseiras do
diabo, e pronta para chutar a qualquer momento! A irmã do Drácula, a loira idiota
que está sempre vestida de negro...” descreve Sawyer.
"Porra!"
"Ela disse o que ela
quer?"
"Ela quer participar do
casamento, chefe!"
"Ela não é a noiva ou o
noivo. Ela não pode entrar!
"Eu estou ciente disso,
chefe, mas é melhor você trazer seu traseiro aqui logo porque a Sra. Grey está
a caminho para a entrada. Alguém sussurrou em seu ouvido que há um convidado não
desejado esperando lá fora.”
"Puta merda! Mas que diabos?
Ocupe a Sra. Grey. Não a deixe sentir uma brisa de quem é! Eu estarei já aí!”
"Como faço para impedi-la?"
"Sawyer, você estava na porra
do FBI! Tenho certeza de que eles ensinaram algo para manter uma simpática
senhora distante de uma bruxa experiente!" Diz ele correndo para a entrada
da frente.
"Cara, é melhor se apressar!
A bruxa está afiando suas garras, e dando trabalho para a segurança que está cuidando
da entrada! Gostaria de saber onde ela estacionou sua vassoura," ele
resmunga.
Taylor pega através da casa principal onde ele encontra a Sra. Grace
Trevelyan-Grey.
"Taylor, foi-me falado sobre
um tumulto no portão da frente. Você sabe o que está acontecendo?"
"Eu vou cuidar disso agora,
Sra. Grey," Taylor responde com um olhar reticente em seu rosto. A Sra. Grey
estreita seus olhos para ele.
“Ouvi dizer que há um convidado
indesejado...” diz ela deixando sua frase suspensa no ar, com os olhos
apertados. 'Quem diabos tem
a boca solta aqui?’ Taylor pensa para si mesmo.
"Eu não sei o que você ouviu,
ou de quem você ouviu minha senhora, mas não é nada que não possamos cuidar. Eu
estou a caminho para resolvermos a
situação agora,” diz Taylor.
"Eu gostaria de ir com você,
se você não se importa, então,” ela responde. Taylor dá um gemido interior.
"Senhora, na verdade, eu me
importo. Nosso trabalho aqui é protegê-la, e aos convidados, e manter os
indivíduos indesejados fora, sejam eles quem sejam. Então, por favor, aproveite
o casamento, e deixe nós cuidarmos das questões de segurança
menores. Tenho certeza que não é nada para se preocupar."
"É a Sra. Lincoln?” Ela
pergunta incisivamente.
"Sra. Grey, eu não vi quem é o
convidado indesejado. Se é um hóspede que não está na lista; ele ou ela não podem
entrar."
"Chefe,
eu sugiro que você se apresse! A bruxa veio com seu caldeirão e ela começou a
fabricar sua poção aqui!” Sawyer grunhe. De que
diabos ele está falando?
"Sra. Grey, sinto muito! Mas
temos instruções estritas de que apenas a segurança deve lidar com as questões
de segurança; e você não está na minha
lista da equipe. Quem quer que esteja lá fora, é meu trabalho lidar com o
problema. Se você me der licença, senhora,” diz Taylor, autoritariamente, fazendo
um movimento para chegar ao portão. Grace Grey para por um momento, depois concorda
com a cabeça, e volta-se para entrar na casa. Taylor limpa o brilho de suor da
testa, e rapidamente se encaminha para a frente, onde Sawyer se encontra.
Sawyer acena com os olhos indicando um pé batendo, toda vestida em negro da cabeça
aos pés, num vestido cintilante, Elena Lincoln, que agora está levantando a
cabeça regiamente, olhando para Taylor. Taylor procura em volta por um corvo
preto em cima de uma árvore acompanhando a bruxa loira, e quando não vê um, ele
secretamente se pergunta se ela está escondendo um chicote preto dentro de sua bolsa
de festa, preta, cintilante. Ele se encaminha para ela.
"Taylor,” diz ela com sua voz
suave, com alívio.
"Sra. Lincoln.” Taylor acena
com a cabeça em saudação.
"Tão formal comigo, Taylor," ela o olha, e ele recua
interiormente.
"Como posso ajudá-la,
senhora?"
" Me chame Elena,” diz ela
tentando ser amigável.
"Não, minha senhora. Eu não
me sentiria confortável. Como posso ajudá-la hoje, minha senhora?” Ele pergunta
educadamente.
"Taylor, estou aqui para o
casamento do Christian,” diz ela limpando a garganta.
"Você tem um convite, senhora?"
"Eu nunca precisei de
qualquer convite para qualquer coisa relacionada a Christian. Por que a
formalidade?” Diz ela com um som de relincho.
"Sra. Lincoln, se você foi
convidada, senhora, você sabe que há um
protocolo, e esse não é o lugar para vir primeiro. Você não está na lista de
convidados. Temos instruções rigorosas sobre quem está na lista, e quem pode
entrar.”
"Você quer dizer que eu sou um
assunto em uma lista de proscritos?” ela diz quase entre dentes, sua cuidadosamente
construída fachada calma, está escorregando.
"Eu não tenho a liberdade para
discutir isso com você, minha senhora."
"Assim, confirma então. Bem,
vá dizer ao seu chefe que eu não vou embora até que ele venha aqui e fale
comigo.”
"Minha senhora!" Taylor
repreende. ”Este é o casamento do Sr. Grey e da Srta. Steele. Ele não pode
deixar seu casamento para vir falar com um convidado não desejado!”
"Taylor! Eu vou ter as suas bolas
para o jantar, e chicoteá-lo com seu pau, se você não me trouxer Christian
neste minuto!” ela diz ameaçadoramente, os olhos arregalados, parecendo uma mulher
louca.
"Sinto muito, Sra. Lincoln.
Mas a bajulação não funcionará, senhora! Tenho ordens. Você NÃO está na lista de convidados.”
Ela o olha avaliando. Ele tem um
olhar impassível; um olhar que Christian tem a maior parte do tempo. Um rosto
que esconde as inseguranças, medos, angústias, problemas e preocupações de
alguém. Ela quer ter um vislumbre da fraqueza de Taylor.
"Taylor, eu tenho certeza que
você não quer uma cena aqui para embaraçar seu chefe. Sugiro então que você
entregue esta mensagem a ele,” diz ela rabiscando algo em um pedaço de papel. ”Diga
a ele que eu não vou embora a menos que ele venha aqui falar comigo,” ela
exige.
Taylor relutantemente pega sua
nota e sem uma palavra, se apressa para chegar a Christian. Quando ele se encaminha
para a tenda, ele vê Christian dançando com Anastasia. Seu chefe parece...
feliz. Mais feliz do que ele já esteve nos quatro anos em que ele está trabalhando
para ele. Ele amaldiçoa a sua sorte de ter que quebrar esse momento feliz.
Taylor não quer interromper; ele procura por uma abertura. Ele seria um maldito
se ele deixasse Ana ouvir sobre o convidado indesejado e azedar seu humor
alegre no dia de seu casamento! Pobre garota, não merece a intromissão dessa
Troll Lincoln, naquele que deve ser o
dia mais feliz de sua vida. Deus, ele se sente como se ele estivesse protegendo
Sophie quando se trata de Ana! Taylor sabe que esta é a principal intenção por
trás da intrusão da bruxa loira: desestabilizar seu casamento desde o primeiro
dia. Ela quer fazer Ana se sentir inquieta, de que há outra mulher esperando
que ela escorregue para tomar seu lugar. Quanto mais Taylor pensa sobre isso, mais
louco de raiva ele fica. Mas ele tem que ver o que o seu chefe pensa em
primeiro lugar.
O Sr. Grey está olhando para Ana
como se nada nem ninguém existisse além deles dois. Taylor sente-se como um
maldito verme, um voyeur perturbando seu momento especial. No passado, ele
havia interrompido um monte de momentos íntimos, por várias razões, incluindo
as vezes em que ele teve que bater na porta do quarto de jogos do patrão, quando
ele estava envolvido em alguma merda bizarra como as sub acorrentadas em algum
engenhoca e fora do chão. Mesmo assim, ele atenderia a porta, apenas levemente puto
que seu coito tinha sido interrompido. Mas esse... esse é um momento privado, e
parece mil vezes mais íntimo do que foder; como duas almas que se unem, abraçadas
uma a outra. Taylor blasfema sob sua respiração novamente, "bunda de
babuíno, puta merda!"
Mas Taylor não tem que esperar
muito tempo. Outro pobre filho da puta, que está apaixonado por Ana, interrompe
a dança do chefe e Ana no final da canção. Taylor quase sente pena do pobre
coitado. Ele parece triste como um cachorro espancado enquanto ele está olhando
para Ana nos braços do chefe. Sr. Grey, relutantemente, permite-lhes dançar e
fica de lado observando sua garota como um falcão. Dr. Flynn se esgueira ao
lado dele. Taylor não pode esperar muito mais tempo antes da música acabar. Ele
tem que alertar o chefe sobre a porra da hiena zombeteira fora da propriedade!
"Sr. Grey.” Taylor se insinua
para Christian. Ele lhe dá o olhar ‘a merda está prestes a bater no
ventilador'. O chefe entende,
e ele não está feliz.
"Desculpe-me um momento,
John," ele próprio se desculpa com o hiper caro psiquiatra. No que diz
respeito ao psiquiatra, ele é um cara legal. Mesmo Taylor sente que deveria ir
até ele depois do que ele tinha visto na sala de jogos, nos últimos anos. Mas
agora, ele tem uma tarefa, e se tudo estiver bem, a bruxa irá levitando em sua
vassoura para fora.
"O que está
acontecendo?" O chefe pede.
"A Sra. Lincoln está lá fora,
e ela insiste em falar com você,” Taylor solta de um fôlego só, nervosamente.
Quanto menor for a mensagem, melhor.
"Que porra é essa? Eu não
acredito nisso!” Seu chefe rosna, e sua mão corre através de seu cabelo em
exasperação. Parece que ele poderia arrancar a cabeça da cadela fora. Cuidado!
Ela é como criatura mitológica grega, a Hidra. Você corta uma cabeça e duas nascem
em seu lugar. Você tem que usar uma tática diferente com esse tipo de serpente.
"Eu sei que você tem
instruções rigorosas sobre quem pode e quem não pode vir, senhor. Achei que
você precisava saber disso,” responde Taylor.
"Eu não vou falar com ela no
dia do meu casamento, ou a qualquer próximo
momento!” Diz o chefe, e se não houvesse ninguém por perto, Taylor
poderia dar uma cambalhota para essa resposta. Isso é o quanto a bruxa lhe dá
arrepios.
"Eu estou ciente disso, senhor. Eu posso mandá-la embora. Ela passou
uma nota para ser dada a você,” diz Taylor. Ele já olhou a nota no caminho. 'Yeah, yeah! Porra, privado! Bem, me processe!’ Ele pensa consigo mesmo. Isto é para o bem de seu chefe. Não é
privado quando se trata do dia mais feliz da Ana, e tão brilhante quanto o seu
chefe seja, às vezes ele não consegue ver o quão longe os tentáculos desta bruxa rastejam em seu pescoço. Taylor
sente a necessidade de proteger os dois dela, pela força se necessário.
Seu chefe lê o bilhete, e ele está
fervendo de raiva. Graças a Deus há algum bom senso nele para perceber que esta cadela é um perigo para a
sua felicidade! Ele o viu assim louco apenas algumas vezes. Quando ele olha
para Taylor, depois da nota, seus olhos
estão atirando punhais. Se apenas olhares pudessem matar, Taylor iria dirigir o
olhar do chefe para o portão de entrada.
"Eu quero que você vá lá fora,
e fale com ela. Diga-lhe que o Sr. Grey está ocupado construindo seu futuro com
sua nova esposa. Ele não está interessado em relembrar seu passado com ela. Se
ela tiver problemas para encontrar seu caminho para sua casa, um dos seguranças
estaria mais do que feliz em dar-lhe as orientações, e se ela ainda tiver dificuldades
para entender o Inglês simples, eles podem alegremente escoltá-la para casa,”
diz ele, e Taylor está orgulhoso dele como no primeiro dia em que Sophie
aprendeu a andar.
"Eu ficarei mais do que feliz
em entregar a mensagem, senhor,” ele responde rapidamente e sai.
Em seu caminho para o portão, ele
chama Sawyer.
"O seu microfone está desligado?"
"Sim, Taylor, ele está desligado."
"O que a Sra. Lincoln está
fazendo?"
"A bruxa está andando para
cima e para baixo, na medida em que lhe é permitido, no gramado da
frente."
"Eu estarei fora em um minuto,”
diz Taylor antes de desligar.
Quando anda para o portão da
frente, Taylor respira fundo e caminha em direção a bruxa Lincoln em passos determinados.
Quando ela vê o seu olhar firme, ela sabe. Ela inclina a cabeça para cima, sua
postura fica orgulhosa e determinada, e ela olha para ele.
"Bem,” ela pergunta com petulância.
"O Sr. Grey não está
disponível. Ele não pode vir.”
"O que quer dizer que ele não
pode vir?” Diz ela batendo seu pé.
"Sra. Lincoln, o Sr. Grey lhe
enviou uma mensagem. Ele diz que neste exato momento, ele está ocupado
construindo um futuro com sua nova esposa,” diz Taylor, enfatizando
que ele já amarrou o nó, que não há espaço para uma ex dominatrix, "... e
que o Sr. Grey não está interessado em rememorar o passado com você. Se você tiver
problemas para lembrar o caminho para sua casa, eu ficaria feliz em
proporcionar isso para você. E se você, senhora, estiver tendo problemas para ir para sua casa,
alguém da equipe de segurança estaria mais
do que feliz em acompanhá-la até lá,” diz Taylor olhando para ela
incisivamente.
"Bem, bem, bem... Taylor.
Você pode fazer um bom dom...” diz ela, avaliando-o, "se você não fosse um pouco
velho demais para mim,” acrescenta, estreitando os olhos. Seu louvor inclui
sempre um insulto escondido. Taylor sente a bile subir nele. Ele esteve em
combates, e numerosas guerras, mas nada
lhe dava tantos arrepios quanto essa mulher. Taylor finge que não ouviu a
bruxa.
"Você precisa de escolta,
Sra. Lincoln?” Ele pergunta incisivamente.
"Oh, é, você está com a
empregada, não é?” Ela zomba dele. Ninguém fala sobre Gail assim!
"Sra. Lincoln, eu ficaria mais
do que feliz em acompanhá-la até sua vassoura!” Diz ele com firmeza, mas com calma.
"Você é sensível,” ela
suspira. ”Meu Mercedes CL 600 marca vassoura está estacionado ali, Taylor,” diz
ela, indignada. “Eu não preciso de
escolta. Diga a seu chefe que, quando ele precisar de mim... e ele vai precisar
de mim.” diz ela muito segura de si. ”Quando esse momento chegar, eu estou
pronta, apta e disponível para ele." Sem chance que Taylor vai passar essa
mensagem! As garras da maldita bruxa são como arames farpados gigantes. Dói
quando ela empurra para dentro, e eles arrancam um quilo de carne, quando ela os
puxa para fora!
"Desculpe minha senhora. Eu NÃO vou passar essa mensagem! O Sr.
Grey está casado agora. É melhor deixá-lo sozinho, e seguir em frente com
outros empreendimentos,” diz ele severamente.
"Você vai passar a mensagem,
Taylor! Se você valoriza seu trabalho...” ela diz deixando o fim da
ameaça em suspenso.
"Estou contratado para ser a
proteção pessoal do Sr. Grey. Eu sou obrigado a usar o meu melhor julgamento
para protegê-lo do mal; e você minha senhora é mais venenosa do que uma
cascavel, e protegê-lo deste tipo de perigo cai na descrição do meu trabalho.
Ao contrário de outros, eu não tenho medo de suas presas, senhora. Seu tempo
aqui acabou. Você tem dois minutos para deixar as imediações. Se você não pode
sair, a segurança vai acompanhá-la,” ele diz com um olhar glacial.
Ela vira as costas e caminha para
sua Mercedes, com a cabeça erguida, indignada. Ela vai ter seu dia. Mas não
hoje.
While still I may, I write for you
The love I
lived, the dream I knew.
From our
birthday, until we die,
Is but the
winking of an eye;
And we, our
singing and our love,
What measurer
Time has lit above,
And all
benighted things that go
About my
table to and fro,
Are passing
on to where may be,
In truth's
consuming ecstasy,
No place for
love and dream at all;
For God goes
by with white footfall.
To Ireland in the Coming Times ~
Yeats
IRELAND
Meu Blackberry já tem três
mensagens de texto e vários e-mails de Taylor.
* Destino: Ashford Castle. Seguranças Harry O'Reilly, Greg Fergus. Senha:
Crystal Fjord. Londres está preparada para sua chegada amanhã à noite. Detalhes
sobre a segurança em seu e-mail *
Estou surpreendendo Anastasia com
uma estadia em um castelo irlandês. Será que ela gostaria?
“Baby, acorda,” eu sussurro no
ouvido de Anastasia, beijando seu rosto, a borda de sua mandíbula, ao lado de
sua boca. Ela geme cansada. “Nós estamos
aqui. Levante-se e tome um banho e se vista, baby.”
"Onde estamos?” Ela pergunta
se esticando, seus seios nus se movendo para cima com seus braços. Eu já tomei
banho e me vesti, e estou pronto para aproveitar o primeiro dia de nossa lua de
mel com minha esposa. Eu adoraria fazer amor com ela agora, mas vai manter-nos
no aeroporto por toda a duração do dia, e nós temos planos.
"Irlanda,” eu respondo.
"Para abastecer?"
"Nós já reabastecemos. Temos
uma excursão,” eu digo com um sorriso malicioso. Ela estreita os olhos para mim,
interrogativa.
"Que tipo de excursão,” ela
pergunta puxando os lençóis até o peito. Eu os puxo para baixo lentamente, sem desviar
o meu olhar dela.
"Vamos baby; estamos perdendo
a luz do dia. Temos tanta coisa para fazer. Nós só temos um dia aqui. E eu
tenho tanta coisa para mostrar-lhe, Sra. Grey.” eu digo sombriamente, e a beijo.
Ela retribui, e me puxa para ela, forte, exigente, seus dedos enlaçando meu
cabelo. Eu finalmente consigo me afastar sem fôlego.
"Whoa! Anastasia! O que você
faz para mim! Não podemos ficar na cama. Venha. Tome um banho e nós temos que
ir.”
Nós só pegamos as pequenas bagagens
de mão e a equipe de segurança, que Taylor tinha arranjado, está esperando por
nós depois que passamos a alfândega. Eles estão esperando por nós no setor VIP.
Taylor tinha me enviado uma foto
de cada um da proteção individual, e eu
reconheço nossas escoltas; e não é só pelo grande cartaz que estão segurando:
"Sr. e Sra. Christian Grey "
Quando Anastasia e eu saímos, seus
olhos brilham com a identificação. Eles sabem com que nos parecemos.
"Sr. Grey,”? pergunta Fergus,
que parece que tem apenas 30 anos de idade, mas ágil, asseado e focado. Ele
enfatiza a letra 'r' em sua conversa.
"Você é?" Eu pergunto.
Ele mostra sua identificação. Todas as informações de identificação correspondem
à cópia que Taylor me mandou por e-mail. Uma vez que eu termino de verificar
sua identificação, eu pergunto:
“Destino?"
"Crystal Fjord,” ele
responde. Anastasia olha para mim intrigada.
"Uma vez que o seu tempo é
limitado, estamos pegando o helicóptero, senhor. Temos sua agenda para a
duração da sua estada na Irlanda; no entanto, se desejar outra coisa mais que
não esteja na agenda, por favor, nos
avise para que possamos organizá-lo rapidamente para você, Sr. Grey,” diz
O'Reilly.
"Só nos levar para o nosso
local de estada, vamos nos refrescar-se um pouco, então podemos seguir em
frente com as nossas atividades,” eu digo com um olhar impassível.
"É claro, Sr. Grey. Estamos a
cerca de 148 km de nosso destino, senhor, que é cerca de 92 milhas. Dirigindo,
nós levaríamos cerca de duas horas, senhor. Considerando que você já viajou uma
grande distância, o Sr. Taylor arranjou um helicóptero para você, para levá-lo
para seu destino, e está à sua disposição para a excursão que foi preparada
para você. Ele permanecerá de plantão durante o período de sua estada, senhor,”
acrescenta ele, educadamente.
"Obrigado, O'Reilly," eu
digo tomando a mão de Anastasia.
"Por aqui, Sr. e Sra. Grey,”
diz Fergus, e lidera o caminho. O helicóptero a que nos levam na pista é um
Sikorsky S-92 de luxo. A mandíbula de Anastasia cai aberta com o tamanho do
helicóptero. Sikorsky é um enorme helicóptero com mais de 17 metros de
comprimento exterior, e a envergadura, sozinha, também tem mais de 17 metros de
comprimento. Ela me olha com curiosidade.
"É enorme,” ela comenta em um
sussurro.
"Só o melhor para minha garota,”
eu respondo tranquilamente.
Eles pegam a nossa bagagem da
aeronave, e nos apresentam ao nosso piloto, cujo nome deve ser Matt O'Connell de
acordo com a informação fornecida por Taylor.
"Permitam-me apresentar-lhes
o seu capitão, senhor?" O'Reilly pergunta educadamente. ”Este é o capitão
Matt O'Connell. Ele estará a seu serviço durante a sua estadia. Nosso co-piloto
é o capitão Richard Bremer ,” ele indica os dois pilotos que estarão nos conduzindo.
Suas fotos e nomes coincidem.
"Bem-vindo a bordo, senhor,”
dizem eles e apertam minha mão.
"Minha senhora, bem-vinda, e
parabéns,” eles se voltam para Anastasia e a fazem corar. ”Por favor, sentem-se.
Esta é uma grande aeronave, que serve comida e bebidas, e se você quiser
usá-lo, há um banheiro, bem como um chuveiro, a bordo da aeronave,” diz
O'Connell.
"Obrigado. Eu acho que nós
vamos agora tomar nossos lugares,” eu respondo.
"Quanto tempo vai levar para
nós chegarmos ao nosso destino?" Pergunta Anastasia. Menina inteligente!
Ela não está perguntando onde, mas ela está fazendo as perguntas certas.
"Não mais do que 40 minutos,
Sra. Grey,” responde Fergus. Meus lábios se curvam em um pequeno sorriso.
"Curiosa?" Eu me inclino
e pergunto. Ela acena com a cabeça vigorosamente.
"Você vai vê-lo em 40 minutos.
Prefiro mostrá-lo a você que falar,” eu digo. Sikorsky é um helicóptero de
luxo. Foi adaptado para o conforto dos passageiros. A altura da cabine é de 1,80
m, levando-me a abaixar minha cabeça quando eu entro nela. A largura da cabine
parece ser de cerca de dois metros, mas o comprimento parece 6 metros. É
espaçosa e eu estou sentado ao lado de Anastasia, quando uma aeromoça vem.
"Bem-vindo Sr. e Sra. Grey. Meu
nome é Jennifer. Eu sou sua aeromoça hoje. Eu gostaria de servir a vocês algumas
bebidas. O que vocês gostariam?” Ela pergunta com um grande sorriso genuíno.
Ela está em seus 30 e poucos anos, cabelos vermelhos, olhos verdes, uma mulher
agradável. Ela olha para Anastasia com expectativa, em seguida, olha para mim e
pisca em rápida sucessão. Eu me viro para olhar para a minha esposa, para perguntar o que ela quer, nada muito forte
neste início de manhã.
"Eu gostaria de Twinings English breakfast, por
favor, saco de fora,” diz ela, em seguida, estreitando os olhos quando ela percebe
um vislumbre da aeromoça olhando para mim, com uma apreciação carnal. Você não
tem nada com que se preocupar, baby. Eu tenho apenas um tipo, e é você. Mas seu
ciúme desperta minha virilha e me agrada secretamente. Ela me ama; eu nunca vou
me fartar disso.
"Você, senhor,” ela pede
quase tropeçando em suas palavras.
"Café com leite desnatado,
por favor,” eu respondo, sem levar o meu olhar para longe da minha linda noiva.
"Nós já temos uma reserva
para almoço no nosso destino,” eu explico a Anastasia.
"Onde é que nós vamos, Christian?” ela pergunta, com excitação na
voz.
"A expectativa é a maior
parte do prazer,” murmuro, com um sorriso lascivo.
"Mas eu quero saber o que eu
estou esperando,” ela diz amuada, embora ela não consegue esconder sua emoção
também. Eu apenas sorrio em resposta.
O vôo está indo sem problemas. Eu
verifico o meu horário, e olho para fora da janela. Eles deveriam fazer um sobrevoo
em primeiro lugar, e eu quero ver o que Anastasia pensa e o que sente, quando vir
pela primeira vez onde eu a estou levando. Fergus é suposto ser o guia
turístico aéreo para este vôo. Ele limpa a garganta e se aproxima dos nossos
lugares.
"O que vocês estão vendo
abaixo é a Mayo Galway. Logo estaremos voando a Bush Island, para sua esquerda é
Illaunree, ao norte da qual está Illaundarragh e Leaf Island está apenas um pouquinho
a noroeste do mesmo. Bem ali à sua esquerda Sr. e Sra. Grey,” Fergus aponta as
pequenas ilhas abaixo.
"Estamos indo agora sobrevoar
os domínios, que são bastante grandes, ostentando mais de 10.000 ha. A
propriedade em si tem entre 140-180
hectares, dependendo de a quem você perguntar, mas em 1852 Sir Benjamin Lee
Guinness estendeu os domínios para suas grandes proporções. Para o norte, você
pode ver o Centro Equestre Ashford. Se desejar, ou se você tiver tempo, você
pode cavalgar no campo lindamente arborizado entre as margens do Lough Corrib e
Lough Mas, e até mesmo nas montanhas de Connemara para o Oeste. Mais ao norte,”
diz ele apontando com o dedo e Anastasia se inclina e para meu divertimento me
empurra para fora do caminho para ver, com prazer infantil,” você pode ver o Clay
Pigeon tiro ao alvo e arco e flecha,” acrescenta Fergus.
"Oh! Podemos ir atirar? Por
favor, podemos?" Anastasia pergunta excitadamente.
"Não!” Eu respondo com minha
boca em uma linha apertada. Eu acabo de casar com ela. Eu não quero que ela seja
acidentalmente baleada. Ela estreita os olhos para mim, mas não diz nada.
Fergus sente a tensão e se move
rapidamente para um tópico diferente.
"Para o sudeste, você vai ver
as margens do Lough Corrib e, claro, a propriedade Orvis está localizada logo perto
da que é uma das mais famosas indústrias de pesca em toda Irlanda, senhor,” diz
ele para minha atenção.
"Além disso, minha senhora,
se você olhar para sua esquerda,” ele diz, conduzindo Anastasia para a janela do seu lado
do assento, “você verá o Gardens em Ashford. O castelo remonta a 1228...” diz
ele, mas não pode terminar o resto de sua sentença porque Anastasia grita de
prazer.
"Castelo! Você disse castelo?
Christian ele disse castelo?” Ela grita com voz estridente. Eu não posso evitar,
mas coloco um grande sorriso idiota no meu rosto.
Fergus coloca um sorriso de
satisfação no rosto. “Sim, senhora, o castelo Ashford,” diz ele com orgulho,
como se seu tio favorito fosse o dono. “Mas eu estou mostrando-lhe os jardins à
sua esquerda. Sir Benjamin Guinness e seus sucessores, os Ardillauns, de 1852
em diante criaram, e conceberam, e executaram o layout dos jardins. Eles valem
a pena ver, senhora. E à sua direita, Sra. Grey, se você olhar da janela do Sr.
Grey, você vai ver o espetacular Castelo
de Ashford. Foi fundado pela família anglo-normanda de Burgo após a derrota dos
nativos O'Connors de Connaught.”
"Oh meu Deus! É simplesmente
lindo, Christian! Parece Hogwarts!” (N.T. Hogwarts,
é um internato de magia para feiticeiros e feiticeiras com idades entre os onze
e dezessete anos. É o palco principal para os primeiros sete livros da série
Harry Potter, de JK
Rowling.) Anastasia exclama. “Eu mal posso esperar para explorá-lo. É
permitido explorá-lo?” ela pergunta a Fergus.
"Sim, senhora, é. Você irá
ocupar uma das suítes com a melhor vista de tudo em volta, senhora!” Diz ele de
forma promissora. Anastasia vira para mim e sorri com seu sorriso 10.000
Megawatts. Estou eufórico porque ela adora! Os pilotos pousam o helicóptero
habilmente no heliporto, e um carrinho de golfe está esperando para recolher-nos
e nos conduzir de volta ao castelo.
"Sr. e Sra. Grey! Meu nome é
Milton. Bem-vindo ao Castelo de Ashford,” um assistente pessoal nos cumprimenta
com um grande sorriso caloroso. “Vou levá-los para seu quarto. Nós sabemos que
vocês viajaram um longo caminho, de modo que vocês podem descer quando vocês
quiserem para o seu brunch,” diz ele cortesmente. (N.T. Brunch é uma refeição de
origem britânica que combina o café
da manhã - breakfast em inglês com o almoço -
lunch em inglês. É normalmente realizada aos domingos, feriados ou
datas comemorativas)
"Obrigado
Milton," ambos dizemos ao mesmo tempo para a resposta de Milton. Ele nos
conduz no caminho esculpido através da grama bem aparada. À nossa esquerda
podemos ver as pequenas ilhas na baía com vista para o castelo. A água está
calma como folha e as cores são vivas; absolutamente lindo.
"Vamos
levá-los por aqui senhora, senhor,” diz Milton depois que ele para na frente do
castelo. Anastasia vira para mim e fala sem som, "Oh meu Deus!"
.
"Christian, este
é Downtown Abbey encontrando Camelot! Obrigada,” ela exclama depois de apreciar
a arquitetura e passando sua mão sobre o traje da armadura brilhante na porta
da frente. “É formal, sem ser abafado! Como você sabia que eu adoraria
isso?"
O rico interior de mogno
tira seu fôlego. O mobiliário é eclético; de diferentes períodos, mas de algum
modo, muito apropriado para o ambiente. Nossa suíte é bastante grande, com suaves
entonações douradas e cores quentes. As janelas são grandes e com vista para a
água e os jardins.
Uma vez que eu dou gorjeta a Milton, e o envio em seu
caminho, Anastasia vira para mim e para minha surpresa, ela se lança sobre mim.
”Eu amo isso! Eu amo isso! E eu te amo! Obrigada!” Diz ela chovendo beijos no
meu rosto, meu pescoço, em volta dos meus lábios e, finalmente, encontrando meus
lábios.
"Sra. Grey, se eu soubesse que eu ia conseguir essa
reação...” mas eu não tenho chance de terminar minha frase. Sua boca captura a
minha, e rapidamente o desejo se desenrola em nós dois. Eu a encosto na cama de
dossel, e a empurro para o colchão e eu caio em cima dela.
"Marido...” diz ela ofegante, com as mãos atadas no meu
cabelo. “Eu quero você! Agora!”
"Ana! Você vai me abater, baby! Mas temos planos. Caso
contrário, vamos estar no nosso quarto o dia todo!”
"Mas eu quero fazer amor com você em um castelo..."
"Oh, baby, nós vamos, mas no momento e no lugar da
minha escolha,” eu sorrio provocante.
"Vamos nos limpar e
vestir, eu tenho algumas surpresas para você."
"Se eu entrar em combustão no primeiro dia de nossa lua
de mel, Sr. Grey, vai ser tudo culpa sua!” Ela acusa.
"Sra. Grey, eu tenho certeza que eu posso pensar em
algumas maneiras de apagar seu fogo,” eu respondo minha boca se contraindo.
"Roupa confortável, nós talvez tenhamos que andar,” eu
digo.
Quando estamos prontos para ir, eu pego a mão dela, e nos
encaminhamos para a Drawing Room para tomar café da manhã. ”Esta é uma sala de desenhar! Você sabe
o quanto eu queria ver uma desde que eu li sobre elas em Orgulho e Preconceito?"
Anastasia sussurra fervorosamente. Sua reação me faz querer colocar o mundo a
seus pés, fazê-la feliz cada dia da sua vida. Eu só aperto-lhe a mão em
resposta. Quando acabamos o café da manhã nos é dada uma excursão pelo castelo,
e os jardins, mas não ao local de tiro. Eu não quero Anastasia perto dele!
Tanto quanto eu quero manter os estranhos longe dela, eu
quero que Anastasia experimente o sabor local. Onde melhor podemos conseguir
isso do que um honesto bom pub irlandês? O'Reilly e Fergus nos levam em uma Mercedes
Benz SUV cor prata Classe G blindada. Eles nos levam a Thoor Ballylee.
"Anastasia, este é o lugar onde eles filmaram ‘Quiet
Man’ de John Wayne com Maureen O'Hara," eu explico esperando a reação dela
com meus olhos arregalados.
"Eu nunca ouvi falar desse filme, mas você sabia que
William Butler Yeats restaurou este castelo normando do século 16 para ele e
sua esposa?” Ela diz, me surpreendendo completamente.
"Como você sabe disso?" Eu lhe pergunto
completamente surpreso. Esta é uma das razões pela qual eu sou apaixonado pela
minha esposa. Ela nunca deixa de me surpreender.
"Eu pensei que todo mundo sabia disso!” Diz ela dando
de ombros. ”Este é o lugar onde ele escreveu a coleção de poemas "A Torre". Foi inspirado por este
lugar!” Diz ela com um golpe de sua mão.
"Eu não acho que eu já ouvi sobre essa coleção,” eu
digo escaneando o cérebro.
“An Ancient Bridge,
and a more ancient tower,
A farm-house that is sheltered by its wall,
An acre of stony ground,
Where the symbolic rose can break in flower,
Old ragged elms, old thorns innumerable,
The sound of the rain or sound
Of every wind that blows,
The stilted water-hen
That plunged in stream again
Scarred by the splashing of a hundred cows.
A farm-house that is sheltered by its wall,
An acre of stony ground,
Where the symbolic rose can break in flower,
Old ragged elms, old thorns innumerable,
The sound of the rain or sound
Of every wind that blows,
The stilted water-hen
That plunged in stream again
Scarred by the splashing of a hundred cows.
I declare this tower is
my symbol; I declare
This winding, gyring, spiring treadmill of a stair is my ancestral stair;
This winding, gyring, spiring treadmill of a stair is my ancestral stair;
I, the poet William
Yeats,
With old mill boards and sea-green slates,
And smithy work from the Gort forge,
Restored this tower for my wife George;
And may these characters remain
When all is ruin once again.
With old mill boards and sea-green slates,
And smithy work from the Gort forge,
Restored this tower for my wife George;
And may these characters remain
When all is ruin once again.
Benighted travellers
From markets and from fairs
Have seen his midnight candle glimmering.
The river rises and sinks again;
One hears the rumble of far below
Under its rocky hole.
What Median, Persian, Babylonian
In reverie, or in vision, saw
Symbols of the soul.”
From markets and from fairs
Have seen his midnight candle glimmering.
The river rises and sinks again;
One hears the rumble of far below
Under its rocky hole.
What Median, Persian, Babylonian
In reverie, or in vision, saw
Symbols of the soul.”
Ela
recita. “Eu sempre quis ver uma torre, você sabe, como os contos de fadas, onde
a princesa está trancada na torre e sua armadura brilhante vindo para
resgatá-la... Há algo tão romântico sobre isso! A torre medieval, junto à água
em algum lugar, uma vegetação luxuriante que a rodeia. Decorada com onduladas
cortinas... paredes de pedra, subindo alto no céu, e madeira quente queimando na
lareira, cores quentes...” diz ela nostalgicamente, distraidamente, e, de
repente, ela toma uma ingestão aguda da respiração, e se abana corando. Sério?
Eu não tinha idéia! Eu olho para a minha esposa de novo com olhos de admiração,
totalmente apaixonado por ela, mais uma vez.
"O
que, Sr. Grey?” Ela provoca. ”Será que finalmente eu sei algo que você não sabe?”
Ela pergunta inocentemente batendo os cílios, e morde o lábio.
Minha mão
avança automaticamente, e puxa seu queixo.
"Não!"
Eu a advirto com um olhar escuro. “Não aqui."
"Você
tem certeza, Sr. Grey?” Ela pergunta com um tom de nostalgia, olhando para a
torre. O quê? Torres a colocam ligada? Porra! Minha mão voa para a minha cabeça
em um esforço para suprimir o desejo crescente por ela, em exasperação.
Ela está
examinando o edifício com fome, lasciva, olhos desejosos.
"Baby,
você poderia me dar licença por um segundo?" Eu pergunto enquanto eu,
relutantemente, solto a mão dela.
"Fergus!"
Eu chamo, e ele vem para ficar a um metro e meio diante de mim. Faço um gesto
com os dedos para ele se aproximar, e
ele se inclina.
"Eu
tenho um pedido para esta noite, e eu quero que seja feito exatamente como eu lhe
disser!" Eu digo, e ele escuta.
*****
Quero
Anastasia de molho em algum sabor local, e somos levados a um pub popular
chamado McDaids.
Uma
grande mulher com as bochechas vermelhas e olhos azuis, com um sorriso no rosto,
está cuidando do bar. Ainda está no início da tarde de forma que há apenas
alguns clientes no bar. A mulher sorri quando entramos no pub. Nós nos sentamos
em uma mesa afastada, e a grande senhora vem à nossa mesa ainda sorrindo.
.
"Welcome to McDaids amores! Qual é a sua fantasia hoje?”
Ela pergunta.
Sem mover meu olhar de Anastasia, eu respondo com outra
pergunta:
"O que você tem?"
"Americanos, é?"
"Sim, senhora,” eu respondo ainda olhando para
Anastasia com olhos ardentes.
"E tão educado, também! Bem queridos,” diz ela e para
surpresa de ambos, ela puxa uma cadeira ao nosso lado, "Eu fico sem fôlego
de pé, queridos, e eu gosto de conversar com os clientes. Ok, temos cerveja,
mas turistas americanos sempre se queixam de que a cerveja irlandesa é amarga,”
diz ela, fazendo uma careta. “Se você não está acostumado com isso, você pode
não gostar, mas se você gosta de um desafio, você pode experimentá-la. Então
nós temos Stout,” diz ela, e quando ela vê o olhar perplexo no rosto de
Anastasia: "É a bebida nacional irlandesa,” acrescenta ela com uma
risadinha de menina. Mas essa explicação não é suficiente para Anastasia.
"O que é um stout? Eu nunca ouvi falar disso,” ela pergunta
e olha para mim corando, e ainda com aqueles olhos desejosos.
"É uma cerveja preta, mas é suave como veludo, minha
querida, densamente coberta por uma camada de espuma cremosa. Sim, há um ritual
para puxar corretamente um pint (N.T. meio litro) de cerveja preta, minha querida! É melhor feito devagar
com um copo concebido para maximizar o contato do ar,” diz ela imitando.” Você
deve preencher dois terços completos, despejar um pouco da parte de cima, e
deixar o copo assentar por cinco minutos até que ele se instala. Em seguida,
puxar novamente, e escorrer o excesso.”
Eu faço uma careta. Eu não quero que minha esposa fique
bêbada no primeiro dia de nossa lua de mel. Eu preciso dela coerente para esta
noite.
"Obrigado..." Faço uma pausa para o seu nome.
"Mildred é o meu
nome, querido,” ela responde.
"Mildred, mas nós precisamos de algo leve para minha
esposa,” eu digo, meu olhar voltando para Anastasia.
"Sim, meu jovem,” ela me responde então vira o olhar
para Anastasia e acrescenta: "você deve ser uma recém-casada minha querida,” ela diz com um tom maternal.
"Eu sou, na verdade este é o primeiro dia da nossa lua
de mel. Como você sabia?" Pergunta Anastasia.
"Doce menina, eu posso dizer pelo amor escorrendo do
rosto de seu marido, e pelo jeito que ele disse: 'minha esposa’ com tanta
reverência e oooh,” diz ela abanando-se, "... desejo e amor apaixonado, e
a maneira como você olha para ele, eu pensei que McDaids pegaria fogo!” ela
responde com sua voz borbulhante, fazendo Anastasia corar.
"Mas isso é tão doce, amor! Nenhuma vergonha em amar um
ao outro!” Ela emociona-se. Para mudar de assunto eu pergunto: "O que mais
você tem para beber?"
"Whisky! Whisky irlandês. Se você nunca provou isso, é
semelhante a um bom Scotch sem o sabor defumado. Mas, querido, o uísque
irlandês,” diz ela com orgulho, "é o único uísque triplamente destilado do
mundo! Outro adorável licor é Irish Mist. Eu acho que um copinho de Irish Mist capta
o sabor completo do uísque irlandês, mas é mais suave. Temos também Alcopops. (N.T. Alcopop, ou Cooler em Inglês canadense, é um termo coloquial
que descreve certas bebidas alcoólicas com sabor) Nós não somos como os americanos, querido. Não temos cocktails
extravagantes aqui. Eu tenho um Alcopops chamado Fat Frog. E nós temos vinho.”
"Vamos tomar cerveja irlandesa, mas em suas menores
canecas,” eu digo, e ela sorri. ”Não quer nenhuma noiva bêbada no primeiro dia de sua
lua de mel, queridinho?” ela diz e dá uma gargalhada. Então, inclina-se sobre a
mesa e diz.
"Parabéns queridinhos! Suas cervejas estão chegando!”
*****
No momento em que
voltamos para o castelo é o final da tarde. Anastasia e eu tomamos um banho na
banheira com pés, olhando para a baía. Quando saímos da banheira, ”eu quero que
você se vista com isso,” eu digo mostrando-lhe o vestido curto, preto, de cetim
de renda, frente única.
"O que você está vestindo?” Ela pergunta intrigada.
"Terno escuro e gravata cinza-prata," eu sussurro,
com olhos ardentes. Eu posso ver a sua respiração acelerando cada vez mais, em
rápida sucessão, pela subida do seu peito.
Quando ficamos prontos, encontro Anastasia olhando para mim apreciativa
e eu mais ainda - se eu não praticasse o autocontrole durante anos, isso teria
sido uma tarefa muito difícil de cumprir. Nós finalmente saímos, encontrando
O'Reilly e Fergus esperando na porta, os olhos escaneando o corredor.
"Sr. e Sra. Grey,” eles nos cumprimentam, e naquele
momento eu percebi que eu não me canso de ouvir essa expressão, nossos nomes
combinados numa unidade, declarado por outras pessoas, que ela é minha mulher,
minha esposa. Fergus fala no rádio em sua manga. Quando chegarmos à torre iremos
jantar lá, a surpresa de Anastasia é evidente e sua excitação é contagiante.
"Sr. e Sra. Grey,” Milton começa a sua introdução. ”Este
fabuloso estilo francês do castelo foi adicionado ao esplendor arquitetônico do
castelo em 1715. Por aqui, minha senhora, senhor,” diz ele com um floreio e nos
direciona para dentro. A torre é decorada como uma sala aconchegante com espreguiçadeira
e almofadas. Cortinas drapeadas e balançando com a leve brisa. Mesa posta para
dois com velas suaves fica apenas requintado. A lareira está rugindo com fogo
de lenha, e acrescentando ao ambiente da torre, que tem vista para a água.
Milton pega a capa de Anastasia, colocando-a em uma das almofadas, em seguida,
puxa a cadeira confortável para Anastasia e empurra enquanto ela se senta. Há
um menu na mesa para cada um de nós dois, descrevendo tudo o que vai ser
servido.
From George V
Room
STARTER
Ashford Castle Caesar Salad Air Dried Pork and Parmesan Shavings
Pouilly - Fuisse, Joseph Drouhin, 2008
Warm Connemara Lobster Half Lobster with Crushed Purple Potatoes
and Crisp Artichokes
Seared Scallops Creamy Seafood Barley, Caramelised Pears
and Fresh Basil Chateau Minuty, Prestige, Cote de Provence
SOUP
Cream of Prawn Bisque Soup Warm Whiskey Cream and Crisp Killary
Harbour Prawn Tails
MAIN COURSE
Grilled Local Black Sole Cooked on the Bone and Filleted at your
Table
Sweet Potato Chateau La Bertrande,
Premieres Cotes de Bordeaux
DESSERT
Choice of Dessert from our Dessert Menu,
Tea & Coffee with Petit Fours
We kindly ask the Gentlemen to honour the
elegance of the George V Dining Room by wearing Jacket & Tie for dinner
Da Sala George V
ENTRADA
Ashford Castle Caesar Salad - carne de porco seca e
lascas de parmesão.
Vinho Pouilly - Fuisse, Joseph Drouhin, 2008
Warm
Connemara Lobster - meia lagosta com batatas roxas crocantes e alcachofras torradas
Seared
Scallops - Frutos do mar com creme de cevada, peras caramelizadas e manjericão
fresco.
Vinho Chateau Minuty, Prestige, Cote de
Provence
SOPA
Cream
of Prawn Bisque Soup creme de uísque quente
e Caudas de Camarão crocantes Porto
Killary
PRATO PRINCIPAL
Grilled
Local Black Sole preparado com o osso e cortado
em filés na sua mesa
e Batata Doce.
Vinho Chateau
La Bertrande, Premieres Cotes de Bordeaux
SOBREMESA
Escolha de sobremesas do nosso Menu de Sobremesas,
Chá & Café com Petit Fours
Nós pedimos aos senhores que honrem a elegância
da sala de jantar George V, vestindo Paletó & Gravata para o jantar
"Existe alguma coisa mais que possa obter para o senhor?"
"Obrigado Milton. Estamos bem,” eu digo dispensando-o.
Milton sai da torre fechando a porta de madeira pesada para nos dar
privacidade. A equipe de segurança é para esperar em baixo, ao pé da torre,
deixando-me ficar com minha esposa em uma torre com vista para a água enquanto o
luar está subindo.
"Torre, Sr. Grey?” Ela pergunta somente com admiração
em seus olhos.
"Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey," eu respondo
com um sorriso tímido.
"Não há ostras hoje, então?” Ela pergunta depois de
olhar em volta da mesa.
"Como você é impaciente Sra. Grey, mas sim, há ostras,
direto de Galway Bay, me disseram," Eu digo, sem quebrar o meu olhar.
"Eu estava pensando que eu a alimentaria esta noite.
Você não comeu muito durante o almoço de hoje, e nós tivemos um dia atarefado.
Eu não quero que você desmaie perto de mim para o que eu tenho em mente,” eu digo e ouço
sua respiração suspender. Eu puxo meu assento mais perto de Anastasia.
"Eu quero vendar você,” eu sussurro. Ela engole e concorda
com a cabeça, em resposta, com expectativa. Eu tiro a máscara para olhos e a puxo
sobre seus olhos. Meus lábios estão perto de seu ouvido e não a tocam.
"Você pode ver alguma coisa?" Eu sussurro, enquanto
minha respiração acaricia seu rosto.
"Não,” ela sussurra de volta.
Eu abro a bandeja com as ostras. Há apenas oito delas. Eu
tomo uma e espremo um pouco de limão sobre ela. Eu a trago perto de seus
lábios, e sussurro, "ostra." Ela abre sua boca, e eu inclino a concha,
e ela engole quando suavemente desce em sua garganta.
"Boa garota,” eu digo, e aperto outra fatia de limão e
inclino na minha boca, e repito o processo até que todas elas se foram.
"Vinho?" Eu pergunto.
"Sim, por favor,” ela responde com uma voz sussurrada.
Eu levanto a taça até seus lábios e ela toma um bem vindo gole.
Eu pego uma colher de sopa da bisque de camarão e a levo aos
seus lábios. Ela toma e engole, fazendo um som apreciativo, apertando minha
virilha. Eu tomo uma colher, e é deliciosa. Dou-lhe uma garfada de salada, e
uma gota de molho sobra no canto de sua boca. Seu dedo levanta para limpá-la,
mas eu o seguro, repreendendo-a. Eu me inclino lentamente e chupo o molho do
lado de fora de seu lábio inferior. Ela quer me beijar, mas eu recuo, fazendo-a
fazer beicinho. Eu sorrio de sua resposta.
"Tudo a seu tempo, baby,” murmuro baixinho. Dou-lhe uma
garfada do Sole. Ela mastiga com apreciação. Eu pego um bocado depois dela.
Então, eu dou-lhe um bocado dos Scallops e, em seguida, a Lobster.
Eu estabeleço uma rotina, finalizando com vinho. Quando a
comida está toda acabada, eu me levanto e pego a mão de Anastasia e a levo para
a espreguiçadeira ao lado da lareira.
"Você sabe como desejável você está agora, baby?"
Eu sussurro. Ela balança a cabeça.
"Bem, você está e eu a quero demais, Sra. Grey!"
"Marido! Eu quero você, também!” Ela responde com uma
voz rouca. Está escuro lá fora. À exceção da luz das velas em cima da mesa, e a
lareira, não há nenhuma outra luz.
Eu a puxo de volta e sentada na espreguiçadeira com suas
pernas presas entre as minhas, mas mal pairando sobre ela. Inclino-me e toco seu rosto só com a lateral do meu dedo
indicador e ela toma uma ingestão aguda de respiração. ”Eu amo você, Ana," eu sussurro com fervor, e beijo sua
bochecha, seu queixo; meus dentes capturam sua orelha, puxando-a. Então, meus
lábios se movem para o seu pescoço longo. Ela inclina a cabeça para o lado para
me dar acesso fácil. Meus dedos viajam para seus ombros e uma por uma abaixo as
alças, liberando os seios diante de mim.
"Christian, quero vê-lo!” Diz ela. Eu paro, “por favor!
Quero ver seus lábios no meu corpo! É...” ela para, e engole, “é inebriante!” Ela
termina, e eu acho que meu pau acabou de entrar em modo de saudação cheia nas
minhas calças.
"Você quer isso, baby, você tem isso!" Eu digo e
puxo a máscara fora de seus olhos. Ela vibra com os olhos abertos, atados de desejo.
Eu estendo minha mão para ela e deixo-a ficar em pé.
"Eu quero descascar esse vestido fora de você agora,”
eu digo, a minha voz rouca de desejo. Eu
lentamente puxo-o para baixo de seus braços e barriga. Ele lentamente desliza
para baixo em suas pernas, amontoando-se em seus pés. Eu estendo minha mão, e
ela sai do vestido. Ela está de calcinha de renda preta, e em seus escarpins
negros.
"Você parece estar muito vestido, Sr. Grey,” diz ela com desejo ardendo em seus
olhos. “Eu quero que você se dispa,” acrescenta ela.
"Ninguém está impedindo você, baby,” eu respondo.
Ela chega mais perto, e suas mãos indo debaixo da minha
jaqueta sobre meus ombros, ela a desliza para baixo, e ela cai no chão. As mãos
dela chegam até a minha gravata. ”Esta gravata, marido, me acende totalmente,”
diz ela mordendo o lábio. Eu me inclino, e puxando-lhe o queixo, capturo o
lábio com o meu, chupando-o suavemente, e puxo com os dentes, e depois o libero.
Sua respiração aumenta à medida que o desejo corre através de nós. Ela puxa a
minha gravata cinza-prata fora, e eu noto, a coloca gentilmente sobre o banco.
Suas mãos habilmente fazem um trabalho apressado de desabotoar minha camisa.
Seus dedos lentamente deslizam pelo meu peito me fazendo estremecer. Eu capturo
uma mão e levanto-a para minha boca beijando os dedos, e depois chupo seu dedo
mindinho, então ligeiramente mordo a almofada dele, com um sorriso devasso,
finalmente soltando-o. Ela se move para baixo para minha trilha feliz, roçando
sobre o cabelo, e abre meu cinto, e puxa meu zíper. Ambas as mãos entram na
parte de trás da minha calça, apertando minha bunda, e puxando lentamente minha
calça e cueca para baixo, ao mesmo
tempo, fazendo minha ereção saltar fora. Eu saio fora delas, em pé nos meus sapatos e meias. Ela me dá um sorriso
malicioso, e se inclina para baixo deliberadamente levantando a bunda para cima
no ar, num esforço para tirar meus sapatos e as meias.
Minhas mãos a alcançam e acariciam seu traseiro. Eu puxo a calcinha
rendada de lado e mergulho um, e depois dois dedos dentro de seu sexo, e ela está
muito molhada e pronta para mim, como sempre. Eu silvo meu fôlego através dos
meus dentes.
"Eu sei o que você está fazendo, baby,” murmuro, e lhe dou
um tapa, por trás, suavemente. Uma vez
que ela tira os meus sapatos e meias, suas mãos patinam pelas minhas pernas
atingindo meu pau em posição de continência completa. De repente, ela senta nos
joelhos e me leva na boca me fazendo ofegar.
"Whoa! Ana!”
Ela recobre seus dentes e leva-me todo dentro, sua língua
girando em torno da ponta do meu pau. Eu inclino a cabeça para trás e minhas
mãos seguram sua cabeça.
"Oh! Porra, Ana! O que você faz para mim!” Seu olhar levanta
para mim, enquanto ela está me fodendo com a boca. Ela suga profunda e forte e
os lábios e a língua deslizam para cima e para baixo no meu comprimento, completamente
crescido, implacavelmente.
"Anastasia, eu não quero gozar em sua boca!" Eu
digo, e ela diminui suas ministrações, e inclinando-me para baixo eu a levanto,
fundindo lentamente meus lábios nos dela, me provando em sua boca. Ela tem um
gosto muito bom! Meus lábios deslizam para baixo do seu pescoço, para seus seios,
puxando e provocando, enquanto eu torturo o outro mamilo entre o polegar e o
dedo indicador. Ela sufoca um gemido. Meus lábios vão entre seus seios beijando,
chupando e provocando, eu faço o meu caminho para o sul até seu osso púbico. Eu
lentamente a empurro para baixo na espreguiçadeira, perto do fogo, abro suas
pernas e enfio minha língua entre as flores de seu sexo, provocando, chupando e
mordendo. Ela coloca a perna direita por cima do meu ombro, me fazendo sorrir.
Eu ligeiramente sopro em seu sexo, enquanto ela está se contorcendo embaixo da
minha boca, empurrando seu sexo em minha boca.
"Oh, por favor! Marido, Eu quero você, agora!” Eu sinto
o aperto de seu sexo, e eu paro, soprando em seu sexo novamente. Ambas as
pernas vão ao meu redor me puxando para ela. Eu levanto, e colocando os joelhos
na espreguiçadeira entre suas pernas, eu pairo sobre ela, e, em seguida,
centímetro por centímetro afundo em seu convidativo sexo. Quando estou nela até
o cabo, eu seguro aí por um minuto, fechando os olhos, apreciando nossa
conexão, e então começo a me mover. Minha boca desce para encontrar seus lábios,
beijando, línguas destruindo e sugando. Ela arqueia as costas para mim, e minha
cabeça se inclina para capturar o mamilo e chupar duro, beliscando enquanto ela
geme empurrando seu peito em minha boca. Minha mão direita reflete as ações de
minha boca com o outro mamilo. Então, eu deixo seus mamilos, e minhas mãos
agarram sua bunda, levantando-a da espreguiçadeira, sem quebrar nossa preciosa
conexão. Nós continuamos a mover-nos; eu empurrando para cima, e Anastasia
empurrando para baixo. Eu a empurro para o lado da pedra lisa do muro, perto da
lareira, segurando-a contra a parede da torre, eu aumento minha velocidade, cravando
nela, girando meu quadril para encontrar seu ponto ideal, e o esfrego, massageando-o
com o meu pau fazendo-a subir. Quando eu sinto o aperto de seus músculos ao
redor do meu pau, eu capturo sua boca, e fodo e chupo ao mesmo tempo, levando-nos
mais alto do que já fomos e nós nos perdemos na torre do castelo, despejando
tudo o que temos um no outro. Amando, fodendo, e unindo nossas almas, tudo ao mesmo
tempo.
Quando descemos do nosso êxtase, eu a deito e limpo, em
seguida, me limpo. Finalmente ajudo-a a vestir seu vestido rendado preto
novamente. Após estarmos completamente vestidos novamente, deitamos ao lado do
fogo abraçados, nenhum querendo que a noite acabe.
LONDON
“TWENTY bridges from Tower to Kew -
Wanted to know what the River knew,
Twenty Bridges or twenty-two,
For they were young, and the Thames was old
And this is the tale that River told:”
― Rudyard Kipling
Wanted to know what the River knew,
Twenty Bridges or twenty-two,
For they were young, and the Thames was old
And this is the tale that River told:”
― Rudyard Kipling
Nós saímos do castelo ao meio-dia, e passamos a tarde no
helicóptero, em turismo. Foi um longo dia ontem voando sobre alguns dos mais
famosos fiordes da Irlanda, e os penhascos de Moher. Eu não quero dirigir ou
caminhar para qualquer um deles com medo de que Anastasia possa querer olhar
para baixo e cair. Eu não posso correr o risco. Mas o passeio de helicóptero
panorâmico, sobre ambos, foi espetacular. Voamos para o Aeroporto Internacional
de Shannon e embarcamos no jato GEH, e somos recebidos por minha própria tripulação
novamente. A distância de Shannon até Londres está perto de seiscentos e cinquenta
quilómetros. Isso leva cerca de uma hora e meia, incluindo chegar ao Aeroporto
Internacional de Londres Heathrow.
Taylor está nos esperando no aeroporto com dois novos
seguranças.
"Sr. Grey, Sra. Grey. Espero que tenham tido uma viagem
agradável,” diz Taylor educadamente.
"Estes são Harold Nichols e Roger Collins, senhor. Eles
estarão nos acompanhando enquanto estivermos na Inglaterra,” diz apresentando a
segurança para nós. Eu aceno impassível.
"Prazer em conhecê-lo, senhor, senhora,” dizem eles
educadamente, os olhos examinando a multidão no aeroporto.
"Vamos, senhor?" Eles dizem liderando o caminho
para o SUV, para chegar ao aeroporto.
Nosso primeiro destino é o Sheraton Park Tower Hotel, Penthouse Suite.
Sheraton Park Tower Hotel está localizado no coração da
elegante Knightsbridge, em Londres, que está a dois passos de distância do Hyde
Park, Harrods e possui uma vista panorâmica da cidade. Nossa suíte Penthouse
inclui o nosso próprio mordomo pessoal, que não vamos precisar hoje.
"Vocês já jantaram, senhor?" Taylor pergunta na SUV.
"Não, estamos cansados, Taylor. Acho que vou pedir
serviço de quarto,” eu digo olhando para Anastasia com olhos famintos. Eu sei o
que eu quero, e eu acho que ela quer o mesmo. Ela timidamente sorri para mim, e
eu aperto sua mão em resposta. Sim, ela quer. Minha esposa e eu, em uma
banheira de mármore, fazendo amor.
❀To Sra. Gloria J. McMillon❀
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥
Louis Armstrong e Ella Fitzgerald – Cheek
to Cheek































